{"id":52596,"date":"2016-02-22T10:38:38","date_gmt":"2016-02-22T13:38:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/?p=52596"},"modified":"2016-02-22T10:38:38","modified_gmt":"2016-02-22T13:38:38","slug":"mulher-indenizara-ex-companheiro-por-falsa-paternidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/2016\/02\/22\/mulher-indenizara-ex-companheiro-por-falsa-paternidade\/","title":{"rendered":"Mulher indenizar\u00e1 ex-companheiro por falsa paternidade"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"  wp-image-52597 alignleft\" src=\"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/martelo.jpg\" alt=\"martelo\" width=\"584\" height=\"430\" srcset=\"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/martelo.jpg 380w, https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/martelo-300x221.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 584px) 100vw, 584px\" \/>Uma jovem foi condenada a pagar R$ 20 mil de indeniza\u00e7\u00e3o ao ex-companheiro por danos morais. Depois de reconhecer a paternidade de um filho da ent\u00e3o companheira e pagar pens\u00e3o aliment\u00edcia por muitos anos, ele descobriu que n\u00e3o era o pai da crian\u00e7a. A decis\u00e3o \u00e9 da 7.\u00aa C\u00e2mara de Direito Privado do Tribunal de Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo. O autor da a\u00e7\u00e3o alegava que foi ridicularizado pela situa\u00e7\u00e3o vivenciada e que pagou pens\u00e3o de maneira indevida, o que prejudicou a vida material de seu verdadeiro filho.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Para o relator do recurso, desembargador Lu\u00eds M\u00e1rio Galbetti, o argumento da m\u00e3e \u2013 de que acreditava que o ex-companheiro fosse o genitor de seu filho \u2013 n\u00e3o se sustenta, pois ela sabia das rela\u00e7\u00f5es afetivas que mantinha \u00e0 \u00e9poca e, portanto, da possibilidade de que a crian\u00e7a pudesse ser fruto de outro relacionamento.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">&#8220;(A r\u00e9) Teria, por dever de boa-f\u00e9, noticiar a exist\u00eancia da d\u00favida ao autor (ex-companheiro). O reconhecimento da paternidade \u00e9 quest\u00e3o de grande relev\u00e2ncia e n\u00e3o pode ser tratado de maneira leviana. Os danos morais s\u00e3o presum\u00edveis e decorrem da situa\u00e7\u00e3o vivenciada pelo autor.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Ainda que n\u00e3o houvesse forte v\u00ednculo com o menor, percebe-se a sensa\u00e7\u00e3o de responsabilidade do autor que ajuizou a\u00e7\u00e3o de oferta de alimentos e que, ao menos materialmente, contribuiu com a manuten\u00e7\u00e3o daquele que pensava ser seu filho&#8221;, afirmou o desembargador.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o por danos materiais, a turma julgadora negou o pedido. &#8220;Os alimentos s\u00e3o, em regra, irrepet\u00edveis, presumindo-se que s\u00e3o utilizados na sobreviv\u00eancia do alimentado.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Ademais, foram pagos em benef\u00edcio do alimentado.&#8221; Os magistrados Mary Gr\u00fcn e Luiz Antonio Silva Costa tamb\u00e9m integraram a turma julgadora e acompanharam o voto do relator.<\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma jovem foi condenada a pagar R$ 20 mil de indeniza\u00e7\u00e3o ao ex-companheiro por danos morais. 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