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:: 13/jan/2022 . 11:22

NOTA DE FALECIMENTO: MORRE AOS 74 ANOS O SR. MANUEL COSTA SILVA “MANOEL CHIRANHA” O PAI DE MARCO AURÉLIO E DÉU

Faleceu em sua residência na rua Manoel Gusmão nº 358 no bairro Primavera, por volta das 05h da manhã desta quinta-feira (13), aos 74 anos, o senhor Manoel Costa Silva.

Seu Manoel era querido e conhecido carinhosamente por “Manoel Chiranha”. Era morador antigo do bairro Primavera e Marceneiro de profissão.

Ele deixa a esposa Joana Dark e os filhos Marcos Aurélio, Déu e Sheila. Deixa também  netos

O corpo será velado no Cerimonial Pax Perfeição, de onde sairá o cortejo fúnebre por volta das 17h em direção ao cemitério Parque da Eternidade na Nova.

“Disse-lhe Jesus: EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.”
Descanse em Paz, Seu Manoel!

ITAPETINGA: MISSA DE 7º DIA EM MEMÓRIA DE VALMON SERÁ REALIZADA NESTA QUINTA (13) 18H NA IGREJA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

Será realizada nesta quinta-feira (13) a partir das 18h na Igreja Nossa Senhora das Graças, a Missa do 7º dia em memória do amigo e já saudoso, Valmon Oliveira Barbosa.

Os humanos desenvolveram uma infinidade de rituais para passar pelo processo de luto e amenizar a perda de um ente querido. A missa de sétimo dia é um deles.

A família convida, os familiares e amigos para comparecerem à essa linda e honrosa homenagem.

BEATRIZ SE ASSUSTOU AO VER A FACA, E O MORADOR DE RUA A MATOU PARA SILENCIÁ-LA, DIZ POLÍCIA

Beatriz Angélica Mota, criança de 7 anos morta a facadas dentro de um colégio particular em Petrolina em 2015, foi assassinada pelo então morador de rua Marcelo da Silva, de 40 anos. A menina teria se assustado ao vê-lo com uma faca, e o crime teria sido cometido para silenciá-la, segundo o secretário de Defesa Social, Humberto Freire. “Temos a motivação alegada se coadunando [coincidindo] com a dinâmica dos fatos que, ao haver contato do assassino com a vítima, ela teria se desesperado e por isso foi silenciada a golpes de faca”, declarou o secretário.

Em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (12), no Recife, Humberto Freire falou sobre a demora em apontar um autor para o assassinato, que ocorreu no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, segundo o G1. Na última terça-feira (11), seis anos, um mês e um dia depois do caso, a SDS disse que identificou o morador de rua Marcelo da Silva como o assassino de Beatriz. Ele foi indiciado pelo crime no mesmo dia.

O anúncio da autoria do crime ocorreu somente 15 dias depois que os pais de Beatriz percorreram durante 23 dias mais de 700 quilômetros a pé, entre Petrolina e o Recife, para pedir justiça. Após a identificação e confissão do suspeito do assassinato de menina Beatriz Angélica Mota, a mãe da menina, Lucinha Mota realizou uma live em uma rede social. Para ela, o crime ainda precisa de respostas para ser considerado elucidado.

“No inquérito de Beatriz, não cabe um inocente. Não cabe. Aqui no inquérito de Beatriz só cabe os culpados. Se foi feito exame de DNA, se deu positivo, tem outros elementos que precisam ser confirmados, principalmente a motivação do crime, porque não vem a polícia dizer que ele é um doido que estava no meio da rua e entrou no colégio, não. Não venham. Não venham com esse argumento porque comigo não cola, não. Ninguém entra no colégio Auxiliadora sem ser conduzido por alguém, principalmente para entrar naquelas salas ali. O DNA por si só não é suficiente”, disse.

APLICAÇÃO DA VACINA 100% BRASILEIRA DEVE COMEÇAR EM FEVEREIRO

O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feria (12) que as primeiras doses da vacina contra Covid-19 100% nacional começarão a ser aplicadas na primeira semana de fevereiro. Segundo o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) já tem IFA (ingrediente farmacêutico ativo) suficiente para produzir mais de 20 milhões de doses da vacina 100% brasileira.

“Este é um passo que o Brasil dá na autossuficiência das vacinas contra a Covid-19 e para também, quem sabe, passar a ser um exportador de vacina e um supridor desse insumo para toda a América Latina. Vimos no começo do ano passado quão importante é investir no parque industrial de saúde no Brasil. Esse passo sinaliza a independência para a produção desse insumo, que se mostrou fundamental no enfrentamento à pandemia”, afirmou.

O registro do insumo foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) na última sexta-feira (7). Até o momento, os mais de 120 milhões de doses da vacina AstraZeneca distribuídas e aplicadas durante a campanha de vacinação contra a Covid-19 foram produzidos na Fiocruz com IFA importado.

A produção do IFA em solo brasileiro só foi possível porque, em junho de 2021, AstraZeneca e Fiocruz assinaram um contrato para a transferência da tecnologia.

Para aprovar o IFA 100% brasileiro, a Anvisa fez diversos estudos de comparabilidade, analisando se a vacina teria o mesmo desempenho que a desenvolvida no exterior.

“Em 2019, o governo federal adotou uma estratégia de diversificação de vacinas e de tecnologias. Uma delas foi a assinatura de um contrato entre Oxford e Fiocruz que resultou na transferência de tecnologia. Um investimento de R$ 1,9 bilhão para que a Fundação se preparasse para esse fim”, ressaltou o secretário-executivo, que comentou ainda a celeridade de todo o processo.

“Algo que demora, em regra, dez anos levou apenas um ano para que pudéssemos transferir a tecnologia e começar a produzir a vacina 100% nacional”, contou Rodrigo Cruz.

Como resultado, os estudos comprovaram que o insumo mantém a eficácia do produto importado. Desde maio de 2020, a Fiocruz vem produzindo diversos lotes-teste que foram submetidos a análises da Anvisa, que já havia feito a Certificação de Boas Práticas de Fabricação do novo insumo, o que garante que a linha de produção cumpre com todos os requisitos necessários para a garantia da qualidade do IFA.

“A vacina com o nosso IFA passou por vários processos de controle de qualidade, quando na semana saíram a aprovação da agência reguladora e a liberação para a fase final de distribuição. O imunizante já está incorporado ao Sistema Único de Saúde, e o brasileiro mostrou que tem uma cultura de se vacinar. Mais de 90% do público-alvo já tomou a primeira dose e mais de 80% tomou a segunda dose. Diante disso, a produção da vacina em solo brasileiro vai suprir essa demanda”, finalizou.



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