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:: maio/2017

Ministério do Trabalho lança aplicativo para ajudar a quem procura emprego

000Foi lançado nesta terça-feira (23/5) pelo Ministério do Trabalho um aplicativo voltado para dispositivos móveis que permite ao trabalhador encontrar vagas de emprego de acordo com o perfil do usuário. A ferramenta permite ao cidadão o acesso aos serviços do Sistema Nacional de Emprego (Sine) a partir de dispositivos conectados à internet, como celulares e tablets.  “Pelo Sine Fácil, o trabalhador poderá agendar entrevistas com empregadores, acompanhar a situação do benefício do seguro-desemprego e acessar outros serviços de seu interesse.

Um diferencial importante é que o aplicativo permite inúmeras consultas a vagas de emprego, em qualquer horário, de qualquer local, sem a necessidade de o trabalhador se deslocar até um posto de atendimento”, afirmou o ministro Ronaldo Nogueira. A rede Sine tem atualmente 1.440 unidades em todo o país e realiza 300 mil atendimentos diários. O aplicativo é gratuito e está disponível na versão para Android e em breve também para iOS e aposta na interface simples para atrair usuários que não tem afinidade com smartphone.

EXCLUSIVO: O encontro secreto de Lula e Renato Duque

foto-lula_duque1Foto apresentada a Sergio Moro desmente ex-presidente, que negou conhecer o operador do PT no petrolão.

A imagem publicada acima implode uma das principais teses de defesa apresentadas pelo ex-presidente Lula ao juiz Sergio Moro sobre uma das tantas acusações que o atormentam na Operação Lava-Jato. Em depoimento no dia 5 deste mês, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque afirmou que Lula tinha total conhecimento do petrolão, recebia propinas do esquema e era o comandante da estrutura criminosa. Duque disse que se reuniu três vezes com o petista para tratar de assuntos de interesse da quadrilha e, em pelo menos uma ocasião, discutiu a eliminação de provas que pudessem levar a Lava-Jato até o ex-presidente. Sentado diante de Sergio Moro, Lula negou as acusações e disse que sequer conhecia o ex-diretor da Petrobras quando esteve com ele no único encontro pessoal que tiveram num hangar do Aeroporto de Congonhas, em julho de 2014. Em sua versão para a conversa, Duque disse a Moro que ouviu de Lula um pedido para eliminar contas de propina no exterior. Lula, por sua vez, disse que apenas apurava denúncias de corrupção envolvendo diretores da estatal. Em meio a essa guerra de versões, a foto apresentada por Duque é uma bomba. Segundo o diretor, ela prova que Lula conhecia muito bem Duque quando esteve com ele no hangar do aeroporto. Prova também que Duque já frequentava o Instituto Lula em meados de 2012, quando a fotografia foi tirada. Apresentada nesta terça-feira, a imagem é o registro histórico de uma conversa, ocorrida durante o pleno funcionamento do petrolão, em que Duque e Lula discutiram assuntos de interesse das empreiteiras que comandavam o cartel bilionário na Petrobras.

No encontro, o “grande chefe”, como Duque descreve Lula, chega a rasgar elogios ao ex-diretor por seus competentes e relevantes serviços prestados. Como a Lava-Jato já demonstrou, Duque foi um eficiente arrecadador do PT na diretoria de Serviços da Petrobras. Ele atravessou oito anos de governo Lula e metade do primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff recolhendo 1% de propina sobre cada contrato milionário da sua área. Preso em 2014, já foi condenado a 57 anos de prisão por crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Incluída na proposta de delação premiada que o ex-diretor negocia com a força-tarefa da Lava-Jato, a foto é um dos elementos apresentados por Duque para provar que desfrutava, de fato, de prestígio dentro da hierarquia petista que saqueou a Petrobras. Duque encontrou Lula ainda no período em que o ex-presidente se recuperava de um câncer na garganta. Na imagem, o ex-presidente usa bigode. Mais tarde, voltaria a ostentar a barba.

Em depoimento a Moro, Duque revelou ter mantido três encontros com Lula para discutir assuntos relacionados ao petrolão. A foto registra o primeiro deles. “Nessas três vezes, ficou muito claro para mim que ele tinha pleno conhecimento de tudo e detinha o comando”, disse Duque. Um dos encontros secretos com o ex-presidente se deu já durante as investigações da Lava-Jato, no qual recebeu do petista ordens para fechar as contas que mantinha no exterior para receber propina de contratos da Petrobras. Cinco dias depois, também falando a Moro, o ex-presidente admitiu a conversa, mas disse que sequer conhecia Renato Duque, tanto que precisou pedir ao ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto para intermediar a reunião no aeroporto. “O Vaccari conhecia o Duque e eu não conhecia. Que tipo de relação eles tinham, eu não sei. Tinha conhecimento de que o Vaccari conhecia o Duque, só isso”, disse Lula.

O ex-diretor contou a Sergio Moro que Lula monitorava pessoalmente o fluxo de pagamentos de contratos que renderiam propinas posteriormente. O petista era tão envolvido que chegava a ter informações antes mesmo do próprio ex-diretor. Ao dar sua versão sobre a conversa no aeroporto, Duque disse que o ex-presidente relatou que a então presidente Dilma Rousseff havia lhe repassado a informação de que diretores da Petrobras estavam recebendo propina de fornecedores da estatal, como a multinacional SBM, em contas no exterior. Lula queria saber se Duque estava entre os beneficiários da propina. Como o ex-diretor negou, Lula insistiu querendo saber se a propina de contratos de sondas da Sete Brasil estava sendo paga no exterior. Duque voltou a negar. Lula então fez questão de advertir para a necessidade de eliminar rastros no exterior que pudessem levar as autoridades até a propina.

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Andrea Neves pede para ser solta e joga responsabilidade para o irmão Aécio

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Segundo defesa, motivos da prisão poderiam se aplicar ao senador, mas não a ela

BRASÍLIA – A defesa de Andrea Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revogação de sua prisão preventiva, convertendo-a em medidas alternativas. Ela foi presa em razão da delação de executivos do frigorífico JBS. O advogado Marcelo Leonardo, que a defende, argumenta que ela não tem participação nos supostos crimes e joga a responsabilidade para cima do irmão dela. (TUDO SOBRE A “REPÚBLICA INVESTIGADA”)

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“O pedido do PGR (procruador-geral da República, Rodrigo Janot), e a decisão agravada (do ministro do STF, Edson Fachin), em verdade, apontam razões que, se existentes, poderiam ser aplicadas para a pessoa física do senador Aécio Neves, nunca para sua irmã Andrea, residente na região de Belo Horizonte e sem qualquer ação política pessoal”, argumentou o advogado.

“A jurisprudência dos Tribunais Superiores rejeita a tentativa de justificar prisão preventiva de uma pessoa com fundamentos aplicáveis a outra, por violação do princípio pessoalidade da responsabilidade penal, do qual decorre a imperiosa necessidade de individualização da fundamentação da prisão preventiva”, diz outro trecho do documento.

Na última quinta-feira, com autorização do ministro Edson Fachi, a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação que prendeu várias pessoas, entre elas Andreia, e atingiu em cheio políticos como Aécio e o presidente Michel Temer. O senador, que não foi preso, aparece pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, dono da empresa que é a maior exportadora de proteína animal do mundo, sob a justificativa de que precisava da quantia para pagar despesas com sua defesa na Lava-Jato.

Andrea teria sido a responsável pela primeira abordagem ao empresário Joesley Batista, por telefone e via WhatsApp. Mas, segundo Marcelo Leonardo, sua cliente nunca participou de questões financeiras das campanhas de Aécio, como arrecadação de recursos. Negou também que ela tenha tentado destruir provas.

“O único e isolado episódio que teve participação de Andrea Neves foi a sua conversa com o delator premiadíssimo Joesley, pessoa que até então ela não conhecia, como reconhecido pelo mesmo, quando lhe fez a solicitação de ajuda para custeio de despesas lícitas, mediante a oferta do imóvel de sua mãe, que foi recusada pelo delator premiadíssimo Joesley, que preferiu conversar, diretamente, com o senador Aécio Neves, cujo encontro foi marcado, com conhecimento de Andrea, a qual não teve mais nenhuma participação nos fatos, tendo cessado sua intervenção neste ponto”, diz trecho do pedido da defesa de Andrea.

“A afirmação graciosa, contida no pedido do Procurador Geral da República, no sentido de que os requeridos poderiam ‘destruir provas em liberdade’, lamentavelmente encampada pela decisão agravada, não tem suporte em qualquer elemento de convicção concreto, constituindo-se em mera suposição ou frágil conjectura”, diz outro trecho do pedido.

A defesa argumentou também que ela reúne “condições pessoais favoráveis para responder ao inquérito e a eventual ação penal em liberdade”, como ter profissão definida, trabalho lícito, residência fixa e bons antecedentes. O documento é assinado pelo advogado Marcelo Leonardo.

Ao GLOBO, Marcelo Leonardo afirmou que foi mal interpretado. Ele disse que não jogou a responsabilidade para Aécio. O advogado argumentou que quis dizer apenas que os supostos crimes, se de fato existiram, não têm relação com Andrea.

O que pesa contra Aécio Neves

Joesley Batista, dono da JBS, entregou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma gravação que compromete o senador e presidente do PSDB Aécio Neves (PSDB-MG)
A JBS É A MAIOR PRODUTORA DE PROTEÍNA ANIMAL DO PLANETA
Aécio e Joesley se encontraram no dia 24 de março no Hotel Unique, em São Paulo. Joesley gravou suas conversas com o senador.
Joesley Batista
(Dono da JBS)
Na conversa, Aécio pediu a Joesley R$ 2 milhões,
sob a justificativa de que precisava da quantia para pagar despesas com sua defesa na Lava-Jato.
Quem levou o dinheiro (em uma mala) foi Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais da JBS.

O pedido de ajuda foi aceito e o empresário quis saber, então, quem seria o responsável por pegar as malas.
Sobre isso, Aécio falou:
DINHEIRO
Aécio indicou um primo, Frederico Pacheco de Medeiros, que recebeu o dinheiro em um encontro com Saud.

FGTS: Planalto garante que nascidos de setembro a dezembro poderão sacar contas inativas

BRASÍLIA – O Palácio do Planalto está trabalhando junto aos líderes partidários e, diante do retorno dos parlamentares, garante que a medida provisória (MP) que libera os saques de recursos do FGTS depositados em contas inativas será aprovada em tempo hábil pelo Congresso Nacional. A MP caduca no próximo dia 1° de junho. Se não for aprovada até lá, cerca de dez milhões de trabalhadores nascidos entre os meses de setembro e dezembro poderão ser impedidos de sacar R$ 14,6 bilhões.

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, intensificou as negociações para a votação esta semana, após a instalação da grave crise política decorrente da delação premiada do dono da JBS, Joesley Batista, que envolve o presidente Michel Temer. Segundo assessores de Padilha, o cronograma em negociação prevê votação no plenário da Câmara nesta semana. Poderia ser ainda na sessão de hoje, no mais tardar quinta-feira. Restariam ainda dois dias úteis de trabalho no Congresso — terça e quarta da semana que vem — para apreciação da MP pelos senadores, até o dia 31 de maio.

Por precaução, o governo também já iniciou análise jurídica de opções caso a MP não seja votada a tempo. A avaliação é que o Executivo poderia editar uma nova medida provisória sobre o tema. A legislação veta a reedição de MP com o mesmo conteúdo após o texto original caducar. No entanto, há o entendimento de que esta regra só se aplica dentro do ano-calendário.

Ou seja: como a MP do FGTS de contas inativas foi editada em 2016, o governo estaria autorizado a editar medida provisória de igual conteúdo em 2017.

‘Estranho’, diz mulher de agrônomo que sumiu após deixar sinais em lavoura

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O engenheiro agrônomo Éder Tadeu Maciel da Costa, de 29 anos, está desaparecido desde o dia 5 deste mês e a polícia não encontrou nenhuma pista do paradeiro dele. A mulher de Éder, Letícia Mendes, que mora em Nova Mutum, a 269 km de Cuiabá, disse que também não conseguiu manter contato com o marido desde essa data e que o telefone dele está desligado.

Imagens feitas com drone mostram sinais em lavoura de milheto (Foto: Divino José/Arquivo pessoal)

Ele sumiu e a caminhonete dele foi encontrada abandonada na plantação, em Água Boa, a 736 km de Cuiabá, para onde tinha se mudado havia um mês para trabalhar. Na lavoura, havia marcas feitas com o veículo, como mostram imagens capturas com um drone.

Segundo a Polícia Civil, o engenheiro agrônomo teria sido visto pegando carona próximo à MT-158, no entanto, não se sabe com quem Éder estaria. A polícia informou que a suspeita é de que Éder estivesse embriagado no dia em que sumiu.

A mulher do agrônomo afirmou que a família já entrou em contato com várias pessoas com quem ele poderia ter mantido contato, mas ninguém o viu e nem sabe onde ele está.

“Ele não entrou em contato com ninguém e ele também não tinha motivo para simplesmente fugir”, declarou.

Na semana seguinte ao desaparecimento, a Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o desaparecimento. Já ouviu várias pessoas, mas nenhuma delas deu informação que sinalize a localização dele ou o que teria ocorrido depois que ele deixou a lavoura.

MP que autoriza saque do FGTS corre risco de não ser votada por causa de crise

000A medida provisória (MP) que autorizou o saque do dinheiro de contas inativas do FGTS corre o risco de não ser votada a tempo pelo Congresso Nacional, em razão da crise política que atinge o governo após o presidente Michel Temer ser atingido pela delação do grupo JBS. A medida perde a validade na próxima semana e, caso não seja votada pela Câmara e Senado antes disso, trabalhadores nascidos entre setembro e dezembro perderão o direito de sacar os recursos.

A MP perde a validade em 1º de junho. O Palácio do Planalto e o líder do PMDB na Câmara, Baleia Rossi (SP), dizem que há acordo para votar a proposta nas duas casas legislativas antes disso.

Em campanha pela renúncia de Temer e por eleições diretas para presidente, porém, a oposição nega acordo e diz que vai obstruir a votação. Senadores da oposição já veem a crise, inclusive, como uma oportunidade para sepultar as reformas da Previdência e Trabalhista.

“Não tem acordo sobre nada. O País está em crise. Vamos obstruir”, afirmou o líder da oposição na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE).

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Janot volta a pedir prisões preventivas de Aécio e Rocha Loures

Procurador-geral da República pede que o ministro do STF Edson Fachin reconsidere sua decisão e, caso não o faça, que o plenário analise as prisões

O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, recorreu nesta segunda-feira e pediu ao relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, que reconsidere decisão tomada monocraticamente na semana passada e determine as prisões preventivas do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). A solicitação de Janot foi feita por meio de agravo regimental. Assim, caso Fachin não volte atrás, o procurador quer que os pedidos de prisão sejam apreciados “com máxima urgência” pelo plenário do STF.

Aécio e Rocha Loures estão afastados de seus mandatos parlamentares por ordem de Fachin. Figuras centrais das delações premiadas dos executivos da JBS, o tucano e o peemedebista foram os principais alvos da Operação Patmos, deflagrada pela Polícia Federal na quinta-feira da semana passada.

Ao justificar os novos pedidos de prisão contra o peemedebista e o tucano, o procurador-geral da República acusou ambos de “uso espúrio do poder político” ao adotarem “estratégias de obstrução de investigações da ‘Operação Lava Jato’”. Em ambos os casos, Janot defende que os supostos crimes são cometidos em flagrante por crime inafiançável, única circunstância em que a Constituição permite a prisão de parlamentares no exercício do mandato.

No caso de Rocha Loures, o PGR afirma que isso se dá “especialmente em relação ao fato de que concorre para a compra do silêncio de Lúcio Bolonha Funaro e Eduardo Cunha”. Em relação a Aécio, a obstrução se daria “seja por meio de alterações legislativas para anistiar ilícitos ou restringir apurações, seja mediante interferência indevida nos trabalhos da Polícia Federal, seja através da criação de obstáculos a acordos de colaboração premiada relacionados ao caso”.

Encarregado pelo presidente Michel Temer de encaminhar os interesses da empresa dos irmãos Batista no governo, Rodrigo Rocha Loures foi filmado pela Polícia Federal coletando uma mala com 500.000 reais em dinheiro vivo em uma pizzaria de São Paulo. O montante foi entregue pelo diretor de relações institucionais da JBS, Ricardo Saud, um dos delatores que fecharam acordos de colaboração com a PGR.

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PF prende assessor especial de Temer e ex-governadores do DF Arruda e Agnelo

 

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A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira os ex-governadores do Distrito Federal José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz e o ex-vice governador Tadeu Filippeli — também assessor especial do presidente Michel Temer. Eles foram presos em suas residências em Brasília. A operação – denominada “Panatenaico” – cumpre, ao todo, 15 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão temporária e três conduções coercitivas.

A operação é baseada em delação premiada da Andrade Gutierrez sobre um esquema de corrupção nas obras do estádio Mané Garrincha. De acordo com as investigações, o superfaturamento na construção chega a quase R$ 900 milhões — com custo previsto de R$ 600 milhões, o estádio saiu a R$ 1,575 bilhão ao fim de 2014. Trata-se da arena mais cara de toda a competição.

 

Câmara corta diárias e gratificações para reduzir gastos públicos

camara-de-itapetingaComo parte das medidas que visam à economia dos gastos públicos, por conta do atual quadro financeiro, a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Itapetinga decidiu suspender, até o mês de agosto, a concessão de diárias para vereadores, assessores e funcionários. A medida de contingenciamento orçamentário foi determinada por meio da Portaria 602/17, publicada no Diário Oficial do Legislativo nesta segunda-feira (22).

 Decisão semelhante também foi publicada no último dia 16. A Portaria 599/17 suspende, por tempo indeterminado, o pagamento das parcelas remuneratórias referentes às gratificações dos servidores comissionados do Poder Legislativo.

 No mês passado, a Mesa Diretora fez um balanço dos primeiros 100 dias de gestão em reunião para a qual todos os vereadores foram convidados. Na ocasião, o presidente Eliomar Barreira/Tarugão (PMDB) explicou as medidas de austeridade adotadas para equilibrar as contas do legislativo.

 Conforme informações do setor contábil da Câmara, o órgão está se esforçando para adequar as despesas com pessoal ao limite prudencial imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal e, além disso, conseguir conceder reajuste salarial aos servidores efetivos.

ITAPETINGA: EX-PRESIDIÁRIO “FLAVINHO” DE 28 ANOS É EXECUTADO DENTRO DE CASA COM VÁRIOS DISPAROS DE ARMA DE FOGO NA NOITE DESTA SEGUNDA (22)

Flávio-Santos-Souza.-5-1140x1163Em Itapetinga, sudoeste da Bahia, na Rua A, Bairro Quintas do Sul, na divisa com a cerca da UESB, ocorreu um assassinato agora à noite…

O ex-presidiário Flávio Santos Souza, vulgo Flavinho, 28 anos, residente na Rua Condeúba, Bairro Camacã, foi executado a tiros no interior de uma residência…

De acordo com testemunha, os autores chegaram na localidade em uma motocicleta, adentraram a residência e executaram a vítima com vários tiros. Uma testemunha que estava no interior da casa conseguiu se desvencilhar dos tiros para não morrer.

As Polícias Civil e Militar foram acionadas e já se encontram na localidade juntamente com o DPT para proceder levantamento cadavérico e perícia de local…

A autoria e motivação do crime estão sendo investigadas pela Divisão de Homicídios da DT de Itapetinga…

Histórico de Crime…

Flávio Santos Souza, 26 anos, “vulgo Flavinho” natural de Itapetinga, residente na Rua Condeúba, Bairro Camacã, assaltou um mototaxista da Associação “SOS Mototaxi” de Itambé. O crime aconteceu na tarde do dia 11 de dezembro de 2014.

Na ocasião, Flavio estava armado com um revólver e outro comparsa já o esperava, para em seguida, saírem em fuga, pela BA-263, sentido Itapetinga.

A moto foi recuperada após uma mobilização dos mototaxistas da cidade, que saíram em perseguição por todas as vias, possíveis de fuga.

Flávio e seu comparsa foram rendidos pelos mototaxistas de Itambé, na noite do mesmo dia do crime, nas proximidades da BA-263, próximo ao posto da PRE de Itapetinga.

Flavinho foi preso pelos PMs e conduzido ao Complexo Policial de Itapetinga e posteriormente transferido para Depol de Itambé, onde permanecia até a data da fuga.

Flavinho Fujão: Flavinho que é acusado de homicídio em Itapetinga, havia fugido do Complexo Policial na madrugada do dia 28 de outubro de 2014, na companhia de outros 13 colegas de cela.

Foi recapturado no dia que “meteu” o assalto em Itambé, na noite do dia 11 de dezembro de 2014. Fonte: Itapetinga na Mídia

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