:: ‘Polícia’
Aluna é agredida por cinco colegas na sala de aula

Uma adolescente de 17 anos registrou, ontem (14), um boletim de ocorrência na DDM ( Delegacia de Defesa da Mulher) de Campinas para relatar uma agressão sofrida por ela dentro da sala de aula, na Escola Estadual Dr. Tomás Alves, no distrito de Sousas. Ela foi agredida por cinco colegas de sala, sendo uma delas maior de idade. A polícia apura o caso.
A agressão ocorreu no dia 6 de maio, mas a escola não comunicou o Conselho Tutelar nem registrou a ocorrência na polícia. Ao saber que nenhuma medida havia sido tomada, a família da vítima procurou a DDM e prestou queixa sobre a agressão.
A briga ocorreu durante uma aula de química do primeiro ano do ensino médio. A garota estava sentada na carteira quando uma outra aluna chegou por trás dela e começou a puxá-la, desferindo socos na cabeça dela. Depois, outras alunas chegam ao local e ajudam a bater na menor. Ela apanhou por cerca de um minuto e meio.
Tanto a vítima quanto as outras cinco alunas foram suspensas por sete dias pela diretoria da escola. Ao regressar, a vítima ficou sabendo que nenhuma ocorrência tinha sido registrada. A situação deixou o pai da adolescente revoltado. “Como pode eles não fazerem nada? A diretora falou que não é obrigação dela fazer o boletim de ocorrência. Vai deixar o mundo acabar em briga e não fazer nada? Isso não pode”, disse Vanderlei Massarella. Segundo ele, depois que a suspensão foi cumprida, a jovem foi novamente ameaçada.
Agentes penitenciários entram em greve hoje

Greve da PM em Recife resulta em sete homicídios em sete horas
Homem morre depois de levar várias facadas em hotel
Um homem identificado como Sued José Nascimento Lima, 39 anos, foi assassinado na madrugada desta quinta-feira (15), dentro de um quarto do Hotel Esteves, localizado na rua Nilo Peçanha, bairro da Calçada, em Salvador.

Imagem Ilustrativa
De acordo com informações de policiais da 16ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), a vítima recebeu várias facadas e a suspeita de ter cometido o crime é uma mulher magra e negra.
O corpo foi removido pelo Departamento de Polícia Técnica. Policiais Civis do Departamento de Homicídios investigam o crime.
Ladrão é preso e amarrado com corda por comerciante
Conceição ficou preso em portão até a chegada da polícia
Rendido, teve o corpo preso na parte externa do portão de uma residência até a chegada da polícia.
“Morri de medo. Só olhei pela janela depois de um tempo. Quando abri a cortina, vi várias viaturas”, relatou uma mulher de 88 anos (foto), dona do imóvel que serviu de prisão temporária para o ladrão.Mulher arranca orelha do marido com uma mordida durante discussão
O eletricista de 35 anos, que não foi identificado, teve a orelha arrancada com uma mordida da mulher, de 30 anos, durante uma discussão ocorrida no domingo do Dia Das Mães (11), em município do Sertão do estado, a 427 km de João Pessoa.
A vítima foi levada ao Hospital Regional da cidade, mas logo foi liberado para prestar depoimento à Polícia Civil. De acordo com informações das autoridades policiais fornecidas ao site Portal Correio Uol, esta não foi a primeira vez em que uma briga do casal terminou em agressão física. A esposa do eletricista já teria o atingido com golpes de faca no ombro e no braço esquerdo.
Homem é executado dentro de ambulância
Uma tragédia terminou com a morte de um paciente que estava sendo socorrido por uma ambulância em Feira de Santana, na manhã desta quarta-feira (14). Quatro homens em duas motocicletas interceptaram o veículo e executaram a tiros o homem que estava sendo atendido com ferimentos causados por tiros disparados por arma de fogo.
De acordo com informações da delegada da cidade de Santanópolis, Edileuza Sueli, fornecidas ao site Correio, a vítima havia sido baleada mais cedo e estava acompanhada na ambulância pelo motorista e um parente. Ela informou que os autores dos disparos pararam o veículo na BA-504 e pediram para as duas pessoas descerem e em seguida atiraram no paciente e fugiram.
O paciente estava no Hospital Municipal de Santanópolis após ser baleado perto do olho durante a madrugada. Durante a ação, ele estava acompanhado de um outro homem, que foi morto. A vítima foi socorrida pela Polícia Militar no povoado de Tiquaraçu, que pertence a Feira de Santana. Ele pedia socorro nas margens de uma estrada de terra que liga Tiquaraçu a Santanópolis.
Ainda de acordo com a delegada de Santanópolis, o homem foi encontrado pela PM por volta de 7h30 e encaminhado para o Hospital Municipal da cidade, onde recebeu os primeiros socorros. Na unidade médica, ele confessou que era usuário de drogas e o homem morto que o acompanhava em Tiquaraçu era traficante.
O paciente foi atacado dentro da ambulância por volta de 9h30, quando era transferido para um hospital em Feira de Santana. O motorista do veículo e o parente que o acompanha não ficaram feridos. A polícia ainda não esclareceu o motivo da execução e investiga quem são os envolvidos no caso.
Traficantes com a camisa da Seleção comemoram torneio de futebol no Rio com rajadas de fuzis para o alto. Sem medo da polícia, de ninguém.
É de revirar o estômago, de fazer tremer.
Uma cena dantesca.
Se passasse em algum filme pareceria exagero, absurdo.
Mas é verdadeira.
No domingo, 4 de maio, um torneio de futebol amador.
Na favela da Vila Aliança, em Bangu, no Rio de Janeiro.
Disputa da semifinal por pênaltis.
O Vila Aliança Clube acaba de vencer.
Time que joga com o uniforme da Seleção Brasileira.
Está classificado para a decisão.
A festa pela classificação é diferente.
Cinco jogadores pegam seus fuzis e começam a disparar para o alto.
Sim.
São AR-15, AK-47 e FAL.
Todos de uso restrito militar.
Mas os jogadores disparam com a maior familiaridade.
E eles estão entre centenas de pessoas que assistiam ao jogo.
Moradores da comunidade nem se espantam.
Muitos correm, mas dão risadas.
Os jogadores seriam um grupo de traficantes.
O jornal Extra revela que o Aliança Clube tem um mecenas.
Ele é o traficante Rafael Alves, o Peixe.
Criminoso foragido.
A cena bizarra já ganha noticiários do mundo todo.
A menos de um mês da Copa do Mundo outra vez expõe o Brasil.
Mostra um país sem lei.
Onde bandidos disparam rajadas de fuzis para comemorar jogos amadores.
E a polícia não aparece.
Ou seja, fazem o que querem.
A 1ª Copa de Futebol Vila Aliança era divulgada até no facebook.
A final foi adiada.
Os organizadores informavam ter acontecido um forte tiroteio na favela.
Não, não foi a comemoração da equipe bancada por Peixe.
Desta vez teria sido um confronto entre bandidos e policiais.
A situação está completamente fora de controle.
Enquanto isso, o governo brasileiro insiste.
Tenta convencer turistas que não tenham medo.
E venham para a Copa do Mundo.
Mas a violência urbana tem consequências.
A previsão inicial dava conta que 600 mil viriam para a Copa.
O número baixou para 300 mil.
E o governo já trabalha com o número de 150 mil.
Isso com o país comprometendo R$ 2 bilhões na segurança do torneio.
Unindo Exército, Marinha, Aeronáutica, forças especiais, polícias.
Mesmo assim, as desistências se acumulam.
Até por isso estão sobrando ingressos nas mãos de cambistas no país.
Que pai levaria sua família a um país com 50 mil assassinatos por ano?
Onde traficantes dão rajadas para o alto em um torneio amador de futebol?
Com fuzis de alto poder letal?
E sem o menor medo das autoridades?
Este é o Brasil da Copa do Mundo de 2014.
Onde Nizan Guanaes, o principal publicitário do país, se revolta.
Não quer ver nenhum brasileiro questionando o Mundial.
“Papai e mamãe não discutem a relação na festa de aniversário, diante dos convidados.”
Escreveu na Folha de São Paulo.
“A Copa do Mundo do Brasil não vai ser organizada como a da Alemanha.
Mas ela vai ser mais divertida, mais passional.”
Lógico que ele tem motivo para comemorar.
O Mundial rendeu demais para sua agência de publicidade.
O bordão que Nizan criou foi ótimo.
Combina não só com o Mundial.
É perfeito até com o torneio de futebol na favela Vila Aliança.
Principalmente nas comemorações com tiros de fuzis.
Com as rajadas de balas varando o céu.
Que venha logo a decisão do título.
A semifinal já foi ótima.
“Imagina a festa.”
Pai injeta sangue infectado com HIV no bebê para não ter que pagar pensão

























