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Peixe-Remo serpente marinha

 

 

incrível peixe -remo  ou Regalecus glesne Seu nome científico- pode ser o verdadeiro animal que foi confundido deste os tempos antigos com a serpente marinha que destruía e afundava grandes navios, embarcações.

Animais e peixes dessa espécie chegam a medir 11 metros de comprimentos e se movem como um cobra exatamente como as descrições que os antigos navegantes faziam dos monstros marinhos que surgiam do nada das profundezas dos oceanos.

Quem vê de perto este peixe enorme fica surpreso. Cada vez mais é encontrado esta espécie  nadando em águas rasas ou encalhado na costa das praias. Mas  é raro quem consegue ver este peixe, pois ele vive em águas profundas localizas a 150 e 300 metros.

O peixe da família Regalecidae, conhecido popularmente como peixe-remoregalecorelangueiro ou rei-dos-arenques, foi identificado pela primeira vez em 1772 pelo biólogo norueguês Peter Ascanius.  Por falta de tecnologias nessa época, faz pouco tempo os  que estes peixes foram filmados por cientistas em seu hábitat em 2001. O peixe nada vertical, fazendo ondulações com sua barbatana dorsal para se manter parado e para se alimentar. O que contrasta com o serpenteio horizontal  que faz em águas rasas.

conhecido popularmente como peixe-remo, regaleco, relangueiro ou rei-dos-arenques
Conhecido popularmente como peixe-remo, regaleco, relangueiro ou rei-dos-arenques

Mede aproximadamente 11 m de comprimento e se alimenta de pequenos peixes. Seu principal predador é o tubarão. Trata-se de um peixe magnífico. É prateado com manchas azuis e tem barbatanas vermelhas, além possui um tipo de “topete” vermelho em cima da cabeça.

Longe da costa, em mar aberto, este animal se adapta e camufla fácil na água. O que dificulta se vistos em alto mar. As pessoas ficam maravilhadas quando conseguem ver um na superfície. A emoção sentida é como se fizesse contato com um alienígena.

Aparições

Em maio de 2010, foi encontrado na Suécia um peixe-remo de 3,65 metros. Foi a primeira vez que se encontrou um peixe-remo no país em 130 anos. Em outubro de 2013, uma instrutora de ciência marinha levou um susto ao avistar no mar em Los Angeles, na Califórnia (EUA) um Regaleco com mais de 5,4 m de comprimento. Com menos de uma semana, outro peixe-remo foi encontrado morto nas areais da praia de Oceanside na Califórnia, desta vez com 4,27 metros. Uma nova aparição foi registrada no dia 10 de abril de 2014 em Cortez, no México. O espécime media aproximadamente 4,5 metros.

As pessoas ficam excitadas onde os peixes são encontrados. É sensacional poder assistir, tocar, pegar  e pesquisar o animal que nunca tínhamos visto antes. Tudo pela primeira vez é incrível. “Para mim foi como voltar à infância e abrir um presente de natal” disse Jeff Chace do Instituto Marinho da ilha de Catalina, na costa da Califórnia. Os biólogos do instituto costumam dissecar o corpo e enviar amostra à outros organismo e centros de estudo interessados no peixe gigante.

Ainda são teorias, ninguém sabe o real motivo das aparições destes animais nas praias. Especulam que eles podem ter fugido de tempestades, ou vindo à costa por estavam doentes ou pela necessidade de se alimentar ou encontrar um parceiro, já que o mar está cada vez mais poluído.

“Outras possíveis causas são a chamada maré vermelha (proliferação excessiva de algas tóxicas), a presença de predadores ou de embarcações, ou ainda mudanças nas correntes marítimas”, diz. “Ou também uma combinação de fatores”.

Os cientistas esperam que novas aparições ou a melhoria dos equipamentos submarinos de pesquisa possam ajudá-los a finalmente desvendar os segredos desse animal que ganhou status tão mítico.

Cultura Japonesa sobre o peixe-remo

Os japoneses acreditam que o animal antecipa fenômenos, sinaliza que virá terremotos. “O peixe é um mensageiro do palácio do Deus do mar” . Os peixes são mais sensíveis aos movimentos das falha ativas do que aqueles que vivem na superfície” falou Kiyoshi Wadatsumi especialista em sismologia. O que explica o costume de relacionar estes animais com terremotos e erupções.

Mas não existe evidencias científicas que provem esta relação do peixe com os fenômenos naturais.