{"id":52655,"date":"2016-02-23T09:03:27","date_gmt":"2016-02-23T12:03:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/?p=52655"},"modified":"2016-02-23T09:03:27","modified_gmt":"2016-02-23T12:03:27","slug":"trt-condena-empresa-por-controlar-ida-de-funcionarios-ao-banheiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/2016\/02\/23\/trt-condena-empresa-por-controlar-ida-de-funcionarios-ao-banheiro\/","title":{"rendered":"TRT condena empresa por controlar ida de funcion\u00e1rios ao banheiro"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-52656\" src=\"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/1439915929040227.jpg\" alt=\"1439915929040227\" width=\"583\" height=\"233\" srcset=\"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/1439915929040227.jpg 1200w, https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/1439915929040227-300x120.jpg 300w, https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/1439915929040227-1024x410.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 583px) 100vw, 583px\" \/><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">O Tribunal Regional do Trabalho da 10\u00aa Regi\u00e3o, em Bras\u00edlia, condenou uma empresa de call center a pagar R$ 15 mil a uma funcion\u00e1ria por controlar o tempo e a quantidade de vezes que ela ia ao banheiro durante o expediente. De acordo com a a\u00e7\u00e3o, o prazo para que ela retornasse ao trabalho era de cinco minutos. Cabe recurso \u00e0 decis\u00e3o.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">O controle era feito por um sistema de inform\u00e1tica, que enviava uma mensagem para o supervisor e registrava o nome da pessoa que havia acionado a pausa para usar o banheiro. Nesse momento, iniciava a contagem do tempo. Caso o funcion\u00e1rio ultrapassasse cinco minutos no local, o computador emitia um sinal de alerta e enviava automaticamente uma advert\u00eancia ao empregado.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Ainda segundo a a\u00e7\u00e3o, ao receber essa informa\u00e7\u00e3o, o supervisor ia atr\u00e1s do trabalhador no banheiro para exigir seu retorno ao trabalho, para em seguida, dar advert\u00eancias verbal e formal, suspens\u00e3o e, em alguns casos, at\u00e9 mesmo demiss\u00e3o por justa causa. Em defesa, a empresa alegou que o controle ocorria por motivos opera\u00e7\u00f5es e \u201cde forma razo\u00e1vel, h\u00e1 que [ela] empreende atividade cont\u00ednua de atendimento telef\u00f4nico\u201d.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">A funcion\u00e1ria, que trabalha em uma unidade de Palmas (TO), contou ainda que uma das metas impostas aos grupos de trabalho era a de n\u00e3o ultrapassar a pausa de banheiro de cinco minutos, para que todos pudessem ser premiados com folgas aos s\u00e1bados. Caso uma pessoa do grupo fosse penalizada, todos demais trabalhadores perdiam o benef\u00edcio, o que fazia com que um empregado pressionasse o outro no cumprimento do tempo de pausa.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">O relator do caso, o desembargador Jos\u00e9 Leone Cordeiro Leite, identificou como inadequada a conduta da empresa em supervisionar o tempo e as idas ao banheiro dos empregados. No entendimento dele, ficou evidente o tratamento indigno e desrespeitoso, que ultrapassou os limites do poder diretivo do empregador e acarretou ofensa \u00e0 honra, \u00e0 intimidade e \u00e0 dignidade do trabalhador.<\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 10\u00aa Regi\u00e3o, em Bras\u00edlia, condenou uma empresa de call center a pagar R$ 15 mil a uma funcion\u00e1ria por controlar o tempo e a quantidade de vezes que ela ia ao banheiro durante o expediente. 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