:: 3/ago/2017 . 11:03
Programa Farmácia Popular fecha as portas em todo o país
As unidades de Farmácia Popular fecharam em todo o país. Segundo o Ministério da Saúde, os gastos para o programa que atendia cerca de nove milhões de pessoas chegavam a R$ 100 milhões por ano. A partir de agora, toda a verba será gasta na compra de remédios, e o governo anuncia que deve repassar o acréscimo de 10% diretamente aos estados ou municípios. O governo federal alega que os custos dos aluguéis e funcionários das farmácias populares consumiam 80% dos recursos do programa e que tomou a decisão para poupar dinheiro e conseguir comprar os medicamentos. Agora, alguns destes remédios podem ser retirados nas farmácias credenciadas que já atendem ao programa e outros apenas nos postos de saúde.
Medicamentos de uso contínuo: Apesar de ser uma alternativa, as farmácias privadas conveniadas têm uma lista de remédios mais baratos mais restrita. A preocupação da população é que a boa parte dos medicamentos retirados são de uso contínuo, isto é, não podem ter o uso interrompido. De acordo com o ministério, remédios para asma, hipertensão e diabetes representam mais de 90% da demanda.
Bahia: As farmácias populares que funcionavam na Bahia, por meio de convênio entre Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) e Ministério da Saúde, encerraram as atividades em 2015, sendo um dos motivos a comercialização dos ativos da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), onde estavam instaladas. Por ano, as unidades consumiam recursos da ordem de R$ 7,6 milhões, enquanto as receitas totalizavam aproximadamente R$ 1,1 milhão. Dos 112 medicamentos disponíveis nas unidades da Rede Baiana de Farmácia Popular do Brasil, a maioria é disponibilizada dentro Programa da Assistência Farmacêutica Básica, que envolve estado e municípios, e é encontrada, em sua maioria, nos postos de saúde. De acordo com a Sesab, medicamentos para diabetes, hipertensão e asma são distribuídos gratuitamente em mais de 800 farmácias credenciadas à rede.
RK
Mulher perde parte do couro cabeludo ao tentar ter “cabelo de unicórnio”

A inglesa Kirsty Weston, de 29 anos, queria acompanhar a moda e ter “cabelo de unicórnio”. A moradora de Watford (Inglaterra), então comprou, em fevereiro deste ano, um kit para realizar o tingimento em casa do cabelo escuro.
A mulher passou seis semanas no hospital, já que tinha perdido parte do couro cabeludo e teve sérias queimaduras na cabeça. A moça afirmou ter aplicado o produto da forma como orientavam as instruções. Porém, pouco antes de lavar o cabelo descolorido, a mulher passou a sentir uma “queimação” na cabeça. “Em 15 minutos, o meu cabelo estava literalmente liberando fumaça. A dor era tão forte que eu senti que ia desmaiar. Aconteceu de repente e foi ficando pior rapidamente”, contou a inglesa, em reportagem publicada no “Daily.
Em resultado de querer acompanhar a moda, a inglesa nunca mais terá cabelo natural nas áreas queimadas. Existem possibilidades estéticas, mas Kirsty afirmou não poder custear por qualquer procedimento.
Homem desaparecido na lagoa foi devorado pelo jacaré


























