{"id":31159,"date":"2015-05-15T13:52:26","date_gmt":"2015-05-15T16:52:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/?p=31159"},"modified":"2015-05-15T13:52:26","modified_gmt":"2015-05-15T16:52:26","slug":"conheca-as-10-fobias-mais-comuns-que-atingem-adultos-e-criancas-e-veja-como-trata-las","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/2015\/05\/15\/conheca-as-10-fobias-mais-comuns-que-atingem-adultos-e-criancas-e-veja-como-trata-las\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a as 10 fobias mais comuns que atingem adultos e crian\u00e7as e veja como trat\u00e1-las"},"content":{"rendered":"<h3><strong><a href=\"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/medo.jpg\" class=\"gallery_colorbox\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-31160\" src=\"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/medo.jpg\"  alt=\"medo\" width=\"581\" height=\"327\" srcset=\"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/medo.jpg 732w, https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/medo-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 581px) 100vw, 581px\" \/><\/a><\/strong>O medo \u00e9 natural e at\u00e9 saud\u00e1vel, mas h\u00e1 pessoas que desenvolvem um pavor irracional a situa\u00e7\u00f5es ou objetos que n\u00e3o oferecem perigo.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Chamadas de fobias, essas avers\u00f5es envolvem um transtorno de ansiedade, impedem que a pessoa tenha\u00a0uma vida normal e levam\u00a0\u00e0 necessidade de tratamento.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Os sintomas variam em cada paciente\u00a0mas, normalmente, envolvem taquicardia, suor em excesso, boca seca e tremores.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>Os tipos mais comuns<\/strong><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Orlando Vicko, psic\u00f3logo especializado em tratamento de ansiedade e S\u00edndrome do P\u00e2nico pela Universidade de Miami, lista as 10 fobias mais frequentes:<\/h3>\n<ol style=\"text-align: justify;\">\n<li>\n<h3><strong>Acrofobia: <\/strong>medo de lugares altos. A pessoa pode ter acessos de p\u00e2nico ao visualizar o solo e se desesperar para buscar uma sa\u00edda do ambiente que gera desconforto.<\/h3>\n<\/li>\n<li>\n<h3><strong>Aerofobia:<\/strong> medo de voar ou de se expor a correntes de ar intensas. Essa fobia impede que a pessoa viaje de avi\u00e3o e, em casos mais graves, impossibilita a pr\u00e1tica de esportes ao ar livre.<\/h3>\n<\/li>\n<li>\n<h3><strong>Agorafobia:<\/strong> medo de locais cheios e multid\u00f5es. Consiste, basicamente, em ansiedade antecipat\u00f3ria, pois o agoraf\u00f3bico teme a multid\u00e3o pela ideia de que n\u00e3o poder\u00e1 sair do meio dela, caso se sinta mal.<\/h3>\n<\/li>\n<li>\n<h3><strong>Aracnofobia:<\/strong> medo de aracn\u00eddeos. O pavor pode impedir que a pessoa permane\u00e7a em locais onde acredita que existam aranhas ou, ainda, que se desespere diante de qualquer contato inesperado do animal com a pele.<\/h3>\n<\/li>\n<li>\n<h3><strong>Catsaridafobia:<\/strong> medo de baratas. Assim como a aracnofobia, este dist\u00farbio pode impedir que a pessoa frequente certos lugares e pode desencadear tamb\u00e9m uma obsess\u00e3o por limpeza.<\/h3>\n<\/li>\n<li>\n<h3><strong>Claustrofobia: <\/strong>medo de lugares fechados, como elevadores, salas sem ventila\u00e7\u00e3o, trens e avi\u00f5es. A sensa\u00e7\u00e3o de falta de ar e taquicardia s\u00e3o os principais sintomas. A claustrofobia pode estar diretamente associada a um quadro de agorafobia.<\/h3>\n<\/li>\n<li>\n<h3><strong>Glossofobia:<\/strong> medo de falar em p\u00fablico. N\u00e3o deve ser confundida com quadros normais de ansiedade diante de uma plateia. Quem sofre de glossofobia apresenta taquicardia, suor em excesso, desmaios e at\u00e9 diarreia ao ser obrigado a falar em p\u00fablico.<\/h3>\n<\/li>\n<li>\n<h3><strong>Hematofobia:<\/strong> medo de sangue. Os sintomas envolvem tremores, fraqueza, falta de ar, dor de cabe\u00e7a e transpira\u00e7\u00e3o excessiva ao ver sangue. Muitas pessoas desenvolvem ainda o medo a todo tipo de objeto cortante e pontiagudo, como facas e agulhas, pois est\u00e3o associados com sangramento.<\/h3>\n<\/li>\n<li>\n<h3><strong>Hidrofobia: <\/strong>medo de \u00e1gua. A pessoa se desespera ao menor contato com qualquer tipo de l\u00edquidos, seja ao entrar no mar ou em uma piscina ou simplesmente ser atingida por um jato de \u00e1gua.<\/h3>\n<\/li>\n<li>\n<h3><strong>Nictofobia: <\/strong>medo da noite ou de locais escuro. Por temer o que n\u00e3o pode ver, a pessoa que sofre de avers\u00e3o ao escuro se apavora ao menor ru\u00eddo ou sombra. Ocorre geralmente logo na inf\u00e2ncia, mas pode continuar na idade adulta, se n\u00e3o for tratada.<\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p><!--more--><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>A origem das fobias<\/strong><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">\u201c\u00c9 imposs\u00edvel determinar de forma gen\u00e9rica qual \u00e9 a origem de uma fobia, pois cada caso apresenta suas peculiaridades\u201d, explica Orlando.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">De acordo com o especialista, pode-se apenas apontar que todo medo extremo est\u00e1 diretamente relacionado a um epis\u00f3dio traum\u00e1tico na vida do paciente.\u00a0Isso significa que um afogamento na inf\u00e2ncia \u2013 ou mesmo na fase adulta \u2013 pode\u00a0desencadear um quadro de hidrofobia anos mais tarde, por exemplo.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">A experi\u00eancia impactante pode ser vivida pelo paciente ou apenas presenciada por ele. \u201cJ\u00e1 acompanhei pessoas que desenvolveram uma fobia a sangue ap\u00f3s testemunharem um grave acidente\u201d, conta o especialista.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Para evitar traumas profundos, os pais devem tomar alguns cuidados diante de situa\u00e7\u00f5es intensas.\u00a0\u201cAo notar a inseguran\u00e7a da crian\u00e7a diante de uma situa\u00e7\u00e3o nova, como um voo de avi\u00e3o, os adultos devem conversar com calma e tranquilidade, mostrando \u00e0 crian\u00e7a que o medo \u00e9 natural, mas que pode ser superado\u201d, sugere Orlando.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Segundo o psic\u00f3logo, a postura dos pais influencia muito a rea\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a em uma situa\u00e7\u00e3o nova.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Marlene Muniz, 42 anos, \u00e9 m\u00e3e de Vit\u00f3ria, 9 anos, que sofre de um caso grave de aracnofobia. Ap\u00f3s muitas sess\u00f5es de terapia, a origem do problema foi identificada.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">\u201cDurante o tratamento descobrimos que aquele medo irracional come\u00e7ou na inf\u00e2ncia. Quando ela tinha 4 anos, viajamos para um s\u00edtio da fam\u00edlia e logo na primeira noite ela encontrou uma aranha grande na cama. Ela pegou com uma folha de jornal e veio me mostrar. Eu me apavorei e comecei a gritar, mandando que soltasse a aranha porque ela poderia ser muito perigosa. Ap\u00f3s esse dia, ela passou a ter um medo insuper\u00e1vel do animal\u201d, relata Marlene.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">O que parecia ser um pavor comum come\u00e7ou a ganhar propor\u00e7\u00f5es incontrol\u00e1veis. A menina fazia xixi na cal\u00e7a ao ver fotos ou cenas de uma aranha na televis\u00e3o e desmaiava se encontrasse um animal \u201cao vivo\u201d, por menor que ele fosse.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">\u201cEla faz terapia h\u00e1 2 anos e j\u00e1 apresentou muito avan\u00e7o. Conseguimos controlar os desmaios e o xixi involunt\u00e1rio. A terapia foi essencial, mas tamb\u00e9m abrimos o di\u00e1logo em casa, falando abertamente sobre o problema\u201d, revelou Marlene.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>Tratamentos poss\u00edveis<\/strong><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">O primeiro passo \u00e9 conscientizar os familiares e amigos de que esta avers\u00e3o n\u00e3o \u00e9 frescura e precisa, sim, de tratamento, pois pode levar a quadros incapacitantes, interferindo diretamente na vida das v\u00edtimas.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">\u201cH\u00e1 pessoas que se tornam escravas do medo de situa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o oferecem nenhum perigo real\u201d, argumenta o psic\u00f3logo.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">A terapia cognitivo-comportamental \u00e9, na grande maioria dos casos, o tratamento mais indicado para fobias.\u00a0\u201cCom a ajuda de um psic\u00f3logo, a pessoa vai sendo lentamente exposta aos objetos que geram o medo. O profissional vai ajudando o paciente a remanejar seus pensamentos nessas situa\u00e7\u00f5es e, assim, superar a fobia\u201d, explica ele. O especialista ressalta que os est\u00edmulos s\u00e3o graduais, para n\u00e3o causar agonia.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Para ele, \u00e9 importante ter em mente que buscar a raiz do problema n\u00e3o deve ser o foco do tratamento. \u201cComo toda fobia gera algum tipo de sofrimento ao paciente, o intuito do tratamento deve ser superar o medo\u201d, aponta.<\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O medo \u00e9 natural e at\u00e9 saud\u00e1vel, mas h\u00e1 pessoas que desenvolvem um pavor irracional a situa\u00e7\u00f5es ou objetos que n\u00e3o oferecem perigo. Chamadas de fobias, essas avers\u00f5es envolvem um transtorno de ansiedade, impedem que a pessoa tenha\u00a0uma vida normal e levam\u00a0\u00e0 necessidade de tratamento. 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