:: 5/nov/2019 . 5:39
Casos de racismo podem ser denunciados por telefone
Para as pessoas que sofrem ou presenciam algum caso de racismo, já podem denunciar o crime através de uma ligação, disponível pela Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), integra o calendário estadual Novembro Negro.
O movimento faz parte da campanha “Todas as Vozes contra o Racismo. Todas as leis contra os racistas”, e está disponível desde quinta-feira (31). As denúncias devem ser feitas pelo telefone (71) 3117-7448, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h, e também das 14h às 18h.
Todos os casos vão ser encaminhados para o Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, responsável por oferecer apoio psicológico, social e jurídico às vítimas de racismo, além da intolerância religiosa.
De acordo com a Sepromi, apesar de integrar as ações do Novembro Negro, a ação vai se prolongar até o final do ano. A expectativa com a ação é de que a sociedade também possa participar do combate ao racismo ao denunciar os casos.
RK
Municípios baianos em situação crítica e em dificuldade aumentaram em 5 anos, indica Firjan
Divulgado na última sexta-feira (1°), o Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) apontou que exatos 265 municípios baianos estão em situação crítica e outros 108 estão categorizados em estado de dificuldade. O dado é resultado de uma compilação de dados feita pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
O IFGF, que em 2013 trazia 247 cidades baianas como críticas e 99 em dificuldade, leva em consideração os indicadores: IFGF Autonomia, IFGF Gastos com Pessoal, IFGF Liquidez e IFGF Investimentos. 2013, aliás, foi o primeiro ano que aparece na série histórica do ranking da Firjan.
Ao Bahia Notícias, a analista de Estudos Econômicos da Firjan, Nayara Freire, disse que uma estratégia comum ao setor público e que tem sido observada com frequência nas gestões dos municípios brasileiros é a diminuição nos gastos em investimento. “Quando a gente tem um cenário onde o orçamento está rígido por despesas obrigatórias e não há muitos meios de cortar essa despesa muitos municípios acabam optando por um corte nos investimentos”, avaliou.
RK
























