O brasileiro Marcelo Bauer foi preso na Alemanha no último dia 25 de abril e cumprirá no país pena de 14 anos de reclusão. Ele foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, em abril de 2012, a 18 anos de prisão pelo sequestro, asfixia por substância tóxica e assassinato – com 19 facadas e um tiro na cabeça – da ex-namorada, a estudante Thaís Muniz Mendonça, então com 19 anos. Após o julgamento de apelação criminal, a pena foi reduzida para 14 anos de reclusão.
A prisão do brasileiro no Centro Penitenciário de Bayeruth foi comunicada, segundo a Agência Brasil, em uma reunião entre integrantes da Secretaria de Cooperação Internacional do Ministério Público Federal (SCI-MPF) – que acompanha o caso desde 2013 – e a adidância policial alemã. A informação foi divulgada pelo MPF. Por ter cidadania alemã, Marcelo Bauer cumprirá a pena naquele país.
A prisão preventiva de Marcelo Bauer foi decretada ainda em 1987, quando ocorreu o crime, mas o então estudante fugiu do Brasil, com o auxílio do pai, o coronel Rudi Ernesto Bauer, que integrava o Serviço de Inteligência da Polícia Militar do Distrito Federal. Bauer foi encontrado 13 anos depois do crime, em Aarhus, na Dinamarca. Ele chegou a ser preso, em 2000, pela Interpol, que encontrou com o brasileiro passaportes falsos em nome de Sinval Davi Mendes.
O Ministério da Justiça solicitou a extradição de Bauer à Dinamarca, mas ele entrou com pedido de cidadania alemã e seguiu para aquele país. Desde 2002, o condenado mora em Flensburg. O Brasil também pediu a extradição à Alemanha, que foi negada em função da cidadania.
Segundo a Veja deste fim de semana, o filho do ex-presidente Lula, Luís Cláudio Lula da Silva está afundado numa depressão desde que o pai foi preso. A publicação informa que o caçula do clã dos Lula da Silva só tem saído de casa para visitar o pai condenado na cadeia.
Quando estava solto, Lula também não se arriscava a sair de casa para ir a um restaurante, supermercado ou passear na praça. O petista só frequentava ambientes controlados pelo PT, CUT e MST, devidamente cercado de militantes e apoiadores. Um luxo que o pobre Luís Cláudio Lula da Silva não pode contar.
Em 6 de dezembro do ano passado, a população de Itapetinga foi surpreendida com a excessiva ‘generosidade’ do governador Rui Costa (PT), que autorizou durante a inauguração do Ponto SAC, uma verdadeira enxurrada de obras para o município.
Na lista do “maior cumpridor de promessas do Brasil”, constavam um UTI Neonatal para o Hospital Cristo Redentor, 6 Km de asfalto entre a Exposição e a Rodoviária, Reforma da Central de Abastecimento, Reforma do Ginásio de Esportes, término das obras mal acabadas da Avenida Júlio José Rodrigues, reforma da desativada Residência do Derba, que ninguém pediu, mas que ele prometeu de lambuja, e algumas coisinhas mais.
De lá para cá, técnicos da prefeitura e até o próprio prefeito Rodrigo Hagge não pararam um só dia em busca das obras prometidas, mas nada foi autorizado nem realizado pelo governo do estado. Só enrolação, como aconteceu em um evento na vizinha Iguaí, 2 meses trás, quando Rui prometeu “novidades” para Itapetinga, no prazo máximo de 15 dias, e furou de novo.
No primeiro momento, duvidamos de quem dizia que as promessas do governador eram apenas uma “isca” para fisgar o jovem prefeito de Itapetinga, o que acabou não dando certo, enquanto os petistas riam abertamente de quem acreditou em Rui, afirmando que um certo deputado estadual do PT colocaria o”dedo no suspiro”, impedindo que governador prestigiasse um prefeito da oposição, que jamais o apoiaria.
Estavam todos certos e o tempo cuidou de nos mostrar que no ‘bico da caneta’ do governador Rui Costa nunca faltou tinta pra ‘autorizar’ o que jamais será pretende realizar, o que já virou uma marca do seu governo, Bahia afora.
Agora que a lei eleitoral não permite mais a liberação de verbas para obras não iniciadas a 90 dias do pleito, fica difícil ao governador sustentar as suas vãs promessas, a não ser que a sua caneta mágica faça algum milagre.