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Zé Eduardo sobre fim do Se Liga Bocão: “Toda fórmula cansa”. Assista

“Agora é Zé Eduardo Paz e Amor”. Foi assim que um dos maiores apresentadores da TV baiana resumiu a nova fase que enfrenta na carreira após anunciar o fim do programa de maior audiência em seu horário de exibição. O Se Liga Bocão, comandado por José Eduardo, o Zé ou simplesmente o Bocão vai chegar ao fim. A marca forte que possui programa em rádio e um site, dará um tempo agora nas telinhas.
A notícia que pode até agradar a alguns, desagrada a uma maioria que consegue acompanhar o dia-a-dia da cidade, do interior do Estado, ou mesmo ser a ferramenta da população que pede ajuda e faz sua denúncia. Mas, como dito pelo próprio Bocão durante a entrevista concedida a reportagem do veículo que leva seu nome, “toda fórmula cansa”.
Segundo ele, a pegada será mesma, mas agora “vamos viajar pela Política, Saúde, Segurança Pública”, afirmou. O Zé Eduardo de agora terá mais tempo para explorar um pouco de cada assunto. O apresentador assume o Balanço Geral, segunda edição, na Record Bahia, do meio dia às 14h30 para vai levar informação, entretenimento e será, como sempre, os ouvidos e olhos da socidade.
Para Zé, nada de lamentação, mas muita saudade. A marca que fez dele o Bocão e o acompanha há oito anos deixará de ser pano de fundo de uma trajetória de sucesso e ficará agora na história da TV e memória dos baianos. Afinal, ela sai da TV, “mas o Se Liga Bocão fica mais forte do que nunca no site e na Itapoan FM”, reforçou o apresentador, que encara a mudança como mais um desafio para firmar liderança no ibope. “Como todo caso de amor, ele tem princípio, meio e fim. Precisamos mudar. O Se Liga Bocão faz parte da minha vida”, disse.VEJA AQUI GALERIA DE IMAGENS

Assista abaixo a entrevista completa. Se Liga nele e no que o Bocão nos conta sobre esta nova fase:

Refinaria Abreu e Lima: um bom negócio arruinado

Diferença entre orçamento inicial e conta final é de R$ 11,6 bilhões

Refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, deve iniciar operação comercial em novembro deste ano (Foto: Divulgação)

O custo de processamento de um barril de petróleo na Refinaria do Nordeste (Rnest), em Pernambuco, conhecida como Abreu e Lima, será de mais que o dobro do cobrado em outros projetos. Enquanto projetos semelhantes operam com custos por barril entre US$ 25 mil e US$ 35 mil, a Rnest, que está em pré-operação e deve ser inaugurada em novembro, vai gastar US$ 80,5 mil, levando-se em conta o investimento de US$ 18,5 bilhões feitos pela Petrobras e a capacidade de refino, que será de 230 mil barris por hora.

“Foi um mau negócio”, acredita o sócio-diretor da Winc Consultoria, João Alfredo Figueiredo, especialista em captação e implantação de investimentos industriais. Ele lembra que os primeiros orçamentos de Abreu e Lima estimaram o custo de implantação da refinaria em US$ 2,3 bilhões. Os cálculos foram abandonados pela Petrobras, que iniciou as obras em 2009 com uma estimativa de investimento de US$ 13,4 bilhões.

A diferença entre a conta e o orçamento inicial é de US$ 5,1 bilhões, o equivalente a
R$ 11,6 bilhões. É o suficiente para construir uma vez e meia a ponte Salvador-Itaparica, projeto coordenado pelo secretário do Planejamento da Bahia, José Sérgio Gabrielli, que presidia a Petrobras quando o projeto de Abreu e Lima foi aprovado.

“A Petrobras está fazendo porque já começou, gastou muito dinheiro e agora não dá mais para voltar atrás. Isso às vezes acontece no setor público. Agora, que é um negócio que já saiu dos limites, não tem a menor dúvida”, afirma Figueiredo, complementando que se fosse um investimento privado, jamais teria saído do papel. “É um negócio em que deu tudo errado, a começar pela escolha do sócio (PDVSA, empresa estatal de petróleo da Venezuela), que até hoje não colocou nenhum centavo, até onde se sabe”, diz.  :: LEIA MAIS »

Pediatras do Hospital Geral Roberto Santos ameaçam entrar em greve

Os médicos pediatras da emergência do Hospital Geral Roberto Santos devem entrar em greve no próximo dia 23, após decisão tomada em assembleia na última segunda-feira (8). Segundo o Sindicato dos Médicos da Bahia, os motivos que levaram à paralisação são a “situação crônica de sobrecarga de trabalho, com excesso de pacientes diante de equipes desfalcadas, além de permanente precariedade nas condições de trabalho”. O sindicato alega que inúmeros apelos foram feitos à Secretaria Estadual de Saúde no decorrer de 2013 e que o quadro tem se agravado ultimamente.



Os médicos reclamam da falta de medicamentos, materiais e segurança, e exigem a regularização imediata do quantitativo das equipes de plantonistas que, segundo os profissionais, devem ser integradas por sete pediatras. O sindimed afirma, por meio de nota, que solicitou ao secretário de Saúde do Estado, Washington Couto, a veiculação da informação para que os pacientes procurem unidades de saúde públicas e privadas durante a greve.

A reportagem do Bocão News tentou contactar o secretário para falar sobre a paralisação anunciada, mas as ligações não foram atendidas. Já a assessoria de comunicação do Hospital Geral Roberto Santos informou que está avaliando o caso e posteriormente emitirá um comunicado.

Prefeitura quer 3.500 casas para liberar megatemplo


Um mês e meio após a festa de inauguração, a Prefeitura quer exigir da Igreja Universal a construção de 3.500 moradias populares para regularizar o Templo de Salomão, erguido no Brás, centro da cidade. O maior espaço religioso do País, com 100 mil m² de área construída, teve as portas abertas com o respaldo de um alvará provisório emitido pela gestão de Fernando Haddad (PT) em 19 de julho – 13 dias antes da abertura.

A nova contrapartida foi sugerida pela Secretaria de Licenciamento em documento já enviado ao Ministério Público Estadual, que investiga a construção do templo desde fevereiro. No inquérito instaurado pelo promotor de Justiça Maurício Antonio Ribeiro Lopes são apuradas algumas supostas irregularidades, como o fato de a Igreja ter sido construída com base em um alvará de reforma.

A exigência aventada pela Prefeitura, no entanto, diz respeito a outra regra que teria sido burlada pela Universal. O zoneamento onde está o templo foi definido pelo Plano Diretor de 2004 como Zona Especial de Interesse Social (Zeis). Por isso, a área deveria ser reservada à construção de moradias populares, o que não ocorreu.

Com o templo erguido, os vereadores regularizaram o espaço durante a votação do novo Plano Diretor. Em 30 de junho deste ano, ficou definido que a área não mais seria classificada como Zeis, em uma tentativa de anistiar a Universal. Os parlamentares da base aliada do governo na época justificaram que não fazia mais sentido manter o zoneamento porque a obra já estava pronta.

A decisão ainda atendeu à pressão de um dos principais grupos do Legislativo Municipal: a bancada evangélica, hoje com dez representantes. São vereadores eleitos com o apoio de fiéis da Igreja Mundial, da Igreja da Graça, da Bola de Neve e da Assembleia de Deus, além da própria Universal.

Durante a negociação, todos os vereadores receberam convites para a inauguração, que ocorreu em 31 de julho com a presença da presidente Dilma Rousseff (PT).

Contrapartida

Acionada pela Promotoria de Habitação e Urbanismo, a Prefeitura agora quer assegurar que o Templo de Salomão oferecerá as contrapartidas sociais que deveriam ter sido cobradas em agosto de 2008, quando a igreja protocolou o pedido oficial de construção.

Pelas regras do Plano Diretor em vigor durante toda a obra, a Igreja deveria construir conjuntos de habitação social para ao menos 400 famílias, se quisesse obter autorização para atuar em área de Zeis. A condição, no entanto, não foi cumprida e, mesmo sem erguer nem sequer uma moradia, a obra do Templo de Salomão foi autorizada em 22 de outubro de 2008. O Ministério Público Estadual investiga se houve irregularidade na emissão das licenças e na construção.

MP quer acordo

O promotor Maurício Ribeiro Lopes se reuniu na segunda-feira com representantes da Igreja Universal, na tentativa de assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O objetivo é restabelecer parte das contrapartidas não exigidas durante o processo de obra, além de amenizar os impactos no trânsito local. Procurado, Lopes não quis revelar o teor das propostas apresentadas à igreja. Já a Universal afirmou, por meio de nota oficial, que só vai se manifestar sobre a proposta apresentada pelo Ministério Público Estadual no momento oportuno. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Motorista de candidato ao governo é detido com R$ 180 mil em Barreiras

Um montante de R$ 180 mil, em espécie, foi encontrado dentro de um carro no Km-805 da BR-242, na cidade de Barreiras, oeste da Bahia, durante fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), nesta quinta-feira (11).
Duas pessoas foram conduzidos à delegacia. Uma delas, segundo o delegado Francisco de Sá, que investiga o caso, informou que é motorista do senador Wellington Dias (PT), candidato ao governo do Piauí, e apresentou crachá de identificação do Senado. Ele estava no veículo como passageiro, tinha saído de Brasília e informou ter como destino ao interior do Piauí.
De acordo com o delegado, o motorista não informou a origem do dinheiro, mas afirmou que ele seria usado para a compra de fazenda e que não há relação com o candidato. “Ele disse que o senador não tem nada a ver com a situação. Todo esse dinheiro será apreendido e depositado judicialmente a favor da Justiça Federal”, afirmou o delegado.
O dinheiro era transportado debaixo do banco traseiro do veículo. Segundo a PRF, o condutor do veículo, que também foi preso, apresentou Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa. Por não terem informado a origem do dinheiro, que estava dividido em notas de R$ 100, eles permancem até a noite desta quinta-feira na delegacia.

A equipe do senador Wellington Dias divulgou uma nota sobre o caso.

“O senador Wellington Dias (PT-PI) esclarece que não tem qualquer relação com o fato ocorrido no município de Barreiras, na Bahia, envolvendo o senhor José Martinho Ferreira de Araújo, servidor do Senado Federal, que, no momento do fato noticiado, se encontra de férias das suas funções, estando, portanto, em viagem pessoal sem qualquer ligação com a atividade do Senado ou do próprio senador”.

Jovem gay lutou com agressor antes de morrer sufocado, diz polícia

João era garçom de um bar da cidade. A morte abalou o município

A polícia acredita que João Antônio Donati, 18 anos, encontrado sem vida em um terreno baldio em Inhumas, Goiás, lutou com o agressor antes de ser morto. Laudo do Instituto Médico Legal (IML) mostra que o jovem tinha vários hematomas pelo corpo. O jovem morreu asfixiado – a boca estava cheia de picolé e sacos plásticos – e não tinha fraturas pelo corpo. A suspeita é que o crime tenha sido motivado por homofobia.

“Ele tinha diversos hematomas pelo corpo, no olho, no nariz. E como não tinha nenhuma fratura, pode indicar que alguém ficou segurando o rapaz enquanto ele não conseguia respirar. Mas só as investigações podem esclarecer certinho como se deu toda essa dinâmica do crime”, afirmou o delegado Humberto Teófilo ao G1 GO.

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, que divulgou nota lamentando o caso, entrou em contato com o delegado para pedir informações sobre o crime e cobrar atenção à investigação.

João era garçom de um bar da cidade. A morte abalou o município. O corpo do rapaz foi sepultado na tarde de hoje.

Informações preliminares diziam que o corpo tinha um bilhete na boca escrito “Vamos acabar com essa praga”, porém a polícia não confirma essa informação.

10.set.2014 - O jovem João Donati, 18, foi assassinado na cidade de Inhumas (GO)

APÓS ACIDENTE AUTOMOBILÍSTICO ESTUDANTE DE UESB PERMANECE INTERNADA NA UTI DO HCR

Patrícia Batista sofreu o acidente no trevo Itapetinga/Macarani, próximo ao Parque Poliesportivo da Lagoa.

Na última terça-feira (09) por volta de  19:30 horas, uma jovem de 29 anos sofreu um grave acidente nas imediações do Parque Poliesportivo da Lagoa (trevo Itapetinga/Macarani).

A estudante  de Pedagogia, aluna da  UESB ( Universidade do Sudoeste da Bahia), Patrícia Batista dos Santos se deslocava no sentido a faculdade, quando sofreu o acidente.

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A motocicleta (Biz) que ela pilotava, colidiu com um veículo Fiat/Uno, no momento da colisão Patrícia foi arremessada em uma placa de sinalização.

O motorista prestou socorro de imediato e ela foi levada até o Hospital Cristo Redentor/Fundação José Silveira.

O motorista não se feriu, mas Patrícia teve várias escoriações, costela quebrada, perfuração no pulmão e figado, e foi parar na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Patrícia ficou sedada ( Sedação é um procedimento onde o médico aplica uma medicação que tem como principal efeito acalmar o paciente, fazê-lo ficar calmo, tranquilo, dormindo) durante dois dias e recebeu transfusão de sangue.

Nossa equipe de reportagem esteve no Hospital Cristo Redentor/Fundação José Silveira, colhendo informações sobre o estado de saúde da paciente.

Em contado com o diretor médio, Dr. Emanuel , ele nos informou por volta de 10:25 horas que a paciente já tinha acordado, e que seu estado de saúde é estável.

Por Eliomar Barreira

Motorista de senador do Piauí é detido com R$ 180 mil na BR-242

Homem disse que era motorista do político Wellington Dias, candidato ao governo do estado do Piauí pelo PT

Um motorista foi detido com R$ 180 mil  em notas de 100 na manhã desta quinta-feira (11), por volta das 11h, na BR-242, próximo ao município de Barreiras, a cerca de 850 quilômetros de Salvador.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), José Martinho Ferreira de Araújo disse que era funcionário do Senado Federal, trabalhando como motorista do senador Wellington Dias, candidato ao governo do estado do Piauí pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Na última pesquisa divulgada pelo Ibope, o petista está na liderança com 49% das intenções de votos.

Segundo a polícia, Martinho passava pela rodovia como carona em um carro de passeio quando foi pedido para parar o veículo. Após uma vistoria, os policiais encontraram o montante debaixo do banco do carona. Segundo a PRF,  Martinho chegou a dizer que não sabia de onde vinha o dinheiro. Um mulher e mais dois homens também estavam no carro. O homem que dirigia o carro estava com uma CNH falsa.

O veículo seguia de Brasília para o interior do Piauí. O carro está no nome do senador, segundo a TV Globo.

Todos os detidos foram levados para a delegacia da Polícia Civil para prestar esclarecimentos, onde permanecem até a noite desta quinta.

O senador divulgou nota sobre o caso afirmando não ter nenhuma relação com o caso. Leia abaixo.

O senador Wellington Dias (PT-PI) esclarece que não tem qualquer relação com o fato ocorrido no município de Barreiras, na Bahia, envolvendo o senhor José Martinho Ferreira de Araújo, servidor do Senado Federal, que, no momento do fato noticiado, se encontra de férias das suas funções, estando, portanto, em viagem pessoal sem qualquer ligação com a atividade do Senado ou do próprio senador.

Nova pegadinha do palhaço assassino ganha mais um personagem para deixar vítimas ainda mais aterrorizadas

Nova pegadinha do palhaço maligno traz mais um personagem aterrorizante

A pegadinha do palhaço assassino se tornou febre nas redes sociais. Nela um palhaço assustador aparece em locais sombrios, aterrorizando as pessoas que passam por perto.

O primeiro vídeo da pegadinha fez tanto sucesso que acabou obrigando os criadores a lançarem um segundo clipe, que também teve grande repercussão.

Sendo assim, mais um novo vídeo, dessa vez com mais um palhaço assustador, chega para aterrorizar as pessoas.

Nova pegadinha do palhaço assassino ganha mais um personagem

No clipe que você assistirá abaixo, é possível perceber que o medo chega ao extremo, já que com dois palhaços não há muito como fugir de suas perseguições.

Os personagens fingem matar pessoas – que na verdade se tratam de bonecos – causando pânico em quem os encontra pelas ruas. Todos os ataques ocorrem durante a noite, para criar um ambiente mais misterioso e sinistro.

Assista ao vídeo abaixo criado pela DM Pranks:

Após um ano em recuperação judicial, Via Uno fecha fábricas na Bahia


Com o fechamento da unidade, a empresa deixará de ter fabricação própria e, se quiser continuar no mercado, terá de encontrar um parceiro para terceirizar sua produção.

Há um ano em recuperação judicial, a Via Uno encerrou nesta semana as atividades da última das três fábricas que mantinha no Nordeste da Bahia, demitindo cerca de 800 trabalhadores, segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Calçadista (Sintracal) do Estado. Com o fechamento da unidade, a empresa deixará de ter fabricação própria e, se quiser continuar no mercado, terá de encontrar um parceiro para terceirizar sua produção.

Segundo o administrador judicial da empresa, Laurence Medeiros, a ideia é manter o negócio funcionando. Ele diz que o fundador da empresa, César Minetto, que seguiu à frente do dia a dia do negócio mesmo após a recuperação, já negocia contratos de fornecimento. “As lojas continuam funcionando”, afirma Medeiros. Segundo o site da Via Uno, a empresa tem hoje 44 unidades no Brasil – há um ano, eram 135 pontos de venda. Na época do pedido de recuperação, as dívidas da Via Uno eram de R$ 240 milhões.

Com o fechamento das fábricas, a conta trabalhista deve aumentar, segundo Jurandir Souza Brito, secretário-geral do Sintracal. Isso porque, na reunião que oficializou o fechamento, a empresa alegou que não tinha dinheiro para pagar as verbas rescisórias. Brito diz ainda que a empresa deve pelo menos dois anos de FGTS aos trabalhadores. “Nem a contribuição sindical, que foi descontada dos trabalhadores, nos foi repassada”, afirma o sindicalista. Fontes ligadas à companhia confirmaram que a empresa não pagou os direitos dos funcionários demitidos. Uma das estratégias da atual administração seria a venda de maquinários e de estoques para saldar essas dívidas.

Além do acerto das demissões, apurou o jornal “O Estado de S. Paulo”, a empresa também estaria devendo pelo menos um mês de salários aos trabalhadores. Além das demissões nas fábricas – que somaram cerca de 2 mil desligamentos nos últimos três anos -, a empresa também fez nesta semana um corte no setor administrativo em sua sede, no Rio Grande do Sul, com o objetivo de cortar custos.

Embora a empresa tenha intenção de manter a produção e a rede de franquias funcionando, uma fonte do setor calçadista dizem que, dado o histórico da Via Uno, a empresa pode ter problemas para encontrar um parceiro para suprir o estoque de suas lojas. Cerca da metade da dívida da Via Uno é justamente com antigos fornecedores que não receberam.

Estratégia
Criada em 1993, a Via Uno nasceu focada em produtos de baixo valor agregado que atendiam o mercado multimarcas. De olho na estratégia da Arezzo, que desde os anos 90 vinha investindo em uma rede própria, a Via Uno decidiu seguir o mesmo caminho a partir do início da década passada.

Em 2010, a estratégia “chique” da Via Uno atingiu seu ápice: a empresa chegou a 200 pontos de venda, com a proposta de vender calçados ao preço médio de R$ 200, e anunciou que a meta era atingir 300 unidades até o fim daquele ano – uma meta que nunca foi atingida. Na época, a receita da Via Uno era estimada em R$ 400 milhões, aproximadamente a metade do que a Arezzo faturava naquele momento.

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