Reconhecido como o principal afluente do Rio Catolé, no Médio Sudoeste do Estado, o Rio Catolézinho secou totalmente e pode levar Itapetinga, a maior cidade da região, a uma crise hídrica sem precedentes, com a colaboração irresponsável de produtores rurais da região, que captam ilegalmente as águas desses dois mananciais, para fins comerciais.
Como se não bastasse a seca que já se prolonga por seis anos, os principais rios da região, o Catolé Grande e o Catolézinho vêm sendo alvo de captações clandestina por parte de fazendeiros, que desenvolvem em suas margens projetos de agricultura irrigada que sugam o que restou das águas desses rios, comprometendo o abastecimento da cidade e até das fazendas de pecuária, onde o gado não tem mais o que beber.
Numa rápida inspeção realizada nesta terça, técnicos do SAAE de Itapetinga detectaram diversas captações de água clandestinas e barragens improvisadas, com bombas instaladas para irrigar plantações de milho e capineiras, o que agravou ainda mais a situação do Rio Catolézinho, secando totalmente o seu leito.
Sem o mínimo de consciência, esses proprietários rurais, alguns deles conhecidos comerciantes locais, estão contribuindo negativamente para agravar ainda mais o abastecimento da cidade, que pode entrar em colapso a qualquer momento.
Alguma coisa precisa ser feita com urgência pelas nossas autoridades, antes que o Catolé seque totalmente. E olha que uma barragem na cabeceiro do Catolé já está sendo anunciada pelo Governo do Estado, para abastecer Vitória da Conquista, cuja crise hídrica é bem maior que a de Itapetinga.
Porque criticar os fazendeiros por captam água para uso próprio e não à grande barragem que já está sendo anunciada pelo Governo do Estado, para abastecer Vitória da Conquista. Esta barragem: Vai ser igual a transposição do São Francisco, beneficiará alguns e os demais ficarão a mercê. O Catolé já está quase não dando conta para Itapetinga e região sem a barragem, imaginem quando concluírem, fazendo a captação para Conquista…
Porque para captar água é necessária a solicitação de outorga ao órgão ambiental responsável. O que garante a legalidade da ação e auxilia na gestão do recurso hídrico.
Esqueci de comentar que vi no Ba TV, noticia que a barragem não beneficiará somente o abastecimento das cidades de Vitoria da Conquista e região, mas que também abastecerá as irrigações dos produtores rural da referida região. Então porque os produtores de Itapetinga não podem ter as suas captações que inclusive: Foram custeadas com recursos próprios?
os fazendeiros daqui teriam que procurar ou brigar pra nao fazer a barragem e nao acabar de matar os nossos rios,o que estao fazendo é muinto triste e inrresponsabilidade,nao em porta se é com recursos proprios ou nao está confrontando a lei tem que multados e punidos serveramente.
Porque criticar os fazendeiros por captam água para uso próprio e não à grande barragem que já está sendo anunciada pelo Governo do Estado, para abastecer Vitória da Conquista. Esta barragem: Vai ser igual a transposição do São Francisco, beneficiará alguns e os demais ficarão a mercê. O Catolé já está quase não dando conta para Itapetinga e região sem a barragem, imaginem quando concluírem, fazendo a captação para Conquista…
Onde se lê captam, leia se captarem.
Porque para captar água é necessária a solicitação de outorga ao órgão ambiental responsável. O que garante a legalidade da ação e auxilia na gestão do recurso hídrico.
Esqueci de comentar que vi no Ba TV, noticia que a barragem não beneficiará somente o abastecimento das cidades de Vitoria da Conquista e região, mas que também abastecerá as irrigações dos produtores rural da referida região. Então porque os produtores de Itapetinga não podem ter as suas captações que inclusive: Foram custeadas com recursos próprios?
os fazendeiros daqui teriam que procurar ou brigar pra nao fazer a barragem e nao acabar de matar os nossos rios,o que estao fazendo é muinto triste e inrresponsabilidade,nao em porta se é com recursos proprios ou nao está confrontando a lei tem que multados e punidos serveramente.