:: ‘Polícia’
Brasileiro condenado na Indonésia escolheu ser fuzilado de pé e vendado
Um homem ficou responsável por quebrar os ossos do brasileiro com um pedaço de madeira após a execução, segundo jornal
O brasileiro condenado à morte no último sábado (17) na Indonésia, Marco Archer Cardoso Moreira, 53 anos, escolheu ser executado de pé e vendado, segundo reportagem da “Folha de S. Paulo”.
Ele tinha a opção de sentar em uma cadeira ou se ajoelhar. Em reportagem publicada nesta quinta-feira (22), o jornal revela que os outros quatro executados lado a lado dele fizeram a mesma escolha
O brasileiro morreu dez minutos após ser atingido por um único tiro de fuzil no peito. O tiro foi disparado de uma distância de menos de dez metros.
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Brasileiro condenado na Indonésia escolher ser fuzilado de pé e vendado (Foto: Reprodução) |
Após um médico constatar a morte do primeiro brasileiro morto por condenação na história, o corpo de Archer foi vestido com um terno preto, dado pelo governo da Indonésia, e colocado num caixão branco. O corpo foi cremado em uma folha de bananeira, ainda de acordo com a “Folha”.
Um indonésio ficou responsável por quebrar os ossos do brasileiro com um pedaço de madeira. O corpo não foi totalmente carbonizado.
As cinzas de Marco Archer foram entregues à tia dele, Maria de Lourdes Archer Pinto, que viajou até à Indonésia ao ser informada que o último pedido de clemência havia sido negado pelo presidente.
Marco foi preso em 2004, no aeroporto de Jacarta, ao tentar entrar no país com 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa-delta.
“Império”: Marta agride e xinga José Alfredo na prisão: “canalha”
A milionária descobre o novo esconderijo do Comendador. Zé passa a viver no barracão da escola de samba Unidos de Santa Tereza. Ela segue Isis (Marina Ruy Barbosa) e ao tentar falar com o marido, é impedida por Antoninho (Roberto Bonfim).
Irritada por nunca conseguir falar com ele, Marta se vinga e faz uma denúncia anônima. Os agentes da Polícia Federal surgem no barracão e levam José Alfredo algemado para a delegacia. O advogado Merival (Roberto Pirillo) é acionado e acompanha o depoimento do Comendador.
O delegado exige saber tudo o que aconteceu e Zé mente. Ele fala que tomou um líquido produzido por um xamã e morreu depois de uma discussão com a mulher. E que acordou dois dias depois num garimpo.
Veja diálogo:
Delegado – Mas deixou para trás um detalhe importante: tem alguma ideia de como saiu da sua tumba? Afinal, ela estava fechada.
Advogado – Ele assinou um documento há muitos anos em que exigia o fechamento de sua tumba 24 horas após a morte.
Delegado – Continuemos. E então o senhor voltou para o Rio…
José Alfredo – E aqui descobri que minha empresa tinha recebido uma multa milionária e estava em crise, que eu tinha sido acusado de branqueamento de capitais e contrabando de pedras preciosas.
Por isso resolvi continuar morto mais algum tempo até conseguir resolver esses problemas todos. Fim da história, delegado.
Delegado – É uma bela história, sem dúvida, embora tenha vários furos.
O maior deles é esse xamã que lhe deu o tal calmante no aeroporto de Roraima. Que calmante é esse que o matou de mentirinha?
José Alfredo – Os peritos podem responder a essa sua pergunta. O vidro contendo o líquido está guardado por Josué (Roberto Birindelli).
O delegado chama o segurança que confirma a versão.
O delegado fica muito desconfiado e afirma que vai abrir um inquérito e enviá-lo à Justiça. José Alfredo continuará preso.
Reencontro de Marta
“Império” vai ao ar logo após o “Jornal Nacional”.
PM do Rio comemora tiro em comandante no Facebook e é expulso da corporação
Um soldado que trabalha no 6º Batalhão da Polícia Militar (Tijuca), na zona norte doRio de Janeiro, foi expulso da corporação por postar um comentário depois de o coronel Frederico Caldas, à época comandante das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), ter sido ferido em tiroteio na favela da Rocinha, na zona sul, em fevereiro do ano passado. A decisão de expulsão foi divulgada em boletim disciplinar da PM, no último dia 15.
“Aeee até que enfim os traficantes decidiram mirar e acertar nos comandos para eles sentirem na pele o que o Sd [soldado] sente todos os dias”, escreveu Igor Costa Martins em uma página do Facebook, no dia 16 de fevereiro de 2014.
Diante da postagem, um tenente que estava na mesma página denunciou Martins, que foi submetido à Comissão de Revisão Disciplinar. O soldado de 28 anos conta que as sanções começaram mesmo antes da decisão divulgada no dia 15.
“Como fui a conselho, tive que trabalhar sem armas nem colete. Tiraram tudo meu. Na época que começou o processo, eu trabalhava na UPP do Lins”, afirmou. “Foi uma situação muito complicada, principalmente por conta da violência naquela região. Foram sete meses trabalhando em área de UPP e não me pagavam a gratificação. O pior é que eu moro com meus pais de aluguel e sem o meu salário na PM vamos ter que entregar a casa onde estamos morando.”
Na conclusão do procedimento administrativo, os comentários de Martins na rede social são classificados como “ofensivos e agressivos”, “denotando inadequação ao serviço policial militar”.
A decisão diz ainda que o soldado infringiu preceitos éticos e morais, já que “tal conduta não coaduna com o perfil que se espera de um policial militar, principalmente diante dos princípios e diretrizes implantadas pela Constituição da República em 1988, infringindo, com suas atitudes, os preceitos éticos e morais”.
Um casal de advogados que defende Martins no processo tenta reverter a decisão: “Não fiz nada de errado, por isso quero voltar para a corporação. Sempre fui correto, não posso ser punido por dar a minha opinião”, diz o PM.
A assessoria da Polícia Militar foi procurada pela reportagem e informou que a decisão da expulsão de praças cabe exclusivamente ao comandante-geral da PM.
Exército nega que Luan do “BBB15” tenha participado de ação no Alemão
Em comunicado enviado ao UOL nesta quinta-feira (22), o Exército Brasileiro negou que Luan, participante do “BBB15” que contou dentro do reality show ter atirado e matado um jovem no Morro do Alemão, tenha participado da operação de pacificação da favela, em 2010. “Não há registros de que esse efetivo [Luan] tenha participado de incursões naquela Comunidade”, diz a nota.
No mesmo comunicado, o Exército confirma que Luan Patrício serviu no Rio de Janeiro entre março de 2010 e fevereiro de 2012 e que “alguns integrantes” da 9ª Brigada de Infantaria Motorizada, da qual Luan fazia parte, prestaram “serviços à base e apoio à manutenção das instalações dos militares” durante a operação no Morro do Alemão.
Em conversa com o teólogo Marco logo após a estreia do “BBB15” na última terça, Luan disse: “A primeira vez que eu matei alguém no Complexo do Alemão, eu balancei”. Posteriormente, ele narrou a história para o colega. “Eu fiquei na linha de tiro embaixo, de rifle, dando cobertura para quem estava subindo”. Luan explicou que o jovem usava uma submetralhadora. “Acho que ele era mais novo do que eu. Eu estava com 19, ele devia estar com 16”, disse.
O brother ainda detalhou o momento do disparo, imitando o som de um tiro e gesticulando com o dedo indicador para a testa. “Rasgou a cabeça dele e a caixa d’água”, contou. “Na hora eu tremi, o sargento olhou para mim e disse: Ou era você ou ele”, concluiu.
Amigo diz que Luan quis “contar vantagem”
Para Leonardo Lima, amigo que serviu no Exército na mesma época que Luan, o brother mentiu ao narrar a história dentro do reality show. “Nessa operação, estávamos separados, mas não me lembro dele ter participado da ocupação no Alemão como eu. Ele contou vantagem”, afirmou Leonardo.
“Ele quis ter algo interessante para contar porque ficou meio travado com as outras pessoas, que são estudadas e têm várias histórias. Ele fala as coisas sem pensar, mas não é que ele seja mentiroso, é o jeito dele. Se sentiu acuado porque as pessoas são muito vividas”, defendeu.
Polícia do Rio vai ao “BBB” para ouvir Luan
A Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro deve ir nos próximos dias ao Projac, onde fica a casa do “BBB15”, para ouvir Luan sobre suas declarações. A informação foi confirmada ao UOL pela Assessoria de Comunicação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. Procurado pela reportagem, o delegado Rivaldo Barbosa afirmou que não iria se pronunciar sobre o caso.
Conquista é cidade baiana com mais mortes de homossexuais, aponta GGB
Um relatório sobre assassinatos de homossexuais no país apontou Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, como a cidade com mais crimes contra gays no estado. Em 2014, foram quatro mortes na cidade, enquanto que o estado registrou 24 mortes.
No país, foram 326 óbitos, um aumento de 4,1% em relação a 2013, que registrou 313 vítimas fatais. De acordo com o relatório organizado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), as cidades de Salvador, Santa Brígida e Teixeira de Freitas, registraram três mortes no ano passado.
A capital baiana, junto com Porto Alegre, Curitiba e Macapá, são as capitais menos problemáticas aos homossexuais.
No Nordeste, segunda região mais perigosa para gays (2,1 mortes por milhão de habitantes), a primeira é o centro oeste (2,9 mortes por milhão) os estados da Paraíba e do Piauí são os mais violentos para a população LGBT, com 4,5 e 4,1 mortes por milhão. No país, a relação é de 1,6 mortes por milhão de pessoas.
Ainda de acordo com o relatório, os estados de São Paulo e Minas Gerais foram os que mais mataram gays, com 50 e 30 mortes, respectivamente. Para o antropólogo e fundador do GGB, Luiz Mott, quatro iniciativas podem combater os crimes contra homossexuais: educação sexual; aprovação de leis afirmativas que garantam cidadania plena da população LGBT; punição contra os crimes homo/transfóbicos; e maior cuidado dos homossexuais nas relações.
Bandidos assaltam ônibus com 42 militares do exército a bordo, no Paraná
Ônibus que trazia para Curitiba 42 militares da Força de Pacificação do Complexo da Maré, no Rio, foi roubado na BR-116
Um ônibus com 42 militares do 20º Batalhão de Infantaria Blindado, do Bacacheri, em Curitiba, foi roubado em Campina Grande do Sul, durante a madrugada desta segunda-feira (19). Eles voltavam do Rio de Janeiro, onde participavam da Força de Pacificação do Complexo da Maré. Segundo aPolícia Rodoviária Federal (PRF), os assaltantes levaram carteiras, celulares e relógios das vítimas.
De acordo com a PRF, a ocorrência foi registrada às 2h15 – no Km 1 da BR-116. Segundo relato repassado pelas vítimas aos policiais federais, quatro homens teriam emparelhado um Peugeot com o ônibus e dado ordem de parada. Três deles, então, entraram no fretado e ordenado que o motorista seguisse a viagem.
Durante o percurso, ainda segundo a PRF, os assaltantes recolheram os pertences pessoais dos militares. Apenas uma das vítimas estaria armada. Mas o revólver não estava à mão e também não foi localizado pelos suspeitos.
Aos policiais federais, as vítimas contaram que os assaltantes não perceberam que se tratava de um ônibus fretado pelo Exército. O registro da ocorrência foi realizado no Posto da PRF de Taquari, no KM 56 da BR-116. O roubo também foi registrado na Delegacia de Campina Grande do Sul.
A assessoria de imprensa do Exército não foi localizada pela reportagem para comentar o ocorrido.
Polícia Federal prende falso médico em Vitória da Conquista





























