{"id":120074,"date":"2019-09-24T07:17:18","date_gmt":"2019-09-24T10:17:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/?p=120074"},"modified":"2019-09-24T07:17:36","modified_gmt":"2019-09-24T10:17:36","slug":"cancer-de-mama-e-o-tipo-de-tumor-mais-frequente-nas-mulheres-do-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/2019\/09\/24\/cancer-de-mama-e-o-tipo-de-tumor-mais-frequente-nas-mulheres-do-nordeste\/","title":{"rendered":"C\u00c2NCER DE MAMA \u00c9 O TIPO DE TUMOR MAIS FREQUENTE NAS MULHERES DO NORDESTE"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"  wp-image-120075 alignleft\" src=\"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/A292.jpg\" alt=\"A\" width=\"586\" height=\"390\" srcset=\"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/A292.jpg 585w, https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/A292-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 586px) 100vw, 586px\" \/>De acordo com estimativa do INCA, o Brasil deve registrar, em 2019, cerca de 59.700 novos casos de c\u00e2ncer de mama, tipo de neoplasia maligna mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do c\u00e2ncer de pele n\u00e3o melanoma. Nas mulheres da regi\u00e3o Nordeste, o c\u00e2ncer de mama tamb\u00e9m \u00e9 tipo mais frequente com incid\u00eancia de 40,36 casos a cada 100 mil mulheres. Em homenagem ao Outubro Rosa, o NOB \u2013 Grupo Oncocl\u00ednicas promove v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es para conscientizar a popula\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia da preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer de mama e estimular a ado\u00e7\u00e3o de h\u00e1bitos saud\u00e1veis. \u201c\u00c9 importante lembrar que apenas 10% dos casos de c\u00e2ncer de mama s\u00e3o atribu\u00eddos a causas heredit\u00e1rias, outros fatores como obesidade, tabagismo, consumo de \u00e1lcool em excesso e sedentarismo aumentam a possibilidade de desenvolver o c\u00e2ncer de mama\u201d, esclarece Renata Canguss\u00fa.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">\u201cH\u00e1bitos de vida como a pratica regular de atividade f\u00edsica, alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada, controle do peso e n\u00e3o fumar aliados aos exames de rotina peri\u00f3dicos reduzem o risco de desenvolvimento n\u00e3o apenas do c\u00e2ncer de mama, mas de in\u00fameras outras doen\u00e7as e complica\u00e7\u00f5es na sa\u00fade\u201d, acrescenta a especialista.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">A mamografia \u00e9 o principal exame para diagn\u00f3stico precoce do c\u00e2ncer de mama, uma vez que \u00e9 o \u00fanico exame capaz de detectar um tumor com menos de um cent\u00edmetro. Deve ser feita, preventivamente, a partir dos 40 anos de idade uma vez por ano. Quando h\u00e1 algum caso de c\u00e2ncer de mama na fam\u00edlia, av\u00f3, m\u00e3e, tia ou irm\u00e3, a mamografia deve ser feita, anualmente, a partir dos 35 anos de idade.<\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m da heran\u00e7a gen\u00e9tica (mulheres cujas m\u00e3es, irm\u00e3s ou tias tenham tido c\u00e2ncer de mama), v\u00e1rios fatores de risco podem favorecer o desenvolvimento da doen\u00e7a. A idade (mais de 40), a obesidade, o sedentarismo, dietas ricas em gordura de origem animal, altera\u00e7\u00f5es hormonais, tabagismo, nuliparidade (n\u00e3o ter tido filhos), menarca precoce (primeira menstrua\u00e7\u00e3o) e menopausa tardia (\u00faltima menstrua\u00e7\u00e3o), consumo excessivo de bebida alco\u00f3lica e o fato de nunca ter amamentado s\u00e3o alguns dos aspectos que podem contribuir para o surgimento da doen\u00e7a.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, nas faixas et\u00e1rias pr\u00e9 e p\u00f3s menopausa, o risco de ter c\u00e2ncer de mama aumenta em mulheres com excesso de gordura corporal, especialmente aquelas que apresentam medidas aumentadas da circunfer\u00eancia abdominal.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>Estat\u00edsticas<\/strong><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Segundo estat\u00edsticas mundiais do Globocan 2018, da Ag\u00eancia Internacional de Pesquisa sobre o C\u00e2ncer (IARC), o c\u00e2ncer de mama e o de pulm\u00e3o s\u00e3o os principais tipos de tumores no mundo em termos de incid\u00eancia. No Brasil, segundo dados do INCA, o c\u00e2ncer de mama representa cerca de 29,5% dos casos novos de brasileiras diagnosticadas com c\u00e2ncer a cada ano. Nas mulheres da regi\u00e3o Nordeste, o c\u00e2ncer de mama tamb\u00e9m \u00e9 tipo mais frequente com incid\u00eancia de 40,36 casos a cada 100 mil mulheres. Apesar ser o tipo de tumor que mais causa mortes entre as mulheres brasileiras, o c\u00e2ncer mam\u00e1rio pode ser descoberto precocemente. Quando o diagn\u00f3stico \u00e9 precoce, as chances de cura ficam em torno de 95%. O c\u00e2ncer de mama tamb\u00e9m acomete homens, por\u00e9m \u00e9 raro, representa apenas 1% do total de casos da doen\u00e7a. Os especialistas da \u00e1rea s\u00e3o un\u00e2nimes: quanto antes o tumor for diagnosticado e tratado, maiores s\u00e3o as chances de cura.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>Workshop vai abordar como lidar com o diagn\u00f3stico na empresa<\/strong><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">O impacto no trabalho ap\u00f3s o diagn\u00f3stico de um c\u00e2ncer, direitos do trabalhador diagnosticado com a doen\u00e7a, reinser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho ap\u00f3s o tratamento s\u00e3o alguns dos assuntos que ser\u00e3o abordados durante o 1\u00ba Workshop Como Lidar com um Diagn\u00f3stico de C\u00e2ncer na sua Empresa, que acontece no pr\u00f3ximo dia 4 de outubro, das 8 \u00e0s 10 h, na sede do NOB em Ondina. O evento \u00e9 aberto a profissionais de Recursos Humanos e Gest\u00e3o de Pessoas. Inscri\u00e7\u00f5es gratuitas atrav\u00e9s do e-mail comunicacao@nob-ba.com.br ou do sympla https:\/\/www.sympla.com.br\/1-workshop-como-lidar-com-um-diagnostico-de-cancer-na-sua-empresa__642407<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Um estudo realizado pela oncologista Luciana Landeiro, da equipe do N\u00facleo de Oncologia da Bahia (NOB) \/ Grupo Oncocl\u00ednicas, revela que mulheres com diagn\u00f3stico de c\u00e2ncer de mama, mesmo aquelas que j\u00e1 enfrentaram a doen\u00e7a, t\u00eam menos chances no mercado de trabalho. O estudo \u201cRetorno ao trabalho ap\u00f3s o diagn\u00f3stico do c\u00e2ncer de mama: Estudo prospectivo observacional no Brasil\u201d \u00e9 resultado da tese de doutorado da m\u00e9dica na Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e foi publicada na Revista Cancer, publica\u00e7\u00e3o cientifica norte-americana e uma das principais revistas internacionais na \u00e1rea de oncologia.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Com o aumento dos casos de c\u00e2ncer de mama em mulheres em idade produtiva, \u00e9 preciso desenvolver estrat\u00e9gias com foco na assist\u00eancia e reabilita\u00e7\u00e3o para volta ao trabalho, assim como estimular o mercado a dar oportunidades \u00e0s pacientes oncol\u00f3gicas. \u201cAp\u00f3s o tratamento, as pacientes precisam retomar sua vida normal. O retorno ao trabalho faz parte do retorno \u00e0 normalidade, contudo esse tema \u00e9 pouco visitado e discutido. Acredito que a cria\u00e7\u00e3o de programas de inclus\u00e3o no mercado de trabalho para pacientes oncol\u00f3gicos poderia ser uma das formas de melhorarmos o n\u00famero de pacientes que retornam \u00e0s suas atividades laborais ap\u00f3s o c\u00e2ncer\u201d, afirma a pesquisadora.<\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com estimativa do INCA, o Brasil deve registrar, em 2019, cerca de 59.700 novos casos de c\u00e2ncer de mama, tipo de neoplasia maligna mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do c\u00e2ncer de pele n\u00e3o melanoma. 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