{"id":167779,"date":"2024-01-24T06:52:37","date_gmt":"2024-01-24T09:52:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/?p=167779"},"modified":"2024-01-24T06:52:37","modified_gmt":"2024-01-24T09:52:37","slug":"brasil-teve-1-161-desastres-naturais-em-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/2024\/01\/24\/brasil-teve-1-161-desastres-naturais-em-2023\/","title":{"rendered":"BRASIL TEVE 1.161 DESASTRES NATURAIS EM 2023"},"content":{"rendered":"<div class=\"space-y-8\">\n<div class=\"space-y-8\">\n<div class=\"space-y-8 leading-5\">\n<div class=\"[&amp;&gt;p&gt;a]:text-blue-500 [&amp;&gt;p]:py-2\" style=\"box-sizing: border-box; border: 0px solid #e5e7eb; --tw-border-spacing-x: 0; --tw-border-spacing-y: 0; --tw-translate-x: 0; --tw-translate-y: 0; --tw-rotate: 0; --tw-skew-x: 0; --tw-skew-y: 0; --tw-scale-x: 1; --tw-scale-y: 1; --tw-scroll-snap-strictness: proximity; --tw-ring-offset-width: 0px; --tw-ring-offset-color: #fff; --tw-ring-color: rgba(59,130,246,.5); --tw-ring-offset-shadow: 0 0 #0000; --tw-ring-shadow: 0 0 #0000; --tw-shadow: 0 0 #0000; --tw-shadow-colored: 0 0 #0000;\">\n<h3><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-167780 alignleft\" src=\"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/A-22.jpg\" alt=\"\" width=\"584\" height=\"292\" \/>Os deslizamentos de terra em S\u00e3o Sebasti\u00e3o (SP), em fevereiro do ano passado, com 64 mortes, e no Vale do Taquari (RS), em setembro, que registrou 53 mortes e 5 pessoas, n\u00e3o foram ocorr\u00eancias isoladas.<\/h3>\n<h3>Desastres socioambientais como transbordamentos de rios e deslizamentos de terra fizeram com que o ano de 2023 tivesse o maior n\u00famero de ocorr\u00eancias desses g\u00eaneros, segundo apontou o \u00a0Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). O \u00f3rg\u00e3o somou 1.161 eventos como esses de origem hidrol\u00f3gica (716 registros) e geol\u00f3gica (445 casos).<\/h3>\n<h3>Segundo o Cemaden, as ocorr\u00eancias seguiram o padr\u00e3o de concentra\u00e7\u00e3o em capitais e regi\u00f5es metropolitanas. O levantamento mostrou que a maior parte est\u00e1 localizada na faixa leste do pa\u00eds.<\/h3>\n<h3>Al\u00e9m dos desastres, o Cemaden emitiu um total de 3.425 alertas para os munic\u00edpios monitorados ao longo do ano passado. Foram 1.813 registros hidrol\u00f3gicos e 1.612, geohidrol\u00f3gicos. O \u00f3rg\u00e3o aponta que foi o terceiro maior quantitativo de emiss\u00e3o de alertas de desastres desde a cria\u00e7\u00e3o do Centro em 2011.<\/h3>\n<h3>A institui\u00e7\u00e3o monitora 1.038 munic\u00edpios (18,6% das cidades do pa\u00eds e 55% da popula\u00e7\u00e3o nacional). O trabalho \u00e9 realizado 24 horas por dia. O Cemaden explicou que a maior parte dos alertas emitidos foi enviada para regi\u00f5es metropolitanas, ao Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul, Vale do Itaja\u00ed, em Santa Catarina. Petr\u00f3polis lidera o ranking de munic\u00edpios, tendo recebido 61 alertas, seguido de S\u00e3o Paulo com 56, e Manaus 49.<\/h3>\n<h3>O Cemaden explica que a temperatura m\u00e9dia global em 2023 ficou 1.45 \u00baC acima dos n\u00edveis pr\u00e9-industriais (1850-1900). \u201cAs temperaturas mais quentes contribuem globalmente para a intensifica\u00e7\u00e3o de chuvas e enxurradas, intensifica\u00e7\u00e3o de ciclones extratropicais com potencial destrutivo, mortes e preju\u00edzos econ\u00f4micos\u201d, ponderou o \u00f3rg\u00e3o.<\/h3>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os deslizamentos de terra em S\u00e3o Sebasti\u00e3o (SP), em fevereiro do ano passado, com 64 mortes, e no Vale do Taquari (RS), em setembro, que registrou 53 mortes e 5 pessoas, n\u00e3o foram ocorr\u00eancias isoladas. 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