Uma mulher de 43 anos é acusada de jogar ácido muriático na marido e na suposta amante, no bairro de Castelo Branco, em Salvador. De acordo com a Polícia Civil, a Suely dos Santos teve a prisão em flagrante convertida em preventiva na quinta-feira (30).
Ainda segundo a polícia, o motorista do táxi, no qual a vítima e a suposta amante estavam, também teria sido atingido, mas ainda não foi localizado. O caso aconteceu na última segunda-feira (27).
O marido de Suely ficou com o rosto queimado e teve parte da visão de um dos olhos comprometida. Já a mulher, teve braços, costas, pernas e abdômen atingidos pelo ácido. Eles seguem internados no Hospital Geral do Estado (HGE), sem previsão de alta.
A polêmica envolvendo o cantor Gusttavo Lima e a música ‘Que Mal Te Fiz Eu’ pode ter novos rumos. O sertanejo foi proibido pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro de executar a canção, com risco de multa diária no valor de R$ 10 mil, em caso de descumprimento. Além disso, todos os exemplares dos CDs “Ô Sofrência” e “Arena pop 2015” devem ser recolhidos das lojas.
O motivo da decisão judicial, movida pelo cantor português, Ricardo Landum, foi a alteração da letra do hit, que em outubro de 2008, foi registrada na Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), sendo autorizada a utilização sem exclusividade, mas sua letra não deveria sofrer nenhum tipo mudança. O cantor teria alterado a letra original sem a devida autorização e eliminou a seguinte estrofe: “não entendo porque me desprezas e de mim te afastas, como se eu fosse um pedinte, sim”.
Porém, em comunicado à Folha de S. Paulo, a assessoria de Gusttavo Lima isentou o artista dizendo que as devidas alterações se devem a mudança do idioma, mas jogou a responsabilidade das mudanças para o cantor baianao Tayrone, que também gravou a música.
Além disso, a defesa do sertanejo afirma que recebeu autorização da sua gravadora, Som Livre, para gravar uma versão da música e que Landum recebe 100% dos direitos autorais da música.
Uma colisão frontal entre dois ônibus escolares deixou vítimas mortas e feridas na rodovia AL-110 no interior de Alagoas, no trecho que compreende o município de Junqueiro, nesta quinta-feira (30). Os veículos envolvidos no acidente são das prefeituras de Junqueiro e de Teotônio Vilela. O Instituto de Medicina Legal (IML) esteve no local e recolheu os corpos de dois homens e três mulheres. Entretanto, inicialmente o Corpo de Bombeiros contabilizou seis mortes no local.
A assessoria de comunicação da Unidade de Emergência do Agreste (UE) informou que 45 pessoas deram entrada na unidade de emergência. Duas delas foram operadas em estado grave e encaminhadas para a Área Vermelha. Os demais pacientes estão fora de perigo. O Hemocentro de Arapiraca (Hemoar) solicita que voluntários compareçam para fazer doação de sangue. Os voluntários devem comparecer ao Hemoar, das 7h às 16h, que fica ao lado do Hospital Regional, próximo ao 5º Centro de Saúde, em Arapiraca.
O secretário de Comunicação e Eventos de Junqueiro, Jair Santos, esteve no local e disse que os motoristas dos dois ônibus morreram antes da chegada do socorro médico. Em nota encaminhada à imprensa, a assessoria de comunicação de Teotônio Vilela lamentou o acidente e informou que ao menos 6 pessoas morreram ainda no local, e que todos os esforços foram feitos para tentar salvar as vidas dos sobreviventes.
Perícia indica falsificação de documentos por parte do Internacional no “Caso Victor Ramos”
Nesta quinta-feira (30), o “Caso Victor Ramos” ganhou um novo capítulo. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), através de nota oficial, anunciou que uma perícia comprovou a falsificação de documentos por parte do Internacional.
O ex-presidente do Inter, Vitório Piffero e os advogados que defendem o clube gaúcho, foram intimados para prestar esclarecimentos em audiência nesta tarde, mas não compareceram. Ausência foi justificada como “problema de saúde e compromissos profissionais”.
Enquanto isso, o caso segue sem definição. No próximo dia 4 de abril, três árbitros – um italiano, um português e um israelense – ouvirão e avaliarão todas as partes envolvidas no processo, em uma audiência na Corte Arbitral do Esporte (CAS), na Suíça, para decidir o caso.