Na manhã de quinta-feira (28), uma menina recém-nascida foi encontrada morta após ser jogada em uma lixeira do 6º andar, em Santos, no litoral de São Paulo.
A mãe suspeita do crime trocou mensagens de texto momentos antes com o pai do bebê. Segundo a polícia, ela teria demonstrado insatisfação com a filha e dito não querer ‘mais uma boca para comer’. Ela está presa preventivamente pelo crime de homicídio qualificado.
O corpo foi localizado por um catador de latinhas que revirava o lixo, no bairro Gonzaga. Segundo a Polícia Civil, conversas mantidas pelo aplicativo de mensagens WhatsApp dão conta de que, antes do crime, a mãe da criança deu a entender que não a queria por motivos financeiros.
“Havia uma conversa na qual ela dizia que eles ‘não tinham condições de criar mais uma boca’. Ele chegou a sugerir que ela fosse embora para Ribeirão Preto. Depois, diz ‘você matou minha filha’, seguido de ‘se livra disso’”, afirmou o delegado responsável pelo caso, Renato Mazagão Júnior.
A polícia, a princípio não trabalham com a hipótese do pai ter participado do crime. Ele teria apenas auxiliado na fuga da ex-companheira, pedindo um veículo por aplicativo para transportá-la, junto com a filha de três anos, para Praia Grande, no litoral paulista, onde também tem um imóvel.
A mãe foi presa preventivamente pelo crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Já o pai chegou a ser preso, mas já foi liberado, decisão que foi acompanhada pelo Ministério Público. Ele foi indiciado por favorecimento pessoal.
Um professor foi morto a tiros, na manhã da última quarta-feira (27), na cidade de Guaiúba, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).
O crime aconteceu na Escola de Ensino Fundamental e Médio José Tristão Filho, localizada na Rua Maria do Carmo, 100.
Segundo informações colhidas pela Polícia no local do crime, um aluno invadiu a escola e atirou contra o professor, que era também o coordenador da unidade de ensino, em sala de aula, diante de vários colegas. Em seguida fugiu. Os dois haviam discutido anteriormente.
De acordo o M Ceará, o professor, cujo nome não foi revelado, foi baleado no tórax e abdome. Uma equipe de socorristas foi enviada ao local, mas a vítima não resistiu aos ferimentos.
O clima de pânico tomou de conta dos alunos, funcionários e demais professores da escola.
A Polícia Militar cercou o local, mas não localizou o aluno atirador.
Pesquisadores da Universidade de Sorocaba (Uniso) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, criaram um curativo cicatrizante a partis de uma proteína encontrada no abacaxi. “Quem tem ferimentos graves sabe muito bem a diferença que faz um bom curativo.
Ele precisa criar uma barreira contra microrganismos, evitando contaminações, e também ser capaz de propiciar atividade antioxidante para diminuir o processo inflamatório de células mortas e pus”, explicou Angela Faustino Jozala, coordenadora do Laboratório de Microbiologia Industrial e Processos Fermentativos (LaMInFe) da Uniso e uma das autoras do artigo.
Segundo a Agência Fapesp, foram realizados testes em laboratórios, com o uso de membranas de nanocelulose bacteriana. As estruturas foram submersas por 24 horas em solução de bromelina, a proteína do abacaxi. O resultado foi um aumento de nove vezes na atividade antimicrobiana da nanocelulose bacteriana.
Com a bromelina, os pesquisadores perceberam que, além de aumentar a propriedade antimicrobiana da nanocelulose bacteriana, também foi criada uma barreira seletiva que potencializou a atividade proteica e outras atividades importantes para a cicatrização, como o aumento de antioxidantes e da vascularização. “Uma pele não íntegra tem como maior problema a contaminação. O paciente fica suscetível a ter uma infecção seja em casos de queimaduras, ferimentos ou feridas ulcerativas.
A bromelina cria essa barreira tão importante”, acrescentou a cientista. De acordo com o estudo, 30 minutos após ser incorporada a membranas de nanocelulose bacteriana, foi observada uma liberação maior de bromelina e com maior capacidade de ação antimicrobiana.
Cães farejadores ajudaram a Polícia Civil a considerar esclarecido o assassinato da menina Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, que desapareceu no último dia 8 de junho, depois de sair de casa para andar de patins, em Araçariguama, interior de São Paulo.
Segundo a polícia, a garota foi assassinada pelo casal Bruno Marcel de Oliveira, de 33 anos, e Mayara Borges de Abrantes, de 24 anos, presos na manhã desta sexta-feira, 29, em Mairinque, na mesma região. “As diligências empregadas com cães farejadores, treinados para situações como as aqui tratadas, identificaram a presença de Bruno no local em que o corpo da vítima foi localizado”, afirmou a polícia no pedido de prisão temporária do casal.
Burno e Mayara já tinham sido apontados como autores do crime pelo servente de pedreiro Julio César Lima Ergesse, que também está preso. A polícia acredita que ele ajudou o casal a matar Vitória, por isso ele também foi indiciado por homicídio doloso, juntamente com o casal.
Na manhã desta sexta-feira, a polícia levou os cães à casa de Bruno, em Mairinque, para a coleta de novas provas. De acordo com o delegado seccional de Sorocaba, Marcelo Carriel, Bruno e Mayara negam o crime, mas, em seus depoimentos, entraram em contradição diversas vezes.
No pedido, a polícia afirmou ser necessária a prisão temporária “para se resguardar o sucesso das investigações, pois é imprescindível e urgente o esclarecimento dos fatos, até diante das novas evidências surgidas” e “diante do clamor popular que o caso alcançou”. A prisão foi decretada pela Justiça pelo prazo de 30 dias.
O caso
Vitória saiu de casa, no dia 8 de junho, para andar de patins e não voltou mais. A cidade de 17 mil habitantes se mobilizou nas buscas pela garota. O corpo foi encontrado oito dias depois, numa mata à margem da Estrada de Aparecidinha. Os patins foram achados ao lado do corpo.
A perícia mostrou que Vitória foi morta de forma violenta, por estrangulamento. Marcas nos braços e pernas revelaram que ela tentou se defender do agressor e teria sido amarrada. A Secretaria da Segurança Pública do Estado chegou a oferecer uma recompensa de até R$ 50 mil a quem desse informações concretas sobre a autoria do crime. // Com informações do Estadão Conteúdo.