O desembargador Xavier de Souza, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), determinou na tarde desta quinta-feira (17) o desbloqueio do WhatsApp em todo o Brasil, em caráter liminar.
O TJ-SP informou que a decisão do desembargador foi em resposta a “diversos recursos” que pediam o desbloqueio, mas não disse quais eram os autores das ações. A Oi confirmou que entrou com recurso.
“Não se mostra razoável que milhões de usuários sejam afetados em decorrência da inércia da empresa [em fornecer informações à Justiça]”, declarou o magistrado, que propôs “a elevação do valor da multa a patamar suficiente para inibir eventual resistência da impetrante”.
O aplicativo de troca de mensagens foi bloqueado à 0h desta quinta por decisão da 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo, em São Paulo. Ainda segundo o TJ-SP, a decisão em primeira instância foi tomada dentro de um processo criminal, que corre em segredo de justiça. O pedido era de suspensão por 48 horas.
Agora o julgamento do mérito será analisado pela 11ª Câmara Criminal. Como o TJ-SP entra em recesso na próxima segunda-feira (21) e retorna em 7 de janeiro, a análise fica para o ano que vem, sem data definida.
De volta ao zap zap
Muitos internautas já relatam que conseguem mandar e receber mensagens. Mas, oficialmente, as operadoras móveis ainda estavam recebendo os ofícios e liberando a rede aos poucos. Até o momento, só o Oi confirmou o desbloqueio. Segundo o SindiTelebrasil, sindicato que representa as empresas de telefonia, o uso do app deve normalizar-se até o final da tarde.
O bloqueio era pelo endereço do WhatsApp na rede mundial de internet, impedindo o acesso a brasileiros. Por isso, não era possível usar o aplicativo nem pelas conexões móveis nem pelo Wi-Fi.
Enquanto o serviço não é restabelecido, você pode instalar outros apps de mensagem instantânea como Skype, Telegram e Viber. Algumas pessoas disseram ter conseguido burlar o bloqueio usando aplicativos VPN, que enganam o servidor e mostram seu acesso como vindo de outro país.
Quem passa o olho pela biografia do deputado federal Ronaldo Carletto (PP-BA) reconhece uma história de um homem que cresceu na vida: empresário, ex-diretor presidente das Empresas do Grupo Brasileiro, segundo maior grupo de transporte intermunicipal da Bahia, e político eleito com amplas votações. A história de Carletto reserva ainda um espaço especial para a família: filho de Aluyir Tassizo Carletto e Marizete Santos Carletto, casado com a Sra. Carlette Oliveira, e pai de quatro filhos, Ana Carolina Carletto, Tassizo Carletto Neto, Felipe Carletto e Marília Gabriela Carletto – esta última, no entanto, “esquecida” pelo pai. Em contato com o Bahia Notícias, Marília, com 31 anos, relatou o que chama de “história de abandono e tristeza”. Fruto de uma relação extraconjugal iniciada no carnaval da cidade de Prado, na Bahia, Marília acusa seu pai de ter incentivado que sua mãe fizesse um aborto.
“Minha mãe descobriu que estava grávida. Ele levou ela até uma farmácia, pediu para fazer um aborto, mas, quando chegou lá, minha mãe chorou e o moço deu um soro qualquer no lugar do remédio abortivo e eu nasci”, relata. Ainda de acordo com Gabriela, após isso, ficou até os 15 anos sem saber quem era seu pai. Curiosa, descobriu que seu pai era dono da Expresso Brasileiro – empresa de transporte -, enquanto sua mãe, em São Paulo, era motorista de transporte coletivo. “Tivemos uma infância muito difícil, mas minha mãe nunca quis procurar meu pai para ajudar na nossa criação. Eu que quis saber quem era o homem que me fez”, revelou. O périplo para conhecer o pai teve ajuda de um primo de segundo grau. “Ele conseguiu infiltrar uma empregada na casa dele que conseguiu o número da residência. Aí eu consegui falar com a esposa dele, a Carlette e expliquei a história. Tinha 17 anos, estava terminando a escola”, relembrou. Da conversa com a mulher do pai, surgiu o convite de vir à Bahia para conhecer a família. “Esperei minha vida toda para conhecer as minhas origens. Cheguei lá, pensei que ia ser recepcionada por meu pai, mas fui pelo motorista. Fiquei na casa dele dois dias, conheci meus irmãos – Tassizo e Carolina – e Carlette.
Por determinação de ordem Judicial, o Aplicativo Whatsapp foi bloqueado e infelizmente deixou muita gente sem saber o que fazer.
O detalhe é que, a decisão judicial, é direcionada a operadoras de telefonia celular, como: OI, TIM, VIVO e CLARO onde os usuários fazem uso dos dados móveis.
A única situação que a Justiça não se atentou, foi o uso da internet WI-FI. Os usuários logo perceberam que poderia usar o sistema e logo se conectaram ao Whatsapp.