:: ‘Polícia’
Misericórdia: Jovem leva tiro na boca e sobrevive
Um jovem de 23 anos sofreu uma tentativa de homicídio em Jequié na manhã deste sábado (27/2), sendo atingido por um disparo de arma de fogo que transfixou a boca, saindo o projétil do outro lado da face e outro disparo que lhe acertou a nuca.
De acordo com informações, o crime ocorreu na Rua 1º de Maio, no bairro Joaquim Romão, e não é a primeira vez que Felipe da Silva Andrade sofre tentativa de homicídio. Felipe já teria sido esfaqueado anteriormente.
A vítima recebeu socorro de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel, com encaminhamento ao Hospital Geral Prado Valadares. Não há informações sobre o estado de saúde do jovem. A autoria do crime também é desconhecida
Não me deixem morrer, diz homem baleado

Um homem foi baleado no final da manhã deste sábado (27) na Praça Nilton Rique, em frente ao Shopping da Bahia, em Salvador. A vítima, de prenome Adaílson, de 18 anos, sofreu dois disparos que o atingiram na mão e na nádega. Conforme uma equipe do Bocão News que esteve no local, aflito, o jovem pedia para ser socorrido a qualquer custo. “Não me deixem morrer”, implorava. Ninguém quis comentar o fato.

Ele permaneceu no local até ser socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu 192). De acordo com policiais militares que estiveram no local, o homem foi atingido por disparos de revólver calibre 38 ou pistola. Ainda não há informações sobre a motivação do crime.
Jovem morre após ser atingido por bala perdida enquanto voltava de Igreja
Incidente ocorreu durante a noite desta sexta-feira (26), quando o jovem voltava de um culto evangélico em São Tomé do Paripe. Vítima foi levada ao hospital, mas já chegou ao local sem vida
Um homem foi assassinado durante a noite desta sexta-feira (26) enquanto voltava de um culto em uma igreja evangélica. De acordo com as informações da Central de Polícia, o homicídio ocorreu na Estrada da Base Naval, no bairro de São Tomé de Paripe, em frente a empresa Premol, por volta das 21h40.
Givanilson Damasceno, 24 anos, foi atingido por uma bala perdida na coxa. Ainda segundo a polícia, o tiro foi proveniente de uma troca de disparos entre traficantes da região, que ocorria no momento em que Damasceno voltava para casa.
Quando perceberam que o jovem havia sido baleado, quatro dos envolvidos na troca de tiros obrigaram uma pessoa, ainda não identificada, que passava com um carro a socorrê-lo para o Hospital do Subúrbio. Apesar dos esforços, Damasceno já chegou à unidade de saúde sem vida.
Até o momento, não existem informações a respeito de quem eram os traficantes envolvidos na troca de tiros, ou quais facções eles representam.
Idoso de 89 anos é preso por abusar sexualmente de duas meninas
O aposentado José Menezes Lima, de 89 anos, foi preso por abusar de duas meninas em Aporá, a 191 km de Salvador. O crime teria acontecido em 2005 e as meninas teriam 9 e 10 anos. Ele foi preso na terça-feira, 23, por uma equipe da Delegacia Territorial (DT) de Aporá, que cumpriu mandado de prisão, em uma via pública da cidade. A informação só foi divulgada nesta quinta-feira, 25, pela Polícia Civil (PC).
Na época, as duas vítimas contaram à polícia que o idoso fez um convite para que elas fossem à sua residência, onde, após chegar, começou a tirar as roupas e pedir para que também fizessem o mesmo, acariciando-lhes as partes íntimas. Para que não contassem nada a ninguém, ele deu dinheiro para que comprassem doces.
José cumpriu pena de doze anos, em Salvador, por ter assassinado a própria mulher. Ele foi encaminhado à carceragem da DT/Alagoinhas, onde aguardará transferência para o Presídio de Feira de Santana.
APAIXONADA PELA POLÍCIA: Conheça a jovem que tem tatuagem da PM nas costas, defende os militares e prega “morte aos bandidos”
Foto: Taís Ribeiro com o colete a prova de balas da Polícia Militar – Reprodução/Facebook
“Hoje o amor da minha vida completa mais um ano de sua existência”.
Obviamente esta é uma frase recheada de sentimentos. Foi escrita por uma mulher de 21 anos. Ok! Até aí tudo bem. Nada surpreendente. Provavelmente você arriscaria como destinatário da locução apaixonada um namorado, um irmão, um pai ou mesmo um paquerinha.
Se a resposta foi uma destas opções acima lamentamos informar, mas o “chute” passou bem longe. A frase foi escrita por Taís dos Santos Ribeiro e é dedicada à uma instituição: a Polícia Militar do Estado da Bahia. A ocasião do deleite amoroso foi o aniversário da corporação, que em fevereiro de 2016 completou 191 anos de existência.
Mas esta não é a única demonstração de amor de Taís pelos policiais.
A mulher, que largou o curso de enfermagem e hoje trabalha como supervisora de uma loja de materiais de construção, diz não lembrar de onde surgiu a admiração pela PM. “Às vezes me questiono de onde vem esse amor. Nem eu consigo entender”, revela a jovem com os olhos em brilho, durante entrevista ao Aratu Online.
O amor dela pelos policiais vai além das declarações. Pode ser literalmente sentida na pele. Taís tem tatuada nas costas, pouco abaixo do pescoço, em letras bordadas a sigla: PMBA — conforme ostenta em publicações no facebook.

Talvez, por ironia do destino, Taís nunca possa servir à instituição. Ela acha que sua altura — apenas 1,48 m — é um impeditivo nas provas físicas.
“Não é certo o concurso desse ano, mas pretendo tentar. É um sonho e de sonho não se desiste. Vamos tentar todas as possibilidades para conseguir ingressar na Polícia Militar. Mas, mesmo não podendo envergar essa farda, me sinto um policial. A polícia está no nosso coração. Eu sou policial de alma e coração, disso pode ter certeza”, fala a menina, que nega andar armada.
Guerreirinha
Mesmo oficialmente fora da corporação, Taís Ribeiro parece fazer parte dela.
Quem já prestou atenção à linguagem policial sabe que os militares constantemente são chamados de “guerreiros”. Esse apelido foi adaptado para Taís pelos próprios agentes. “Foi o pessoal da 81 CIPM [Companhia Independente da Polícia Militar, que cobre a área de Itinga, Lauro de Freitas]. Eu chegava perto deles e falava: ‘e aí guerreiro’. Eles respondiam: ‘e aí guerreirinha’. Ficou até hoje. Tem uns cinco anos ou mais”, lembra.
A “Guerreirinha” afirma que a relação com os agentes da PM é “harmoniosa”. E nega veementemente ter tido algum tipo de envolvimento amoroso com um deles.
“Eles passam na viatura e, às vezes, param somente para falar comigo. Tem policiais que, onde eu estou, param só para me prestar continência [cumprimento militar]. Nunca busquei esse reconhecimento, mas é bom saber que eu amo e também sou amada”.
AMOR PROIBIDO?
Taís prefere não entrar no assunto, mas revela que está sofrendo um processo judicial por defender publicamente a PM baiana — e algumas de suas ações polêmicas, a exemplo do “Caso Cabula — nas redes sociais.
A sociedade me critica por defender a polícia, tem aqueles apelidos que eu recebo, como alemão, mulher de polícia”, lamenta.
Como não bastasse, a admiradora nata da PM diz que está sendo “perseguida pelo Estado”.
“Eu costumo dizer que sou a voz da tropa, porque posso aqui de fora falar o que esses policiais não podem. Imagine se toda sociedade defendesse sua polícia como eu defendo? Com certeza, o estado trataria melhor esses homens. O estado daria melhores condições de trabalho a esses homens. Sofro uma pequena perseguição”, reforça, sem revelar detalhes.
Insisto em entender o processo sofrido por Taís. Tenho a ideia de questioná-la se a ação está sendo movida pelo promotor David Gallo, famoso por acusar policiais militares no “Caso Cabula”. Na oportunidade, 12 homens supostamente armados foram mortos em confronto com os militares.
“Ele como promotor deveria ter uma postura mais firme defendendo a sua polícia, que é o braço direito do estado. O ser humano David Gallo, eu desconheço, mas como promotor eu tenho esses questionamentos. A forma que ele trabalha, às vezes, amarra as mãos dos policiais militares. Os policiais tem medo de trabalhar, medo de que policial hoje pode ser punido, pode ser preso. Na verdade nossos policiais podem morrer, mas não podem matar. Eles podem levar tiro mas não podem revidar, isso que questiono sempre”.
“A policia é treinada para agir em determinadas situações da melhor forma possível, de forma legal, de forma competente. A nossa polícia trabalha dentro da legalidade, mas uma operação de cinco minutos é decisiva para colocar você no inferno ou tirar você dele”, completa.
SÉRIE DOZE
O Aratu Online veiculou, durante o mês de fevereiro, uma série de reportagens para falar sobre o “Caso Cabula” por memória de um ano do atentado. Parentes e vizinhos das vítimas, além do Capitão Tadeu (militar ingressado na carreira política) e o advogado dos PMs envolvidos foram procurados para falar.
Defensora dos policiais, Thaís revela que achou injusta a série de reportagens. Em sua página no facebook, que usa constantemente de tribuna para expressar suas opiniões, ela publicou um poema atacando o trabalho jornalístico.
Eis um trecho:
“Se liga vagabundo…
Vc que se acha “homi”
Se ficar a RONDESP pega,
Se correr a bala come
Pode ter memorial,pode até ter seriado…
Mais o legado da RONDESP já foi eternizado!!
Questionada sobre o assunto, ela não fugiu do tema:
“Eu, por amar a Polícia Militar, por já ter enterrado milhares de policiais militares, já vi muita mãe de policial chorar. Não vemos a mídia fazendo homenagens a esses homens que saem de suas casas, que deixam seus filhos pequenos em casa, por toda bravura deles e morrer por uma sociedade que é ingrata, que condena sua polícia. Por que fazer uma homenagem para um bando de vagabundos? Por que bandido tem direito a uma série de reportagens e um policial não tem? O policial militar é o braço direito do estado. Acho injusto”, pontua.
EMOÇÃO
Durante a entrevista na redação da TV Aratu, a jovem, que não revela se tem interesse de ser candidata a cargos públicos, chega a chorar ao falar sobre a corporação. “Quando atiram no policial estão atirando na sociedade. Quando permitem que matem agente de segurança do estado é porque minha vida e sua vida como cidadão não tá valendo porra nenhuma”, diz, pouco antes de se desmanchar em lágrimas.
Fonte: Aratu Online
Veja vídeo:
Enquanto PF fazia buscas na siderúrgica, Jorge Gerdau estava no Palácio do Planalto

Jorge Gerdau Johannpeter, do Grupo Gerdau


















![IMG_8177[1]](http://www.aratuonline.com.br/wp-content/uploads/2016/02/IMG_81771.jpg)

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As pessoas que se encontravam por volta das 13h30 de quarta-feira (24/2), no interior da Igreja Batista Belém nas proximidades da Avenida dos Operários, em Jequié, onde estava sendo velado o corpo de Bruno Nascimento Souza, 19 anos, assassinado no dia anterior, foram surpreendidas quando dois indivíduos adentraram à igreja e de armas em punho fizeram vários disparos.
Após denúncias de populares, a polícia foi em busca de cerca de 10 indivíduos que embalavam drogas para venda no morro Santo Antônio de Pádua, no bairro Nelson Costa, nesta quarta-feira (24), em Ilhéus.
Um vídeo que mostra uma briga entre alunas de uma escola, em Belém, no Pará, tem chocado internautas após ter sido compartilhado em redes sociais. Na sequência de imagens, uma jovem é atirada ao chão e agredida até sofrer uma convulsão.







