Aiquine Dourado de Jesus, de 20 anos, vulgo “Aiko” e “Quinho” (foto ao lado), interrogado pela divisão de homicídios (DHPP), negou qualquer envolvimento no assassinato e disse que não estava na cidade no dia do crime. Disse também que não teria motivo para matar Felipe, cuja pessoa não conhecia.
A versão apresentada por Aiquine contradiz com as provas apresentadas pela equipe de investigadores da DHPP e pelas testemunhas já ouvidas. Todas apontam para Aiquine como a segunda pessoa que acompanhava Romário Reis da Paz, de 30 anos, na execução do adolescente.
O delegado Irineu Andrade conclui esta semana o inquérito policial e deverá indiciar, além de Romário e Aiquine, outras pessoas que participaram diretamente da morte de Felipe.