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:: nov/2014

Ônibus da empresa Novo Horizonte sofre acidente em Brejolândia

acidente

Um ônibus da empresa Novo Horizonte se envolveu em um acidente de trânsito na tarde de ontem, 10, quando trafegava pela BA 172, proximidades do trevo de acesso a cidade de Brejolândia, Oeste da Bahia. De acordo com informações, o motorista perdeu o controle do ônibus, capotando às margens da rodovia.
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Ainda não há informações concretas sobre a causa do acidente e se houve feridos.

Van capota e estudante morre


Após motorista perder controle, a van que levava alunos do Colégio Estadual Nossa Senhora da Conceição (CENSC) capotou e fez vítima a estudante Joelma Santos de Oliveira, de 26 anos. O acidente aconteceu por volta das 22h, em uma estrada de terra entre os povoados de Queimada Nova e Mulungu dos Chiolas.

Segundo a polícia, o veículo seguiu com Joelma Santos e uma outra aluna, depois de alguns alunos desembarcaram em Queimada Nova. As vítimas foram socorridas para o Hospital Português, em Miguel Calmon, mas Joelma não resistiu aos ferimentos e morreu. O corpo da estudante foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Jacobina.

Por meio de nota enviada ao site, a Secretaria da Educação do Estado da Bahia informou que lamenta a morte da estudante e expressa sentimento de pesar à família, juntamente com toda comunidade escolar.

Ogrices de maridos que as mulheres detestam

Terapeuta aponta cinco atitudes masculinas potencialmente prejudiciais ao relacionamento

Nas duas últimas colunas me dediquei a apresentar uma série de “mulherices” – características típicas femininas – que os homens detestam e que podem prejudicar a vida a dois. Agora é a vez de falar sobre os homens e as “ogrices” das quais as mulheres vivem reclamando.

1. Modelo “trator”

A cama das outras

Ao casar, aos 25 anos, Alfredo queria aproveitar sua antiga mobília de solteiro, mas Letícia insistia em comprar móveis novos. Em especial, ela queria trocar a antiga cama de casal dele para ter a sensação de que construíam algo juntos, e não sentir que ela apenas se encaixou num esquema anterior (e deitar-se numa cama em que ele esteve com muitas outras). Alfredo fica inconformado. “Por que ela dá tanto trabalho? A cama ainda está boa e móveis novos são caros.”

Thinkstock/Getty Images

Ogrices: algumas atitudes típicas masculinas irritam tanto que podem ir minando a relação

Executivo até em família

Armando foi treinado desde pequeno a ver pessoas, corpos e almas como peças a serviço de estratégias. Em sua empresa, administrada no modelo “sargento durão”, ele motiva os funcionários com prêmios financeiros. Quando um de seus subordinados foi convocado a assumir uma filial em outra cidade e hesitou em aceitar por conta da resistência da esposa e dos filhos em mudarem de cidade, ele decretou: “Se você não lidera sua família, não serve para liderar as centenas de funcionários, e não terá futuro como líder nesta empresa”.

O modelo “trator” desrespeita o ritmo da vida e quer logo “tocar em frente”. Acha que pessoas deviam ser sempre práticas e o resto são caprichos e “coisinhas de mulher”. Tudo são frescuras incompreensíveis, contratempos seguidos de chiliques. Comentários como “mulher implica com tudo” indicam a falta de conexão com o outro. Alfredo e Armando encarnam perfeitamente esse modelo retrógrado de homem.

2. Pouca estética e poesia: foco na praticidade

Bem-estar

Bem de acordo com a tradição da subcultura feminina, Marcela investe na graça, no encanto e na celebração da vida. Roupas, detalhes estéticos, joias, tecidos, design, uma casa aconchegante, tudo isso pode ser objeto de grande prazer e investimento para muitas mulheres. Era muito frustrante que Rogério não pudesse ao menos apreciar e compartilhar dessas experiências. Para que investir tanto se ele nem percebe ou, quando percebe, não valoriza ou até zomba?

A caricatura de macho, que se constrange em participar dos “assuntos femininos”, não agrada mais. Na subcultura masculina, homens propositadamente não entendem e não gostam “dessas coisas” ou zombam. Outros dão um sorriso condescendente e “apoiam” com um protocolar: “É, ficou ótimo”. Ao poucos, a mulher desiste ou continua a fazer as coisas para si mesma e para outras pessoas. Mais uma área de desconexão do casal.

3. Tendência à onipotência

Vivendo perigosamente

Rui não se cuidava, achava as advertências de Helena “um saco”, até que adoeceu. Também André inquietava Juliana com aplicações financeiras arriscadas e com seu modo perigoso de brincar com os filhos. Já Mariana implicava porque Paulo guiava rápido demais. Homens tendem a correr mais riscos, minimizar as ameaças e superestimar suas capacidades. Para esses homens “onipotentes”, as observações de suas parceiras soam como “encheção desaco”, implicâncias femininas, atitudes excessivamente medrosas. Alguns ignoram o que dizem suas mulheres ou zombam delas.

Essa falta de conexão com a percepção feminina de vulnerabilidade, além de ser desrespeitosa, faz com que muitos percam a oportunidade de se beneficiar da visão de sua companheira de vida.

4. Pouca sintonia com o estilo feminino de lidar com problemas

Problema resolvido, missão cumprida, que mais ela quer?

Se Juliana diz a André que está nervosa porque furtaram sua carteira, ele entende que ela quer ajuda para resolver o problema. Aborda com ela a necessidade de cancelar cartões, refazer documentos, informar-se de quanto dinheiro havia na carteira, e calcula o prejuízo para avaliar o grau do problema. Ele não entende que ela gostaria que ele primeiro escutasse com atenção como ela está mal com isso, que se solidarizasse e lhe oferecesse um chá para que ela se acalmasse, e lhe dissesse carinhosamente que não se preocupe, que juntos resolverão o problema. E a abraçasse. O mesmo a respeito da briga dela com uma colega de trabalho, da enxaqueca, ou da aflição dela com a cunhada e etc.

Mulheres têm um modo diferente de relatar e enfocar questões. Valorizam circunstâncias, emoções envolvidas e por vezes desejam apenas desabafar antes de buscar soluções. Querem ser ouvidas, entendidas e que o interlocutor se solidarize, apoie e console. Homens ficam muito estressados com essas demonstrações de sofrimento e são treinados a imediatamente objetivar o problema, pensar em soluções, encaminhá-las para, em seguida, enterrar o assunto.

Edu Cesar

O terapeuta Luiz Alberto Hanns tira dúvidas sobre a vida a dois

Frustradas com o pragmatismo masculino, muitas mulheres às vezes reagem irritadas, e seus maridos se espantam: “O que ela quer? Afinal, eu lhe dei as soluções!”. O parceiro eventualmente se dispôs a ajudar, e ela, “a ingrata e irracional”, continua a prolongar o assunto e se mostra insatisfeita com o apoio dele. Ele também não aguenta os floreios das histórias: “Por que ela não encurta e vai direto ao ponto?”. Ela aos poucos perde o prazer de compartilhar e vai ficando mais distante, fria e prática.

5. Compartimentalização da vida (inclusive do sexo)

Em caixinhas

Uma discussão acalorada com o filho por causa do seu mau desempenho escolar não impede que Armando, meia hora mais tarde, queira fazer sexo com Thais, e tampouco que logo depois do sexo vá correndo ao escritório e lá se envolva com empenho no trabalho. Da mesma forma, o velório de um bom amigo não impede Paulo, para o horror de Mariana, de fazer contatos, trocando cartões na saída do cemitério, ou de Ricardo, marido de Penélope, depois de ter confessado à esposa seu caso extraconjugal, não aceitar que ela fique abalada “por tanto tempo”, esperando que, uma vez que “decidimos continuar juntos”, ela deva superar essa história em alguns dias.

É comum o pragmatismo masculino separar as várias dimensões da vida em departamentos distintos. Isso é culturalmente reforçado e treinado desde a infância. Falta a muitos homens a percepção de que às vezes somos afetados integralmente, de que há certos rituais e ritmos a serem respeitados e de que, para a mulher, a vida é mais interligada e o clima depende de certo alinhamento de fatores.

Muitos homens cobram de suas esposas que elas compartimentalizem e isolem as contrariedades em caixinhas. Não aceitam que o desejo e o prazer possam ser afetados por desalinhamentos em outros setores da vida não diretamente relacionados ao objeto.

O que fazer a respeito?

Se seu parceiro e você pudessem conversar sobre tudo isto seria um bom começo, mas nem sempre é possivel fazê-lo. E nem sempre a conversa termina bem. Mas aí vai uma ideia de como tentar. Se quiser experimente e escreva depois à coluna se deu certo, se foi um desastre ou se ficou chocho.

Talvez possa iniciar por dar a ele o artigo anterior sobre “mulherices” que os homens odeiam. E pedir a ele que diga a você se você faz alguma destas coisas e se isso o incomoda. Se ele se queixar, combine que tentar ir mudando de atitude (não comece imediatamente um contra-ataque acusando-o de mil coisas!). Crie um clima de boa vontade e confiança, começando você por se abrir, recuar e ouvir. Conforme a receptividade dele, passado algum tempo (minutos, dias, semanas) sugira a ele ler o artigo sobre “ogrices”. Proponha que ele mesmo assinale se pratica algumas dessas “ogrices”. E quem sabe vocês comecem a conversar sobre tudo isso com humor e boa vontade. Já é um começo. De resto você encontrará no meu livro “A Equação do Casamento – o que pode, ou não, ser mudado na sua relação“, muitas dicas de como incrementar sua relação.

* Luiz Alberto Hanns é terapeuta com mais de 20 anos de prática clínica. Na coluna “Vida a Dois”, ele fala sobre os desafios da vida em casal.

IMAGENS FORTES: Pescadores se surpreendem ao achar ovelha no estômago de tubarão-tigre; veja vídeo

tubarao-ovelhaCaso aconteceu na Arábia Saudita. Suspeita é que tubarão tenha devorado carcaça despejada no mar

Enquanto limpava um tubarão-tigre que haviam capturado, pescadores da Arábia Saudita se surpreenderam ao encontrar restos de uma ovelha no estômago do animal. A descoberta gerou debate na internet, com dezenas de pessoas questionando como uma ovelha poderia ter sido devorada por um tubarão-tigre.

Uma das possibilidades, segundo a revista Inquisitr, é o despejo ilegal de carcaças de ovinos no mar, já que é improvável um encontro entre uma ovelha de um tubarão. Vídeo contém cenas fortes; assista:

Inmetro anuncia concurso com 80 vagas e salários até R$16 mil

Oportunidades são para profissionais com cargos de níveis médio, médio/técnico e superiorCONCURSO1

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) anunciou que fará um concurso com 80 vagas para cargos de níveis médio, médio/técnico e superior. De acordo com o Folha Dirigida, o edital do certame deve ser divulgado até o final deste mês. Do total de oportunidades, 19 são para assistente executivo, do nível médio ou médio/técnico, e nove para técnico, do médio/técnico.

No nível superior há 52 vagas, sendo 39 para para analista, 11 para pesquisador-tecnologista e duas para especialista. As vagas são para as cidades do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Goiás.Os salários para os cargos de técnico serão de R$3.340,64, incluindo R$373 de auxílio-alimentação.

No entanto, com a inclusão da gratificação por qualificação (R$1.075,45), que será paga ainda no primeiro ano, o valor chega a R$4.416,09. Com o tempo de serviço, essa gratificação pode aumentar, chegando a R$6.018,53.

Os analistas e pesquisadores terão salário de R$7.573,99, incluindo R$373 de auxílio-alimentação, mas com a gratificação de qualificação, os valores podem chegar a R$7.824,24 (especialização), R$8.133,44 (mestrado) e R$9.259,35 (doutorado). A remuneração também será reajustada com o tempo de serviço. Já os especialistas ganham R$16.885,95, incluindo gratificação, retribuição por titulação e  auxílio-alimentação.

Os interessados poderão se inscrever de 19 novembro até o dia 22 de dezembro através do site do Idecan, organizador do certame. As taxas de inscrição são de R$65, R$130 e R$150. As provas objetiva e discursiva estão previstas para acontecer no dia 1º de fevereiro. As contratações serão feitas pelo regime estatutário, ou seja, com estabilidade empregatícia. O prazo de validade do concurso é de um ano e seis meses, exceto para o cargo de especialista, que é de um ano.

Bahia é o estado com maior número de homicídios em 2013, diz estudo

POLICIA BA
Os dados divulgados pela organização não governamental Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), aponta a Bahia como o estado que teve o maior número de mortes no ano de 2013 em todo o país. De acordo com o documento divulgando nesta terça-feira (13), durante a oitava edição do Anuário de Segurança Pública, diz que 5.440 pessoas foram mortas no estado, que representa uma taxa de homicídios de 36,1, a oitava pior do país.
O número absoluto de morte diminuiu em relação ao ano anterior, bem como a tada de homicídios, que se manteve estável em 38,5 em relação a 2012, quando 5.462 foram mortas. Esse número representa retração de 7,47% e 12,9% em relação a taxa de mortos.
Segundo o Fórum, o estado de São Paulo reduz os índices de violência desde 1990 e continua sendo o estado com menor taxa de homicídios do país.
Em números absolutos, o total de mortes caiu de 5.209 para 4.739, uma redução de 9,02%. Alagoas apresentou a pior taxa do país. Foram 64,7 vítimas para cada 100 mil habitantes, o que representa alta de 0,4% em relação a 2012.

Internautas de Porto Alegre marcam ‘corrida pelada’ após casos de nudez pública

Internautas de Porto Alegre marcam 'corrida pelada' após casos de nudez pública
Através do Facebook, internautas organizam uma corrida coletiva com nudez na cidade de Porto Alegre, na manhã de quinta-feira (13). Mais de 9,3 mil pessoas já confirmaram presença virtual no evento. A largada está marcada para uma das avenidas mais movimentadas da capital do Rio Grande do Sul. No domingo (9), uma caminhada pelada havia sido convocada pelas redes sociais. Apesar de ter 3,5 mil confirmações, somente um homem foi visto caminhando nu pela Avenida Carlos Gomes. Os eventos foram marcados após três casos de nudez pública de mulheres em Porto Alegre nos últimos dias, entre elas uma ex-lutadora de MMA.

VEÍCULO CAPOTA POR 2 VEZES EM GRAVE ACIDENTE NA BA 263 SENTIDO ITAPETINGA/ITORORÓ

Na manhã desta terça-feira (11) por volta de 11:15 horas, aconteceu um grave acidente na BA 263, sentido Itapetinga/Itororó.

Segundo o condutor do veículo, Megane da Renault, o sr. Josué Gomes Moreira, ele entrou na curva com uma velocidade de aproximadamente 100 km/h, quando percebeu um veículo, Chevrolet Cruze de cor branca, fazer a ultrapassagem ainda no inicio da curva.

A ultrapassagem já estava quase concluída, quando o condutor do Cruze tirou o pé e fechou a passagem do Megane, sem ter por onde passar, o Megane tocou no fundo Cruze, acabou perdendo o controle, saiu da pista e capotou por duas vezes.

No momento do acidente, 4 pessoas estavam no veículo. O condutor Josué Gomes, sua sobrinha Celeni Moreira, Vitor Mendes e Silvino gomes.

Welton Bananal passava pelo local no momento do acidente e socorreu as vítimas que foram encaminhadas ao Hospital Cristo Redentor/Fundação José Silveira.

As vítimas sofreram apenas ferimentos leves e algumas escoriações, a Polícia Civil esteve no local, colheu algumas informações e comunicou o fato a Polícia Rodoviária Estadual.

Por Eliomar Barreira

 

Homem infecta jovem com Aids e avisa por SMS: “você vai se lembrar de mim para sempre”

MULHER INFECTADAUma jovem australiana descobriu que estava com Aids através de uma mensagem de celular. Abby Landy, de 23 anos, estava saindo com um homem há duas semanas, quando tentou acabar o relacionamento. Ela enviou uma mensagem pedindo para que os dois parassem de se ver e recebeu a seguinte resposta: “Você vai se lembrar de mim para sempre”.

De acordo como Daily Mail, Landy contou que percebeu uma mudança de comportamento no rapaz, que estava mais violento. Além disso, ela notou que começou a se sentir doente. Após receber a mensagem e notar que estava com alguns sintomas como aparecimento de  herpes e resfriados, ela decidiu fazer o exmae do HIV. “Minha ginecologista disse que não era necessário o exame, mas insisti. Contei sobre a mensagem e disse que estava desconfiada”, contou.

Após alguns dias, ela recebeu o exame e desocbriu que havia dado positivo. “Percebi que, entre as pessoas vivendo com HIV, sou uma das sortudas, pois sou jovem  e educada, com bom acesso à saúde”, disse ela, que descobriu a doença em 2011.

“Até que eu tivesse o diagnóstico, isso não era algo que eu realmente pensava… Imagino que outros jovens são assim, não é algo que achamos que nos afeta”.

Neste ano, a australiana participou de um documentário que será lançado no dia 19 de novembro e que mostra a rotina de pessoas infectadas pelo vírus do HIV.

5ª NOITE DA FESTA DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS SERÁ CELEBRADA POR MONS. UILTON PEREIRA

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