{"id":49176,"date":"2016-01-15T19:58:47","date_gmt":"2016-01-15T22:58:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/?p=49176"},"modified":"2016-01-15T19:59:55","modified_gmt":"2016-01-15T22:59:55","slug":"49176","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/2016\/01\/15\/49176\/","title":{"rendered":"SIAMESA SEPARADA TEM PIORA NO ESTADO DE SA\u00daDE"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-49177\" src=\"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/SIAMESAS.jpg\" alt=\"SIAMESAS\" width=\"585\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/SIAMESAS.jpg 620w, https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/SIAMESAS-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 585px) 100vw, 585px\" \/>Beb\u00ea Fernanda Neves j\u00e1 havia apresentado instabilidade e recebido dreno. A irm\u00e3 dela, J\u00falia, continua com quadro considerado grave, em Goi\u00e2nia.<\/strong><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">A siamesa separada Fernanda Neves, de 5 meses, teve uma piora no estado de sa\u00fade. Segundo o boletim m\u00e9dico divulgado pelo Hospital Materno Infantil (HMI), em Goi\u00e2nia, na manh\u00e3 desta sexta-feira (15), o quadro \u00e9 considerado grav\u00edssimo.<\/h3>\n<h3><a href=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/s6XaIeXpqLX-HfsFgf3ixwKBufI=\/620x465\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2015\/12\/28\/siamesas.jpg\" class=\"gallery_colorbox\" rel=\"lightbox[85879]\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/s6XaIeXpqLX-HfsFgf3ixwKBufI=\/620x465\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2015\/12\/28\/siamesas.jpg\"  alt=\"\" width=\"355\" height=\"266\" \/><\/a>J\u00e1 a g\u00eamea dela, J\u00falia, segue em estado grave. Ambas seguem internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pedi\u00e1trica e respiram com a ajuda de aparelhos.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Fernanda j\u00e1 havia apresentado um momento de instabilidade na quinta-feira (14) por causa de um pneumot\u00f3rax, que \u00e9 excesso de ar no diafragma. Segundo o cirurgi\u00e3o pedi\u00e1trico Zacharias Calil, o problema provoca uma maior dificuldade na respira\u00e7\u00e3o. Por isso, foi implantado um dreno de emerg\u00eancia. Conforme o m\u00e9dico, na ocasi\u00e3o, a situa\u00e7\u00e3o foi percebida e normalizada imediatamente. \u201cLogo que percebemos j\u00e1 foi colocado o dreno de emerg\u00eancia, que tira o ar para fora do diafragma, e ela voltou a ficar est\u00e1vel. Esse dispositivo deve ser removido em dois ou tr\u00eas dias s\u00f3 com uma anestesia local\u201d, esclareceu o m\u00e9dico. No entanto, a menina voltou a piorar.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">A cirurgia de separa\u00e7\u00e3o das siamesas foi realizada na \u00faltima quarta-feira (13). As irm\u00e3s, que eram unidas pelo t\u00f3rax e abd\u00f4men, compartilhavam o f\u00edgado e uma membrana do cora\u00e7\u00e3o. Calil ressaltou que durante as primeiras 48 horas ap\u00f3s a opera\u00e7\u00e3o as pacientes s\u00e3o monitoradas o tempo todo, mas esse tipo de rea\u00e7\u00e3o, como o pneumot\u00f3rax, j\u00e1 era esperado. \u201c\u00c9 um per\u00edodo crucial porque, depois que os siameses se separam, existe uma verdadeira cat\u00e1strofe no organismo. At\u00e9 ent\u00e3o, n\u00e3o se sabe como o organismo vai reagir. Em fra\u00e7\u00e3o de minutos muda completamente a condi\u00e7\u00e3o deles\u201d, alertou. O cirurgi\u00e3o explicou ainda que, na maioria dos casos, os beb\u00eas maiores s\u00e3o os que mais sofrem com a separa\u00e7\u00e3o porque eram os mais dependentes, como \u00e9 o caso da Fernanda. \u201cEla \u00e9 a maior, ent\u00e3o comia menos, mas recebia mais nutrientes. A J\u00falia, que \u00e9 a menor, se alimentava em maior quantidade, mas recebia menos nutrientes\u201d, afirmou.<\/h3>\n<h3><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Separa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">As siamesas separadas nasceram em Itamaraju, no interior da Bahia. Por conta da condi\u00e7\u00e3o delas, os pais, Valdenir Neves e Lindalva Nascimento de Jesus, decidiram seguir para a capital goiana, em agosto do ano passado, para obter a cirurgia de separa\u00e7\u00e3o. Desde ent\u00e3o, elas aguardavam na Casa do Interior e, na \u00faltima segunda-feira (11), as meninas foram internadas no HMI para iniciar o preparo. Apesar da dificuldade de nutri\u00e7\u00e3o de uma das irm\u00e3s, Calil afirmou que o caso delas \u00e9 menos complicado do que os g\u00eameos Arthur e Heitor, que passaram pela cirurgia de separa\u00e7\u00e3o em fevereiro do ano passado. Eles eram unidos pelo t\u00f3rax, abd\u00f4men e bacia e compartilhavam o f\u00edgado e a genit\u00e1lia. Arthur n\u00e3o resistiu e morreu tr\u00eas dias ap\u00f3s a opera\u00e7\u00e3o. Conforme o m\u00e9dico, o caso de J\u00falia e Fernanda \u00e9 mais similar \u00e0 situa\u00e7\u00e3o enfrentada pelas irm\u00e3s Maria Clara e Maria Eduarda, que foram operadas em setembro de 2015. Elas tamb\u00e9m eram unidas pelo abd\u00f4men e compartilhavam f\u00edgado e uma membrana do cora\u00e7\u00e3o.<\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Beb\u00ea Fernanda Neves j\u00e1 havia apresentado instabilidade e recebido dreno. A irm\u00e3 dela, J\u00falia, continua com quadro considerado grave, em Goi\u00e2nia. 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