alx_ciencia-mosquito-transmissor-febre-amarela-haemagogus-leucocelaenus-20090806-63-2_originalO surto atual é considerado o maior nas últimas décadas

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) mostrou que o vírus do surto da febre amarela tem uma mutação genética inédita. Publicado nesta segunda-feira (15), o estudo mostrou que não existem registros de transformações em vírus anteriores.

No entanto, mesmo tendo sido descoberto agora, os cientistas da Fiocruz afirmaram que o imunizante que a população brasileira está recebendo consegue proteger contra vários genótipos do vírus, inclusive os que circulam na América do Sul e na África.

Segundo o último boletim realizado pelo Ministério da Saúde, foram confirmados 756 casos no Brasil e desses, 259 pessoas morreram por conta da infecção.