{"id":5658,"date":"2014-03-12T16:44:15","date_gmt":"2014-03-12T19:44:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/?p=5658"},"modified":"2014-03-12T16:44:15","modified_gmt":"2014-03-12T19:44:15","slug":"12-dicas-praticas-para-lidar-com-a-birra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/2014\/03\/12\/12-dicas-praticas-para-lidar-com-a-birra\/","title":{"rendered":"12 dicas pr\u00e1ticas para lidar com a birra"},"content":{"rendered":"<div>\n<h2 id=\"noticia-olho\">O que fazer quando seu filho abre aquele berreiro no supermercado \u2013 e como evitar que isso aconte\u00e7a<\/h2>\n<div id=\"barra-superior\">\n<p><strong itemprop=\"name\">Renata Losso, especial para o iG S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"noticia\" itemprop=\"articleBody\">\n<p>O esc\u00e2ndalo que algumas crian\u00e7as fazem diante de uma frustra\u00e7\u00e3o pode acabar com o dia de qualquer um. Perdidos e nervosos com o barulho e a aten\u00e7\u00e3o que a crian\u00e7a atrai, muitas vezes em p\u00fablico, os pais n\u00e3o sabem o que fazer.\u00a0<a href=\"http:\/\/delas.ig.com.br\/filhos\/educacao\/educar+sem+bater+e+possivel\/n1237751532502.html\">A solu\u00e7\u00e3o n\u00e3o envolve gritos, pux\u00f5es de orelha ou palmadas<\/a>\u00a0, mas sim firmeza e autoridade, desenvolvidas a m\u00e9dio prazo.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" style=\"line-height: 1.5em;\" alt=\"\" src=\"http:\/\/i0.statig.com.br\/bancodeimagens\/dg\/tl\/na\/dgtlna7zkv4ty836vh0nn9gby.jpg\" width=\"470\" height=\"293\" \/><\/p>\n<figure><figcaption><cite>Getty Images<\/cite><\/p>\n<div>Os pais devem contornar a situa\u00e7\u00e3o com firmeza, sem apelar para gritos ou palmadas<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo a psic\u00f3loga Dora Lorch, autora do livro \u201cSuperdicas para Educar bem seu Filho\u201d (Editora Saraiva), enquanto as crian\u00e7as n\u00e3o sabem lidar com o \u201cn\u00e3o\u201d, s\u00f3 os pais podem tomar uma atitude capaz de melhorar a situa\u00e7\u00e3o. Foi o caso da especialista em m\u00eddias sociais\u00a0<a href=\"http:\/\/www.samshiraishi.com\/\" target=\"_blank\">Samantha Shiraishi<\/a>\u00a0, m\u00e3e de dois meninos e autora do blog \u201cA Vida Como a Vida Quer\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure><img alt=\"\" src=\"http:\/\/i0.statig.com.br\/bancodeimagens\/aw\/ju\/45\/awju45j2deuquxn17u7znwpui.jpg\" \/><figcaption><cite>Arquivo pessoal<\/cite><\/p>\n<div>Samantha e os filhos: autocontrole foi determinante na educa\u00e7\u00e3o de Giorgio<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<p>Quando era pequeno, Giorgio, hoje com nove anos, queria comer um pacote inteiro de balas de uma s\u00f3 vez. Ao proibi-lo, o menino deu um esc\u00e2ndalo no meio do metr\u00f4. Na hora, sem perder o controle, Samantha determinou que ele n\u00e3o poderia mais comer aquela bala enquanto n\u00e3o aprendesse a se comportar em p\u00fablico. \u201cAt\u00e9 hoje, quando algu\u00e9m oferece a bala, ele lembra que \u00e9 a \u2018bala proibida\u2019\u201d, diz a m\u00e3e.<\/p>\n<p><strong>Fa\u00e7a o teste:<\/strong>\u00a0<a href=\"http:\/\/delas.ig.com.br\/filhos\/educacao\/teste-que-tipo-de-mae-voce-e-na-educacao-dos-seus-filhos\/n1597220165731.html\">que tipo de m\u00e3e voc\u00ea \u00e9?<\/a>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo especialistas e m\u00e3es, t\u00e1ticas como esta podem ser muito efetivas para lidar com as birras infantis. Leia outras dicas pr\u00e1ticas para ajudar seu filho a aprender a se comportar.<\/p>\n<p><strong>1. N\u00e3o perca o controle: seja firme, mas tamb\u00e9m acolhedor<\/strong><br \/>\nAssim que a crian\u00e7a come\u00e7a a fazer uma cena dram\u00e1tica no shopping ou no parque, \u00e9 melhor segurar as r\u00e9deas da situa\u00e7\u00e3o do que entrar na mesma dan\u00e7a. Pode ser que voc\u00ea esteja ficando muito irritado, mas segundo o psic\u00f3logo e terapeuta familiar Jo\u00e3o David Cavallazzi Mendon\u00e7a, pais que perdem o controle podem assustar ainda mais a crian\u00e7a e tornar a birra ainda pior.<\/p>\n<p>Mas os pais tampouco devem amolecer. Segundo a psicopedagoga Qu\u00e9zia Bombonatto, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), os adultos devem manter firmeza no tom de voz e falar com a crian\u00e7a na altura delas, explicando que atitudes como esta n\u00e3o ir\u00e3o mudar nada. Ao perceber que a crian\u00e7a est\u00e1 prestando aten\u00e7\u00e3o, Jo\u00e3o David ainda indica demonstrar acolhimento: segur\u00e1-la no colo e explicar o porqu\u00ea da negativa poder\u00e1 ajudar bastante.<\/p>\n<p><strong>2. N\u00e3o ceda aos apelos da crian\u00e7a e mantenha a palavra<\/strong><br \/>\nPor culpa ou falta de paci\u00eancia, \u00e0s vezes\u00a0<a href=\"http:\/\/delas.ig.com.br\/filhos\/educacao\/9+passos+para+impor+limites\/n1237982354564.html\">os pais acabam cedendo aos pedidos dos filhos<\/a>\u00a0e deixam a birra passar como se n\u00e3o fosse nada demais. Esse \u00e9 um erro fatal: segundo Dora Lorch, a crian\u00e7a pode ficar cada vez mais autorit\u00e1ria, pois percebe uma maneira de sempre conseguir o que quer. Segundo a psic\u00f3loga e psicoterapeuta familiar Ana Gabriela Andriani, as crian\u00e7as precisam entender que nem sempre ter\u00e3o o que desejam e quando desejam, e que sua insist\u00eancia n\u00e3o \u00e9 uma cartada aceita nesta hora.<\/p>\n<p><strong>3. D\u00ea exemplos: sair batendo porta dentro de casa n\u00e3o \u00e9 um deles<\/strong><br \/>\nQue os pais devem ser\u00a0<a href=\"http:\/\/delas.ig.com.br\/filhos\/como-ensinar-seu-filho-a-ser-uma-criancacidada\/n1237609144699.html\">bons modelos para seus filhos<\/a>\u00a0e esta premissa vale tamb\u00e9m para momentos de raiva em que o adulto resolve fazer a pr\u00f3pria \u201cbirra\u201d \u2013 batendo uma porta em casa ap\u00f3s um momento de estresse, por exemplo. \u201c\u00c0s vezes a crian\u00e7a est\u00e1 apenas repetindo o comportamento da m\u00e3e\u201d, diz Dora Lorch.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure><strong><\/strong><strong><img alt=\"\" src=\"http:\/\/i0.statig.com.br\/bancodeimagens\/bj\/y9\/w4\/bjy9w4hfz3ofgbgapem2nl6vl.jpg\" \/><\/strong><figcaption><cite>Getty Images<\/cite><\/p>\n<div>Quanto mais aten\u00e7\u00e3o os pais derem \u00e0 birra do filho, pior ser\u00e1 o comportamento dele<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>4. N\u00e3o d\u00ea aten\u00e7\u00e3o \u00e0 birra<\/strong><br \/>\nAos dois anos, Rafaela, filha da soci\u00f3loga Ariane Torezan, foi com a m\u00e3e ao supermercado. Quando Ariane proibiu a filha de levar para casa uma guloseima, Rafaela se deitou no ch\u00e3o, come\u00e7ou a chorar e a gritar. \u201cN\u00e3o tive d\u00favidas: virei as costas e continuei andando. Ela n\u00e3o teve outra alternativa se n\u00e3o parar de chorar e vir atr\u00e1s\u201d, relembra Ariane.&nbsp;<\/p>\n<p>Para o psiquiatra e educador I\u00e7ami Tiba, autor de \u201cDisciplina: Limite na Medida Certa\u201d (Integrare Editora), as crian\u00e7as precisam passar pelo estresse de perder a seguran\u00e7a na hora da birra. \u201cSe ela se sente insegura, muda. A crian\u00e7a fica preocupada se os pais a deixam\u201d. Rafaela, hoje com nove anos, nunca mais teve qualquer comportamento parecido.<\/p>\n<p><strong>5. D\u00ea castigos proporcionais (e n\u00e3o se sinta culpado depois)<\/strong><br \/>\nAs crian\u00e7as devem entender que seus atos t\u00eam consequ\u00eancias.\u00a0<a href=\"http:\/\/delas.ig.com.br\/filhos\/educacao\/castigar+os+filhos+e+mesmo+coisa+do+passado\/n1596995462397.html\">Para n\u00e3o se arrepender no meio de um castigo<\/a>\u00a0, os pais devem calcular adequadamente o tempo de puni\u00e7\u00e3o. \u201cPara uma crian\u00e7a de dois anos, um castigo de dez minutos j\u00e1 \u00e9 o bastante\u201d, recomenda Qu\u00e9zia Bombonatto. Na orienta\u00e7\u00e3o da Supernanny Cris Poli, um minuto por ano de idade \u00e9 uma boa medida. Mas tudo depende da gravidade da birra e de como aquela fam\u00edlia funciona.<\/p>\n<p><strong>6. N\u00e3o me\u00e7a for\u00e7as com a crian\u00e7a e seja flex\u00edvel de vez em quando<\/strong><br \/>\nOs pais devem ser firmes e mostrar quem coloca as regras no dia a dia. Mas isso n\u00e3o significa incorrer no autoritarismo. \u201cO \u2018n\u00e3o pode\u2019 deve ser usado para o que realmente \u00e9 importante\u201d, diz Qu\u00e9zia Bombonatto.<\/p>\n<p>Se a crian\u00e7a come\u00e7a a desarrumar a sala logo ap\u00f3s uma arruma\u00e7\u00e3o, os pais n\u00e3o precisam proibi-la, mas podem deixar claro que ela ter\u00e1 que arrumar tudo depois. Algumas coisas podem e devem ser negociadas com a crian\u00e7a. Afinal, ser\u00e1 que 10 minutinhos a mais no parquinho \u00e9 um grande transtorno? \u201cEssa flexibilidade tamb\u00e9m pode ser ben\u00e9fica\u201d, concorda Jo\u00e3o David.<\/p>\n<p><strong>7. Explique o que ela est\u00e1 sentindo e veja o que est\u00e1 acontecendo<\/strong><br \/>\nDar nome ao que a crian\u00e7a est\u00e1 passando pode ajud\u00e1-la a se controlar. \u201cEla ainda est\u00e1 em processo de aprendizado e precisa aprender a identificar o que est\u00e1 sentindo\u201d, explica Jo\u00e3o David. Assegur\u00e1-la de que ela est\u00e1 sendo, de alguma forma, compreendida, \u00e9 importante.&nbsp;<\/p>\n<p>Por isso, o adulto deve sentar com ela e explicar que sabe como ela se sente, mas agora n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ter o que ela quer, pela raz\u00e3o que for. Descobrir as raz\u00f5es infantis tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio. \u00c0s vezes, a crian\u00e7a pode muda de comportamento por uma raz\u00e3o n\u00e3o aparente, como o nascimento de um irm\u00e3o mais novo ou a volta da m\u00e3e ao trabalho. \u201cAo ser questionada, a crian\u00e7a vai explicar com menos ou mais recursos, dependendo da idade, e tudo vai ficando mais f\u00e1cil\u201d, diz Dora Lorch.<\/p>\n<p><strong>8. Distraia a crian\u00e7a<\/strong><br \/>\nSegundo Qu\u00e9zia Bombonatto, em certas situa\u00e7\u00f5es chamar a aten\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a para outra coisa pode ser a melhor sa\u00edda para a birra. Especialmente quando o comportamento desanda em locais p\u00fablicos. Faz\u00ea-la rir ou distra\u00ed-la com outro atrativo costuma ser efetivo e a crian\u00e7a pode esquecer a raz\u00e3o do esc\u00e2ndalo que estava fazendo minutos atr\u00e1s.<\/p>\n<p><strong>9. Compare a atitude dela com a das pessoas ao redor<\/strong><br \/>\nAna Gabriela Andriani tamb\u00e9m sugere comparar a crian\u00e7a com as outras pessoas no local e mostrar que ningu\u00e9m mais est\u00e1 chorando, s\u00f3 ela. \u201cA crian\u00e7a s\u00f3 consegue enxergar a si mesma. Ajud\u00e1-la a se comparar aos outros \u00e9 uma maneira de faz\u00ea-la se sintonizar com o mundo\u201d, diz.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure><strong><\/strong><strong><img alt=\"\" src=\"http:\/\/i0.statig.com.br\/bancodeimagens\/cb\/i7\/m8\/cbi7m8xb37or6q6aj0q8aajkf.jpg\" \/><\/strong><figcaption><cite>Getty Images<\/cite><\/p>\n<div>Filhos podem imitar as atitudes dos pais: evite a &#8220;birra de adulto&#8221;<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>10. N\u00e3o insista em conversar na hora da raiva<\/strong><br \/>\nAssim como muitos adultos, a crian\u00e7a n\u00e3o ir\u00e1 ouvir o que os pais est\u00e3o dizendo no calor de um ataque de birra. \u201cNesta hora ela est\u00e1 focada na frustra\u00e7\u00e3o, n\u00e3o est\u00e1 ouvindo\u201d, diz Ceres de Ara\u00fajo. Por isso,\u00a0<a href=\"http:\/\/delas.ig.com.br\/filhos\/educacao\/davamos-aquele-gelo-e-funcionava-diz-mae-que-nunca-deu-palmada\/n1597372751448.html\">o melhor pode ser ignorar a atitude dela<\/a>\u00a0e conversar mais tarde, quando ela estiver mais calma, sobre o ocorrido. Neste per\u00edodo, os pais podem aproveitar para pensar na atitude que ir\u00e3o tomar.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>11. Valorize e qualifique a crian\u00e7a sempre que poss\u00edvel<\/strong><br \/>\nRefor\u00e7ar positivamente o bom comportamento infantil depois de um ataque de birra ajuda a prevenir novos epis\u00f3dios. Se um dia a crian\u00e7a fez uma birra hom\u00e9rica no parque, ao voltar ao mesmo lugar o pai pode lembrar que confia nela para a hist\u00f3ria vivida no passado n\u00e3o voltar a acontecer. \u201cEsta \u00e9 uma maneira de qualificar o filho, mostrar que voc\u00ea acredita que ele pode ser diferente\u201d, diz Jo\u00e3o David.<\/p>\n<p><strong>12. Tome medidas preventivas<\/strong><br \/>\nSentir fome e sono sem poder suprir as necessidades s\u00e3o sensa\u00e7\u00f5es capazes de deixar qualquer um irritado. Para as crian\u00e7as, estas sensa\u00e7\u00f5es podem facilmente se transformar em birra. Por isso, manter uma rotina de sono e alimenta\u00e7\u00e3o ajuda a evitar a irrita\u00e7\u00e3o. \u201cOs pais devem identificar o que pode ser evitado. Se sabem que a crian\u00e7a costuma dormir \u00e0s nove horas da noite, n\u00e3o \u00e9 ideal sair para jantar neste hor\u00e1rio\u201d, exemplifica Jo\u00e3o David.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que fazer quando seu filho abre aquele berreiro no supermercado \u2013 e como evitar que isso aconte\u00e7a Renata Losso, especial para o iG S\u00e3o Paulo O esc\u00e2ndalo que algumas crian\u00e7as fazem diante de uma frustra\u00e7\u00e3o pode acabar com o dia de qualquer um. 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