Um transexual de 20 anos de idade foi morto no último domingo (25) após se envolver em uma confusão com os donos de um bar na cidade de Apuarema. A vítima, Vaneilson Oliveira, conhecido popularmente pelo apelido de Ney, morreu com uma facada no circuito da festa de São João.
Segundo relatos de moradores, o desentendimento surgiu após Vaneilson ter sido questionado pela proprietária do bar sobre o pagamento do consumo de uma bebida. Durante a discussão, Ney teria agredido a mulher. Em seguida saiu em direção ao barracão onde acontecia a festa junina, quando acabou sendo localizado e esfaqueado pelo esposo da dona do bar.
De acordo com informações de populares, o socorro médico demorou e Ney acabou morrendo. O corpo foi sepultado na segunda-feira. O casal envolvido no homicídio foi preso pela PM e apresentado na delegacia local. (Giro Ipiaú)
O empresário Joesley Batista, sócio da J&F e autor da delação que gerou abertura de inquérito contra o presidente Michel Temer, foi internado no Hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, informou nesta quarta-feira (28) a assessoria do centro médico.
O hospital informou, por e-mail, que Joesley solicitou privacidade. Questionada sobre os motivos da internação, a assessoria do Grupo JBS disse que o empresário deu entrada na noite de terça (27) com dores no nervo ciático. Ainda de acordo com a assessoria, não havia previsão de alta.
Com a bandeira “vamos parar o Brasil contra a Reforma Trabalhista, em defesa dos direitos e da aposentadoria”, as centrais sindicais irão realizar a segunda greve geral do ano nesta sexta-feira (30). A primeira foi dia 28 de abril e reuniu 80 mil pessoas na capital soteropolitana. Com a programação de uma manifestação às 6h no Iguatemi e outra às 15h no Campo Grande, diversas categorias trabalhistas irão paralisar suas atividades em protesto ao governo Temer e às reformas Trabalhista e Previdenciária. De acordo com o presidente da Central Única de Trabalhadores da Bahia (CUT-BA), Cedro Silva, algumas categorias já confirmaram a participação na greve geral. Dentre elas estão os ferroviários petroleiros, os químicos, os servidores públicos federais, estaduais e municipais, os previdenciários, o Correios, os vigilantes, os bancários, os metalúrgicos, os comerciários, os professores, além de outros sindicatos. Os rodoviários irão decidir se irão aderir à greve nesta quinta-feira (29).
A CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado aprovou o parecer favorável à reforma trabalhista do senador Romero Jucá (PMDB-RR), em sessão que durou mais de 13 horas nesta quarta-feira (28). Foram 16 votos a favor, 9 contrários e uma abstenção.
Com o resultado, a reforma trabalhista termina sua passagem pelas comissões do Senado e segue para análise em plenário, que dará a palavra final da Casa sobre o projeto.
Ao final da sessão, os senadores também aprovaram a urgência do projeto, o que significa que ele poderá ser votado em plenário após duas sessões.
A CCJ é a terceira comissão do Senado a analisar a proposta de reforma trabalhista. Ela passou primeiro pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde o parecer do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), favorável à reforma, foi aprovado.
Ferraço também foi relator na segunda comissão, a de Assuntos Sociais (CAS). Lá, porém, seu relatório foi rejeitado por 10 votos a 9, levando o governo a sua primeira derrota desde que o projeto foi apresentado, no final do ano passado.