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:: 6/jan/2022 . 11:37

CRIANÇA DE 04 ANOS MORRE NA BAHIA COM TESTE POSITIVO PARA H3N2

A primeira vítima infectada por H3N2 em Feira de Santana foi uma criança de 4 anos. Segundo a prefeitura de Feira de Santana, ela estava internada no Hospital Estadual da Criança (HEC), que está passando por um surto de Influenza. A criança morreu no dia 29 de dezembro, mas a Vigilância Epidemiológica do município só foi informada na última quarta-feira (5).

Em nota, a prefeitura informa que a criança estava internada após ter sofrido um acidente de carro e, durante a internação, foi diagnosticada com H3N2.

Pela condição da criança ao dar entrada na unidade de saúde, com diagnóstico de tumor cerebral, o Hospital da Criança afirma, no entanto, que a infecção por H3N2 não consta na declaração de óbito como “condição significativa que tivesse contribuído para causa da morte”.

Em razão do surto acontecendo no HEC, 60 dos 97 casos confirmados de Influenza A H3N2 na cidade estão no hospital.

Fonte: Metro 1

AUTOTESTE CONTRA COVID É PROIBIDO NO BRASIL POR REGRA DA ANVISA

Autoteste contra Covid é proibido no Brasil por regra da Anvisa

A população já pode comprar ou conseguir gratuitamente testes de Covid-19 para serem feitos em casa. Pelo menos, nos EUA e na Europa. Enquanto isso, no Brasil, a testagem continua centrada em clínicas, farmácias e serviços públicos. Esse tipo de teste de Covid não é autorizado no Brasil por causa de uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de 2015.
Os autotestes caseiros são exames de antígeno. A própria pessoa coleta material (com auxílio de um swab, como em um PCR normal) e o deposita sobre uma superfície que aponta se está infectada ou não.
Os testes de antígeno, que procuram partículas do Sars-CoV-2, ganharam importância na pandemia por serem mais simples, em geral mais rápidos e também mais baratos que os PCR, que detectam material genético do vírus. Assim como os PCR, podem apresentar elevada capacidade de detecção do vírus.
O artigo 15 da resolução 36 da Anvisa diz que não podem ser fornecidos para leigos produtos que tenham a finalidade de diagnóstico de presença ou exposição a agente transmissível, “incluindo agentes que causam doenças infecciosas passíveis de notificação compulsória”.

RK

BAHIA REGISTROU 5 ÓBITOS POR PICADAS DE ARANHA EM 2021; VERÃO AUMENTA INCIDÊNCIA DO ANIMAL

Bahia registrou 5 óbitos por picadas de aranha em 2021; verão aumenta incidência do animal 

Propício para o aparecimento de aranhas, o verão com seu clima quente e úmido, apresenta um aumento no número de acidentes por animais peçonhentos. Nesta semana, moradores do bairro da Federação, em Salvador, se queixaram do aparecimento de aranhas na região e uma moradora está internada em razão da picada do animal. 

No ano de 2021, a Bahia registrou 779 casos e 5 óbitos por picadas de aranhas, de acordo com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).

O mês de novembro foi o que apresentou mais ocorrências, com 8 notificações e uma pessoa morreu decorrente do acidente. O mês de fevereiro registrou 81 ocorrências e nenhum óbito. 

Os meses que registraram óbitos pelo acidente com os aracnídeos foram: janeiro, março, maio, outubro e novembro, com uma morte cada. 

Atrás apenas da estação da primavera, que notificou 209 casos, durante o verão de 2021, a Bahia recebeu 206 queixas e registrou dois óbitos.

No Brasil, existem três espécies de aranhas venenosas: a aranha-marrom, aranha-armadeira e a viúva-negra. Porém, as aranhas mais comuns em Salvador são as marrom e armadeira.

RK

DIVÓRCIOS BATEM RECORDE NO BRASIL E SUPERAM 77 MIL EM UM ANO

Com as restrições e o isolamento social impostos pela pandemia da Covid-19, o número de casais que oficializaram a separação em cartórios bateu recorde em 2021. Um levantamento do CNB (Colégio Notarial do Brasil) aponta que foram registrados 77.112 divórcios consensuais no ano passado.

Apesar de representar um aumento de 266 casos em relação ao primeiro ano da crise sanitária, em 2020, que teve 76.846 dissoluções matrimoniais formalizadas, o número é o maior da série histórica, desde 2007.

Há dois anos, antes da pandemia, 75.033 casais oficializaram a separação. A proliferação do coronavírus, que impôs a quarentena e isolamento social em casa, é apontada como uma das principais causas.

O aumento dos divórcios coincide também com a autorização nacional para que os atos notariais de escrituras – divórcios, inventários, partilhas, compra e venda, doação – e procurações possam ser feitos de forma remota pelos cartórios. O provimento, editado pela Corregedoria Nacional de Justiça, entrou em vigor em junho deste ano.

Para realizar o divórcio em cartório, o casal deve estar em consenso e não ter pendências judiciais com filhos menores ou incapazes. O processo pode ser realizado online, por computador ou celular, em videoconferência conduzida por um tabelião.

Esse crescimento exponencial, o que me parece é que ficou muito mais fácil se divorciar. O casal decide se separar e, no dia seguinte, já consegue assinar o divórcio no cartório. Nós temos hoje também uma população bem mais jovem que se divorcia com mais frequência. A outra questão é a pandemia. As pessoas nunca ficaram tanto tempo juntas. É isso que está acontecendo nesse momento.

CLAUDIA STEIN, DOUTORA EM DIREITO CIVIL PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E SÓCIA DO ESCRITÓRIO STEIN, PINHEIRO E CAMPOS

Para a advogada Claudia Stein, além da pandemia de coronavírus que provocou o isolamento social e aumentou o convívio familar, ficou mais fácil se divorciar no país e, principalmente, entre os mais jovens, que não têm filhos.

Elas explica que, no estado de São Paulo, por exemplo, se tiver filhos menores, o casal pode fazer divórcio no cartório, mas antes precisa ir ao fórum regularizar a guarda, o regime de convivência e a pensão. “Então não é muito comum divórcios em cartório de quem tem filho. O mais comum são aquelas pessoas que não têm filhos para regular qualquer tipo de situação”, avalia a advogada, doutora em direito civil pela Universidade de São Paulo e sócia do escritório Stein, Pinheiro e Campos.



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