SÃO PAULO, SP, 27.07.2015: EDUARDO-CUNHA - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que participa de almoço-debate promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), no hotel Grand Hyatt, na zona sul de São Paulo, nesta segunda-feira (27). (Foto: Nelson Antoine/Frame/Folhapress)

SÃO PAULO, SP, 27.07.2015: EDUARDO-CUNHA – O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que participa de almoço-debate promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), no hotel Grand Hyatt, na zona sul de São Paulo, nesta segunda-feira (27). (Foto: Nelson Antoine/Frame/Folhapress)

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), saiu em defesa da proposta que aumenta a remuneração do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) nesta segunda-feira (17). O tema está na pauta de votação no plenário e será primeiro item apreciado na terça-feira (18).

“Primeiro, o dinheiro não é do governo, é do trabalhador. Segundo, são só saldos dos novos depósitos a partir de 2016. Terceiro, o governo tem mais de R$ 80 bilhões em caixa”, afirmou.

Como informou a Folha hoje, há mais de 20 projetos em tramitação no Congresso sobre a correção do fundo.

A proposta defendida por Cunha iguala a regra do FGTS à da poupança: correção de 6,17% ou 70% da taxa Selic + TR ao ano. As novas regras valeriam apenas para depósitos feitos a partir de 2016.