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:: 16/jun/2016 . 6:59

Professores homossexuais foram assassinados e tiveram corpos queimados no interior da Bahia

professores

Os professores da rede estadual de ensino da Bahia, Edivaldo Silva de Oliveira e Jeovan Bandeira, eram queridos na cidade de Santa Luz, a 260 quilômetros de Salvador. Na última sexta-feira (10), eles foram mortos às margens da rodovia BA-120. Os corpos deles foram encontrados carbonizados no porta-malas do carro de Edivaldo.

O corpo do professor Edivaldo foi reconhecido pela arcada dentária e o de Jeovan ainda passará por exames de DNA, mas aa família disse que é ele. O delegado João Farias, que apura o caso, disse à BBC Brasil que a homofobia é uma das possíveis motivações do crime. A casa de Edivaldo foi encontrada revirada após o crime, mas objetos de valor, como computador, não foram levados.”Eles eram muito amigos e muito queridos na cidade. Também não teriam inimigos. Já ouvimos várias pessoas e por enquanto não descartamos nenhuma hipótese”, disse o delegado.

Amigos das vítimas relatam que eles eram extremamente ligados. “Quando Nino comprou o carro, o que foi usado no crime, Jeovan quem o ensinou a dirigir”, contou uma amiga dos professores. Edivaldo tinha 31 anos e era conhecido como Nino.  Formado pela Universidade do Estado da Bahia, ele era diretor da Escola Municipal Pedro Juvelino, em Limeira, zona rural de Santa Luz. Ele ensinava Química e Biologia  no Colégio Estadual José Leitão, também em Santa Luz.

Jeovan, que também era formado pela Uneb, era professor de Física no Colégio Ação e vice- diretor no Colégio Estadual José Leitão, o mesmo em que Nino lecionava. Ninguém foi preso até o momento. Dois adolescentes chegaram a ser ouvidos pela polícia, mas foram liberados. Nessa terça-feira (14), moradores da cidade fizeram manifestação pedindo agilidade nas investigações e mais segurança. *Do Correio da Bahia

ITAPETINGA: SUPOSTA GRADE DO SÃO JOÃO CIRCULA NAS REDES SOCIAIS

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Preso, ex-BBB Laércio é denunciado pelo Ministério Público por tráfico de drogas

LAECIOO Ministério Público do Paraná denunciou o ex-BBB Laércio de Moura, 53 anos, por tráfico de drogas e estupro. Se a Justiça aceitar a denúncia, Laércio pode pegar até 68 anos de prisão

A assessoria de imprensa do MP informou, nesta quarta-feira (15), que o designer de tatuagens foi denunciado por ter estuprado duas vezes uma mesma pessoa; ter estuprado uma segunda vítima e por fornecimento de drogas e álcool a menores.

“Na denúncia, constam os seguintes crimes: artigos 217-A do Código Penal (1º fato); artigo 217-A do Código Penal (2º fato); artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente e artigo 33 da Lei nº 11.343/2006 (3º fato); artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente e artigo 33 da Lei 11.343/2006 (4º fato) e artigo 217-A, §1º, c/c artigo 14, inciso II, ambos do Código Penal (5º fato), tudo em concurso material de crimes (art. 69 CP)”, diz o comunicado do MP.

O ex-brother está preso desde o dia 16 de maio, em Curitiba, por conta de estupro de vulnerável. Ele também estaria sendo investigado por outros crimes previstos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.

Recentemente, ele saiu da área de triagem (período de adaptação) da Casa de Custódia de Curitiba (CCC), onde passou 30 dias, e foi encaminhado para uma cela com outros cinco presos, todos com o mesmo perfil de crime, também com acusações de estupro.

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