{"id":90384,"date":"2017-11-09T14:21:02","date_gmt":"2017-11-09T17:21:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/?p=90384"},"modified":"2017-11-09T14:21:02","modified_gmt":"2017-11-09T17:21:02","slug":"de-mal-a-pior-64-das-rodovias-baianas-sao-de-regulares-a-pessimas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/2017\/11\/09\/de-mal-a-pior-64-das-rodovias-baianas-sao-de-regulares-a-pessimas\/","title":{"rendered":"De mal a pior: 64% das rodovias baianas s\u00e3o de regulares a p\u00e9ssimas"},"content":{"rendered":"<h3 class=\"noticias-single__description visible-lg\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"  wp-image-90385 alignleft\" src=\"http:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/956.jpg\" alt=\"9\" width=\"585\" height=\"364\" srcset=\"https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/956.jpg 940w, https:\/\/www.blogdotarugao.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/956-300x187.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 585px) 100vw, 585px\" \/>Avalia\u00e7\u00e3o considerou situa\u00e7\u00e3o de pavimento, sinaliza\u00e7\u00e3o e geometria das vias<\/h3>\n<div class=\"noticias-single__content\">\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Circular pelas rodovias que cortam a Bahia &#8211; sejam elas estaduais ou federais, sob concess\u00e3o ou n\u00e3o &#8211; tem sido tarefa complicada. A cada dez estradas que passam pelo estado, seis s\u00e3o consideradas regulares, ruins ou p\u00e9ssimas. De 57 rodovias baianas analisadas pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Transporte (CNT), 64,8% est\u00e3o nessa situa\u00e7\u00e3o e, quanto ao estado geral, nenhuma \u00e9 tida como \u00f3tima.<\/h3>\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">\u00c9 aqui, tamb\u00e9m, que est\u00e1\u00a0<a href=\"http:\/\/www.correio24horas.com.br\/noticia\/nid\/estrada-entre-tocantins-e-bahia-e-a-pior-do-brasil\/\">a pior liga\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria do pa\u00eds<\/a>\u00a0&#8211; trecho que liga a cidade de Barreiras, no Extremo-Oeste baiano, \u00e0 cidade de Natividade, no Tocantins. Os dados foram divulgados nesta ter\u00e7a-feira (6) pela CNT e fazem parte da Pesquisa CNT de Rodovias 2017.<\/h3>\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">De um total de 109 liga\u00e7\u00f5es entre rodovias analisadas pela Confedera\u00e7\u00e3o, a pior delas, que liga Barreiras (BA) a Natividade (TO), \u00a0envolve cinco rodovias: a BA-460, BA-460\/ BR-242, TO-040 e TO-280.<\/h3>\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Outro trecho que passa pela Bahia est\u00e1 entre as dez piores do Brasil, entre Teresina (PI) e Barreiras (BA). Considerado ruim, \u00a0envolve as rodovias BR-020, BR-135, BR-235, BR-343, PI-140, PI-141\/ BR-324 e PI-361. As liga\u00e7\u00f5es rodovi\u00e1rias t\u00eam um volume maior de transportes de cargas e passageiros e unem os estados. As manuten\u00e7\u00e3o das rodovias estaduais \u00e9 de responsabilidade da Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), \u00f3rg\u00e3o do governo do estado, enquanto as federais cabem ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), do governo federal.<\/h3>\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Para al\u00e9m da dificuldade em transitar pelos trechos, com problemas de pavimenta\u00e7\u00e3o, sinaliza\u00e7\u00e3o e infraestrutura de apoio, ainda h\u00e1 o preju\u00edzo para quem depende da malha rodovi\u00e1ria para trabalhar. De acordo com a pesquisa, as condi\u00e7\u00f5es gerais das rodovias impactaram diretamente no custo operacional dos transportadores, que subiu de 24,9% em 2016 para 27% este ano.<\/h3>\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Com um maior custo para os transportes, sobe tamb\u00e9m o pre\u00e7o dos produtos distribu\u00eddos \u00e0 sociedade. O impacto fica mais palp\u00e1vel quando se leva em considera\u00e7\u00e3o que 90% das cargas da ind\u00fastria s\u00e3o transportadas atrav\u00e9s da malha rodovi\u00e1ria brasileira.<\/h3>\n<div>\n<p>Teste Rubicon<\/p>\n<\/div>\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Na Bahia, o pre\u00e7o sobe ainda mais. De acordo com o assessor de Agroneg\u00f3cio da Associa\u00e7\u00e3o de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) Luiz Stahlke, a situa\u00e7\u00e3o das rodovias impacta no aumento do frete para escoamento da safra em 30%, o que acaba encarecendo o produto. O impacto direto, de acordo com ele, \u00e9 na quebra dos caminh\u00f5es, no tempo de transporte e, consequentemente, no custo por tonelada transportada.<\/h3>\n<p class=\"bodytext\"><strong>\u201cNos \u00faltimos anos, as rodovias federais que cortam o Oeste t\u00eam tido manuten\u00e7\u00e3o. No entanto, com as estaduais, s\u00f3 recebemos recupera\u00e7\u00f5es das consideradas \u2018p\u00e9ssimas\u2019 no ano passado. E as que se encontram ruins ou regulares t\u00eam a previs\u00e3o de serem recuperadas a partir de janeiro do ano que vem\u201d<\/strong>, disse o representante da Aiba.<\/p>\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Pior que o Brasil<\/strong><br \/>\nOs dados da Bahia chamam aten\u00e7\u00e3o por ser piores que a m\u00e9dia nacional. De acordo com a CNT, 61,8% das rodovias em todo o Brasil s\u00e3o consideradas p\u00e9ssimas, ruins ou regulares.<\/h3>\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Por aqui, os trechos considerados p\u00e9ssimos s\u00e3o as rodovias transit\u00f3rias, que se integram\u00a0\u00e0s federais no estado. S\u00e3o eles: BAT-122 (Caetit\u00e9 e trecho\u00a0Seabra-Am\u00e9rica Dourada\/ BAT-122\/BR-122), BA-144 (BA-144\/BR-122), BR-367 (pr\u00f3ximo a Itapebi), BA-526 (na Regi\u00e3o Metropolitana de Salvador), BAT-242 (Castro Alves\/ BAT-242\/BR-242) e BAT-324 (Remanso \/BAT-324\/BR-324).<\/h3>\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">A pior \u00e9 a BAT-242, corredor de escoa\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e pecu\u00e1ria. O trecho figura entre as piores h\u00e1 algumas edi\u00e7\u00f5es da pesquisa. Segundo a Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), o trecho est\u00e1 em obras.<\/h3>\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Condi\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>\nDas vari\u00e1veis analisadas pela pesquisa, a pavimenta\u00e7\u00e3o teve o pior desempenho na Bahia. Dos 8.866 quil\u00f4metros analisados, 5.791 est\u00e3o com pavimento desgastado (65,4%). S\u00e3o 1.598 quil\u00f4metros (18%) com trinca em malha\/remendos e 157 quil\u00f4metros (1,8%) com afundamentos, ondula\u00e7\u00f5es ou buracos. Outros 155 quil\u00f4metros (1,7%) est\u00e3o com o pavimento destru\u00eddo.<\/h3>\n<p class=\"bodytext\"><strong>\u201cO problema principal foi que cresceu muito a extens\u00e3o de pavimento desgastado. Grande parte das rodovias foi constru\u00edda na d\u00e9cada de 1970, e elas v\u00e3o apresentando desgaste natural se n\u00e3o tem manuten\u00e7\u00e3o\u201d<\/strong>, explicou o presidente da CNT, Cl\u00e9sio Andrade, durante entrevista coletiva nesta ter\u00e7a.<!--more--><\/p>\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">A pintura das faixas centrais \u00e9 o segundo fator com pior desempenho na Bahia. Em 4.666 quil\u00f4metros, a pintura da faixa central est\u00e1 desgastada (52,6%) e 3.447 quil\u00f4metros t\u00eam a pintura da faixa vis\u00edvel (38,9%). Em 753 quil\u00f4metros (16,5%), a pintura inexiste. Nos demais itens (presen\u00e7a, visibilidade e legibilidade das placas), os indicadores s\u00e3o acima de 70%.<\/h3>\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, houve uma melhora nos piores trechos de rodovias na Bahia. Quatro sa\u00edram da categoria de p\u00e9ssimos para ruins: BA-160, BR-430, BAT-349 e BA-026\/ BA-130. E um trecho que era considerado ruim em 2016 passou a ser considerado p\u00e9ssimo neste ano: a BA-526.<\/h3>\n<h3 class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">As vias que tiveram melhor desempenho na Bahia foram as BA-052\/BR-122, BA-093, BA-262, BA-262\/BR-407, BA-524, BA-535, BR-020, BR-407, BR-415, BR-418 e BR-423 &#8211; tidas como boas.<\/h3>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Avalia\u00e7\u00e3o considerou situa\u00e7\u00e3o de pavimento, sinaliza\u00e7\u00e3o e geometria das vias Circular pelas rodovias que cortam a Bahia &#8211; sejam elas estaduais ou federais, sob concess\u00e3o ou n\u00e3o &#8211; tem sido tarefa complicada. A cada dez estradas que passam pelo estado, seis s\u00e3o consideradas regulares, ruins ou p\u00e9ssimas. 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