:: 9/fev/2015 . 11:30
“Império”: Silviano enfrenta José Alfredo, que será vigiado por Maurílio
O capítulo desta segunda-feira (9) de “Império” está repleto de emoções. Silviano (Othon Bastos)enfrenta José Alfredo (Alexandre Nero), que se enfurece.
Tudo acontece quando o Comendador pede para que o mordomo se sente à mesa com a família. “Não estou lhe pedindo pra sentar à mesa com a gente, estou lhe ordenando”, diz Zé.
O ex-marido de Maria Marta (Lilia Cabral) reage e se nega a atender a ordem: “E eu peço licença a lordship, pela primeira vez, para desobedecer a uma ordem sua. Se me dão licença”.
Merival se declara para Marta
Conforme já noticiado pelo NaTelinha, o advogado da família Medeiros fala do seu amor para a ricaça. Na mansão, Merival diz: “Tudo que fiz esses anos todos não foi pelo Zé Alfredo, foi por você”.
O que o advogado não imagina é que Josué (Roberto Birindelli) vê toda a cena. “Por mais que banque a distante comigo, você sabe disso… Se estou aqui agora, se apesar de tudo que já aconteceu ainda sirvo à sua família, o motivo e um só, Marta: você!”, declara Merival à imperatriz.
José Alfredo coloca Merival contra a parede
Quando estava na prisão, Zé recebeu um bilhete com um telefone e ao ligar, Merival atendeu.
Nesta segunda, o Comendador diz para Josué: “Dei de cara com a mensagem mocozeada embaixo da quentinha, e dizia assim, até sei de cor: ‘Se quiser saber quem é Fabrício Melgaço, pede pra dar um telefonema amanhã e liga pra esse número… E você vai ouvir a voz dele!’ Liguei e… Adivinha quem atendeu? Doutor Merival Porto!”.
Logo depois, ele procura o advogado. “Queria falar a sós com você, pra saber quais são seus planos daqui pra frente, Merival… Ou será que eu devo te chamar de Fabrício Melgaço?”. Ele nega ser Fabrício, deixando o empresário furioso.
Maurílio coloca câmeras na Império das Joias
Em outro momento do capítulo desta segunda, Maurílio (Carmo Dalla Vecchia) e Daniele (Maria Ribeiro) vão vigiar todas as conversas do Comendador. A dupla instala câmeras escondidas.
“Vai ser bem divertido saber tudo o que se passa na sala do Imperador quando ele retomar o trono”, comemora Daniele com o vilão.
Maurílio garante que o rival vai cair no seu plano: “Escutar por trás das portas é coisa do passado. Além de arriscado, é a técnica preferida que essa família maldita tem pra conspirar. Vou mostrar que até pra isso eu sou melhor do que eles”.
“Império” vai ao ar logo após o “Jornal Nacional”.
O pilar do emprego começa a ruir — e as demissões batem à porta
Em ano de ajuste fiscal, a menor abertura de vagas aliada à fraqueza econômica e inflação elevada ameaçam a estabilidade do mercado de trabalho
Luís Lima e Naiara Infante Bertão
Rafael César, de 31 anos, busca emprego desde dezembro e tem encontrado dificuldades. “Muitas empresas estão fechando vagas”, diz (Lucas Lacaz/VEJA)
Os principais pilares que seguravam a economia brasileira se deterioraram fortemente em 2014: os investimentos, o consumo e as exportações. O único remanescente era o emprego, do qual os governos petistas sempre se gabaram para justificar suas políticas econômicas heterodoxas. Mas, tudo indica, o cenário mudou. Ocorre que a taxa de desemprego, que terminou 2014 em sua mínima histórica de 4,3%, vinha sendo sustentada não só pela criação de vagas, mas também pela grande quantidade de brasileiros em idade ativa que não procurava trabalho. Com o aperto nas regras do seguro-desemprego anunciado no apagar das luzes de 2014, muitos devem voltar à procura. Contudo, dados coletados pela Fundação Getulio Vargas a pedido do site de VEJA mostram que esses brasileiros não encontrarão boas notícias. O indicador de ‘emprego futuro’ de janeiro de 2015, que apura a confiança da população em relação ao trabalho, atingiu seu pior nível desde o início de 2009. Em um ano, acumula queda de 24%.
Demitido em dezembro do ano passado, o relações públicas Rafael César, de 31 anos, não tem poupado esforços para se recolocar no mercado de trabalho. “Chego a mandar 20 currículos por dia, incluindo carta de apresentação, até para áreas fora da comunicação, como a comercial”, afirmou o paulista de Taubaté, que atuou durante quatro anos numa grande empresa de telecomunicações. “Com a queda nas vendas, o departamento comercial inteiro da companhia foi mandado embora”, conta. A justificativa para os desligamentos, segundo ele, foi a de corte de gastos e baixos resultados financeiros.
A situação de Rafael é emblemática e reflete como a desaceleração do consumo, motivada por inflação alta e a atividade econômica fraca, impacta o mercado de trabalho. Em 2015, ano que em que o próprio governo espera um crescimento zero e a inflação já supera os 7% – bem acima do teto da meta oficial, de 6,5% – a expectativa é de que o emprego seja penalizado. O levantamento feito pela FGV mostra ainda que o indicador que mede a expectativa de contratação dos empregadores da indústria, do setor de serviços, da construção civil e do comércio despencou abaixo dos 100 pontos, ante os 110 pontos verificados um ano atrás, e os 140 de janeiro de 2010. “Em 2015, a geração de empregos formais tende a ficar anêmica, já que também é um ano de ajustes pesados e necessários na economia”, diz o professor José Pastore, da Universidade de São Paulo (USP), um dos maiores especialistas em mercado de trabalho do país.
VEJA
Resultado dessa deterioração de expectativas é a desaceleração no ritmo de criação de vagas. Em 2014, o país criou 396.933 postos, o pior resultado desde 1999. Por setor, a indústria de transformação foi a que mais demitiu: cortou 163.817 empregos. Já o setores de serviços e comércio abriram, respectivamente, 13% e 40% vagas a menos na comparação com 2013. “Em setores em que as demissões superam as contratações, como indústria e construção, os números devem continuar no terreno negativo. Já nos setores em que as contratações superam as demissões, como comércio e serviços, a tendência é de um menor ritmo de admissões”, afirma Aloisio Campelo, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).
As notícias de demissões, que começaram no ano passado, são muitas. Só as montadoras demitiram 12,4 mil trabalhadores em 2014. No setor de autopeças foram 19 mil cortes. Os bancos também já dispensaram 5 mil postos de trabalho no ano passado, segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf). Para este ano, o cenário que se desenha não é animador. A associação dos fabricantes de veículos, Anfavea, relatou que mais de 12 mil vagas já foram extintas no setor apenas no primeiro mês do ano.
“Percebo que houve um aperto no mercado de trabalho, que tem a ver com momento econômico”, diz a pedagoga Sara Palma, de 30 anos Ivan Pacheco/VEJA.com
Segundo especialistas, a taxa de desemprego deve começar a sentir o impacto da crise já nos primeiros meses deste ano, já que muitas pessoas que desistiram de procurar emprego devem tentar voltar a um mercado desaquecido e sem tantas oportunidades. Com isso, o indicador deve subir para um patamar acima de 6%, no caso da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), e de 8% considerando a Pnad Contínua, que foi recentemente adotada pelo IBGE para medir a temperatura do mercado de trabalho. A professora e pedagoga paulistana Sara Palma, de 30 anos, já contribui para esta elevação. Demitida de uma distribuidora de petróleo em dezembro, onde trabalhava na área de formação educacional, ela tenta voltar a atuar na área, mas ainda não conseguiu se recolocar devido às dificuldades do mercado. “Percebo que houve um aperto nas contas, que tem tudo a ver com o momento delicado da economia. Muitas universidades e colégios particulares se reestruturaram e estão reaproveitando o pessoal interno, para produzir mais com menos”, diz.
O pessimismo em relação à economia é reforçado pelos baixos índices de confiança, de empresários a consumidores, que atingem mínimas recordes. Dados do Ibre/FGV mostram que a confiança do consumidor atingiu em janeiro o menor patamar da série histórica, que começou em 2005. Na mesma linha, os índices de confiança do comércio e de serviços também alcançaram os menores patamares históricos no primeiro mês do ano. “Na cabeça de empresas e consumidores, a percepção é de continuidade do cenário de atividade fraca. E o ‘mais do mesmo’ causa um desapontamento, já que não se vislumbra uma luz no fim do túnel”, afirma Aloisio Campelo, economista da FGV.
Da perspectiva das empresas, a estratégia tem sido aumentar o rigor na hora da contratação. “Como as coisas estão mais difíceis, as companhias não podem errar no processo de seleção. Cada recurso é um investimento, então as empresas querem fazer a admissão certeira, já que não há mais margem para investir tanto na qualificação do funcionário”, ressalta Leonardo de Souza, diretor-executivo da Michael Page. “Não terá muito espaço no mercado para profissionais menos qualificados. As contratações estão mais direcionadas para uma posição-chave”, acrescenta Alessandra Zambroni, consultora da DM Executivos, do grupo Cia. de Talentos.
Água e energia – A crise hídrica, que afeta especialmente a região Sudeste, pode respingar no mercado de trabalho. Entre os setores mais vulneráveis, segundo José Pastore, estão o comércio e as indústrias de alimentos, têxtil, de cimento e papel e celulose, que podem sofrer um aumento de custos. Deve-se considerar, no entanto, que grandes empresas podem estar menos expostas à falta d’água. Isso porque muitas delas já investiram em alternativas, como o abastecimento privado e reuso de água, para evitar um impacto maior. Além disso, muitas têm plantas em diversos Estados do país, e não dependem exclusivamente do Sistema Cantareira, que fornece água para São Paulo e quase metade de região metropolitana. Irineu Carvalho, do Itaú BBA, também cita os setores de hortifrúti, restaurantes e hotéis. “Para um restaurante, um poço artesiano sai caro, então ele vai depender de caminhões pipa”, diz.
No caso da crise energética, o impacto é generalizado e ameaça todos os setores econômicos. Carvalho pondera, no entanto, que as consequências podem ser mais amenas do que as vistas no apagão de 2001, quando houve um corte de fornecimento na casa dos 20%. Para este ano, a previsão do banco é de que ocorra uma redução de até 10%, resultado, sobretudo, dos investimentos em interligação dos sistemas.
Petrobras – Os analistas também manifestaram preocupações em relação a prestadoras de serviços da Petrobras, em meio às denúncias de desvios de recursos investigadas pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF). No conjunto, estima-se que apenas em novembro do ano passado, foram fechados 10 mil postos de trabalho entre fornecedoras e companhias contratadas em empreendimentos como as refinarias do Comperj, no Rio de Janeiro, e de Abreu e Lima, em Pernambuco. “As denúncias de corrupção e o risco de insolvência afeta diversas empresas, que podem continuar reduzindo seu quadro de funcionários. Isso deve acelerar de forma significativa em 2015”, prevê Pastore.
Iguaí: Motorista morre ao ser arremessado para fora do veículo na BA 262
Um grave acidente na BA 262, entre os municípios de Iguaí e Ibicuí, no Sudoeste da Bahia, aproximadamente 500 km de Salvador, levou a óbito Fernando de Carvalho, mais conhecido como “Fofão”, neste domingo (08), por volta das 13:00h.
A vítima era mecânico eletricista e bastante conhecido em Iguaí, onde possuía muitos amigos. Segundo informações, após perder o controle da direção, o veículo capotou e o motorista foi arremessado para fora.
Ele foi socorrido e levado ao Hospital Manoel Martins de Souza de Iguaí, mas não resistiu, vindo a falecer assim que chegou à unidade de saúde.
O seu corpo foi encaminhado para o IML de Vitória da Conquista, por volta das 17:00h.
Fonte: Iguaí Mix
Adolescentes posam armadas e seminuas em rede social
Duas adolescentes estão sendo investigadas pela Polícia Civil por apologia ao tráfico e transporte de drogas em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro. De acordo com o portal R7, os agentes apuram suposta ligação das jovens com traficantes de várias comunidades.
Ainda segundo o R7, uma das adolescentes postou fotos e vídeos fazendo apologia ao tráfico de drogas em uma rede social. A partir desse material, a polícia passou a rastrear os passos das adolescentes.
Segundo o delegado, o setor de inteligência monitorava uma rede social quando apareceram as duas jovens em possível ligação com traficantes.
O Conselho Tutelar foi acionado e as meninas, de 14 e 15 anos, foram encaminhadas para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), que assumiu as investigações. Em um dos vídeos publicados, uma das menores de idade aparece brigando com outra menina. As jovens posaram seminuas e com armas. Em comum, elas possuem na perna uma tatuagem de uma arma.
Mulher em visível estado de embriaguez surta e interrompe o trânsito no Primavera
(Fotos Carlos Silva/Redação)
No início da tarde deste domingo (08) por volta das 12:24 hs uma mulher, de aproximadamente 30 anos de idade, aparentando embriaguez, interrompeu o trânsito por vários minutos na Avenida Flamengo,no Bairro Primavera.
No início ela se encontrava já caída na rua principal,onde é realizada a feira do bairro (Feirinha do Primavera) onde um rapaz de camiseta branca tentava reanima-la.
Pouco depois a mesma mulher foi flagrada já na Avenida Flamengo,onde veículos tiveram que se desviar para não atropela-la pois a mesma se jogava na frente dos veículos.
O trânsito ficou temporariamente interditado no local,os condutores pararam os veículos,em uma das vias causando um pequeno engarrafamento.
Pessoas que passaram pelo local comentavam que a mulher poderia estar não somente bêbada,mas também drogada,por conta das reações.
Não tivemos informações de como foi o desfecho desta história,se ela foi socorrida por uma equipe do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) ou se a PM interveio ou se algum parente apareceu ao local.
Fonte:itapetingaacontece



































