:: ‘Bahia’
EM 2015 ITAPETINGA TEM QUE REAGIR OU VAI COMPLICAR

A cidade de Itapetinga conhecida como Capital Baiana da Pecuária, que fica localizada no Sudoeste da Bahia, vem sofrendo com o aumento de demissões no município e na região.
O maior prejuízo foi gerado pela grande demissão em massa, feito pela empresa calçadista a Vulcabrás/Azaleia.
Uma das cinco maiores empresas calçadistas do mundo e a maior da América Latina, a Vulcabrás/Azaleia chegou a gerar no município de Itapetinga e na região, 23.805 empregos diretos.
Em 2011 a empresa fechou seis filiais e deixou a região, muito preocupada com o futuro da empresa.
Em 2012 a situação piorou e a empresa fechou mais doze filiais, o que causou um pânico total em Itapetinga e região.
Nossa equipe de reportagem vem acompanhando, todo o processo e trás as informações de maneira fria e com dados que retratam a sofrida situação de Itapetinga e região.
18.305 postos de trabalho não existem mais, foram perdidos e em nenhum momento se viu, o Prefeito, Deputados, Senadores e Governador, comparecerem ao município para conversar com os representantes da empresa, em busca de uma solução para tentar segurar, essas demissões.
Isso sem falar nos empregos indiretos, mas para que você leitor tenha uma noção, só em conta/salário, foram deixados de ser depositados, cerca de 22 milhões mensalmente, era muito dinheiro pra uma região de 160 mil habitantes. Onde a Matriz e filiais estavam instaladas.
A Vulcabrás/Azaleia conta hoje com apenas 5.500 funcionários e a previsão para 2015 e de estabilidade no quadro.
A situação é muito preocupante também no comercio, pois uma farmácia que abril suas portas há um ano, com 17 funcionários, hoje conta com apenas 7 dos 17.
Itapetinga tem que produzir riquezas, pecuária e serviços não conseguem sustentar uma cidade de 74 mil habitantes. Sem falar que a prefeitura demitiu aproximadamente 400 contratados com 4 meses de atraso no pagamento dos vencimento, fora décimo e férias.
O desafio de Itapetinga para 2015 está lançado. Pois cidade menores aqui na região, já estão gerando vários postos de trabalho. Itororó poderá chegar a 1000, ainda esse ano.
Por Eliomar Barreira
Iguatemi de Salvador passa a se chamar Shopping da Bahia a partir da próxima quinta
Após 39 anos de existência, o shopping mais antigo da Bahia deixará de se chamar “Iguatemi”. A partir da próxima quinta-feira (8), o letreiro de 8 metros do centro comercial estampará o nome “Shopping da Bahia”.
Apesar de não fazer parte do Grupo Jereissati, o shopping Iguatemi de Salvador ainda utiliza o nome por meio de um licenciamento que custa aproximadamente R$ 20 mil anuais à empresa proprietária e administradora, Aliansce Shopping Centers para o Norte e Nordeste. “Não vamos mudar o nome, só tirar nosso pseudônimo.
Vamos nos assumir, pois já usamos esse nome no nosso slogan há muito tempo”, disse Ewerton Visco, diretor da Aliansce, em entrevista ao jornal Correio.
Ele ainda afirmou que o valor pago pelo licenciamento é pequeno quando comparado aos gastos, nos últimos sete anos, de cerca de R$ 60 milhões em reformas estruturais e à movimentação de R$ 1,4 bilhões por ano.
Será lançada, nesta semana, uma campanha publicitária relacionada ao novo nome, estrelada por artistas baianos, clientes, líderes religiosos, empresários e crianças de projetos sociais apoiados pelo shopping. Segundo a assessoria, nenhum dos participantes cobrou cachê.
Homem mata amigo por dívida de R$ 60,00 e logo em seguida comete suicídio no Piauí
Um homem foi morto com quatro tiros na noite do domingo (4/01), na zona rural da cidade de Oeiras, localizada a 313 km ao Sul de Teresina – PI. A vítima, identificada como Domingos Cláudio de Sousa (34 anos), foi assassinada por Francisco da Guia, que logo após o crime cometeu suicídio em sua residência.
Os dois estavam sob efeito de álcool e começaram a discutir por conta de R$ 60,00, uma dívida antiga. Uma briga se iniciou e Francisco sacou um revólver e acertou Domingos três vezes
De acordo com o delegado, a vítima não teve morte imediata e chegou a ser socorrida por um popular que passava no momento em uma Van. No caminho do hospital, Francisco interceptou o veículo com sua motocicleta e convenceu o motorista a estacionar, e logo em seguida disparou novamente contra a cabeça de Domingos, que morreu na hora.
A polícia isolou o local do crime e policiais saíram em busca de Francisco, mas ao chegar na residência do suspeito, constatou que ele havia tirado a própria vida com a mesma arma. Segundo informações do delegado, antes de morrer, o homem teria deixado um bilhete para a mulher e filha, além de um valor em dinheiro.
Os corpos foram encaminhados ao Hospital Regional Deolindo Couto, onde passaram por perícia e posteriormente liberados para os familiares realizarem o velório e sepultamento.
BAHIA LIDERA RANKING DE IRREGULARIDADES NO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA.
Moradores de imóveis do programa Minha Casa Minha Vida, construídos com recursos do governo federal, denunciaram problemas com tráfico, atuação de milícias, invasões, venda ilegal de apartamentos e mesmo homicídios em pelo menos 16 Estados brasileiros. A venda de drogas é a ocorrência mais frequente: das 108 denúncias enviadas desde abril aos Ministérios da Justiça e das Cidades, 70% envolvem a presença de traficantes, que por vezes expulsam, agridem e até assassinam moradores.
Depois do tráfico, o segundo maior número de relatos envolve a invasão de apartamentos (em grande parte das vezes, os crimes estão correlacionados), presente em 48% das denúncias. Em Rio Branco (AC), por exemplo, um morador do Residencial Rosa Linda, inaugurado em 2011, teria sido ameaçado e espancado, além de ter o imóvel invadido. As denúncias são anônimas. Em Rolândia (PR), no Parque Residencial José Perazolo, uma aposentada teria sido expulsa de casa por traficantes – e o apartamento transformado em boca de fumo.
A lista foi obtida pela reportagem no Ministério da Justiça, por meio da Lei de Acesso à Informação. As denúncias foram recebidas pelo grupo executivo criado em 8 de abril com o objetivo de “desenvolver ações integradas com órgãos de segurança sobre condutas ilícitas no âmbito de programas habitacionais instituídos pela União”.
A reportagem comprovou as denúncias em Itanhaém, Peruíbe e capital paulista. No ranking de irregularidades por Estado, São Paulo ocupa o quarto lugar: 10 denúncias, atrás de Minas e Rio, empatados com 18, e Bahia, na liderança, com 24. Só de um condomínio de Salvador, o Residencial Pirajá, com 340 apartamentos e inaugurado em março de 2012, partiram sete relatos, relacionados principalmente ao tráfico. No Rio, o maior problema é a milícia. Três denúncias apontam o Condomínio Ferrara, em Campo Grande, na zona oeste.
Outro lado
PMs afirmam que declarações “ameaçadoras” de Rui “desmotivam”

Governador Rui Costa passa em revista às tropas durante posse na Alba
A Associação de Praças da Polícia Militar da Bahia (APPM-BA), maior entidade representatividade da categoria com oito mil filiados em todo o estado, reagiu às declarações do governador Rui Costa (PT) durante apresentação do novo comandante geral da PM baiana, coronel Anselmo Alves Brandão, na última sexta-feira (2).
O líder baiano afirmou que não irá tolerar crimes envolvendo PMs e destacou que assim como o “policial é pai e mãe de família, que têm filhos, e eles devem voltar para casa depois de cumprir a jornada de trabalho, da mesma forma, eu quero que eles pensem que quem está na rua é um cidadão, um jovem, e mesmo aquele que está cometendo um delito tem um pai, tem uma mãe, que querem ver o filho, em algum momento, voltar para casa”.
“É lamentável ouvir de um governador recém-empossado palavras que, com certeza, desmotivam sobremaneira a comunidade policial militar, usando palavras com tom ameaçador como se nós policiais não fossemos pais e mães, filhos e netos ou como se não fizéssemos parte dessa sociedade e que também vem sofrendo com a violência inclusive do crime organizado”, criticou o presidente da APPM-BA, Roque Santos.
Para o dirigente, os policiais baianos vêm sendo “caçados”, e até o momento não houve nenhum pronunciamento oficial por parte do Estado.
“Não precisamos ser execrados, pois sabemos da nossa missão e continuamos fazendo mesmo com o risco da própria vida, precisamos de motivação e não de ameaças, nós nos respeitamos, queremos e exigimos ser respeitados”, cobrou.
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Vídeo: delegado mata suspeito de assalto dentro de agência bancária
A ação de um delegado da Polícia Federal contra um suposto assaltante foi registrada por câmeras de segurança de uma agência do Banco do Brasil, no Centro do Rio de Janeiro, capital, no final da tarde desta sexta-feira (3). De acordo com o vídeo e matéria publicada pelo site Extra Notícias, o policial identificado como Marcelo Nogueira reagiu a um assalto e matou o suposto assaltante.
Segundo as imagens e a publicação do Extra, o suspeito entra na agência e aborda o delegado, que usava o caixa eletrônico. O criminoso levanta a blusa e mostra que está armado. O policial então saca sua arma e atira contra o criminoso, que cai na hora.
As imagens mostram ainda a chegada de policiais militares à agência, acompanhados do delegado. Nogueira foi levado para a Divisão de Homicídios da capital, onde prestou depoimento. Segundo o Extra Notícias, ele disse que pagava contas no caixa eletrônico, quando foi abordado pelo criminoso.
De acordo com declaração do delegado Daniel Rosa, da DH, ao Extra, o caso configura-se como legítima defesa, e o policial não deve ser indiciado pelo homicídio, a não ser que surjam novas provas mostrando que ele se excedeu em sua ação.
MAIS UM POLICIAL MILITAR É ASSASSINADO
Um policial militar foi morto à queima-roupa, na noite de sábado (3), no distrito de Monte Gordo, em Camaçari. Segundo a polícia, o Cabo PM Eduardo Olímpio Santos Filho, lotado na 59ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), foi assassinado por dois homens que passaram em um carro e ao avistá-lo dispararam contra ele. Olívio não resistiu aos ferimentos e morreu na hora.
Um cabo da Polícia Militar (PM), identificado como Ronaldo Pinho de Almeida, de 44 anos foi morto por disparos de arma de fogo efetuados por bandidos durante um assalto a uma lotérica no município de Santo Estevão, no Centro Norte Baiano, no dia 24 de novembro. Quatro assaltantes a bordo de duas motocicletas reconheceram o militar, conhecido também na cidade como cabo Pinho, que estava dentro do estabelecimento realizando uma aposta e dispararam acertando costas e na virilha da vítima. Ele foi socorrido para hospital da cidade de Feira de Santana, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Já em dezembro de 2014, o policial militar Diogo Santos Freire, lotado na 49ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), baleado durante um assalto a ônibus no bairro de Nazaré, em Salvador, morreu horas depois de ser socorrido para o Hospital Geral do Estado (HGE). Parentes informaram para reportagem que Diogo sofreu uma parada cardio respiratória durante a cirurgia e não resistiu. De acordo com informações da Central de Polícia (Centel), o policial estava no fundo do coletivo e entrou em luta corporal com um dos bandidos. O PM foi surpreendido e acabou recebendo um tiro nas costas.
Polícia recebe até mapa de boca de fumo em denúncia feita por WhatsApp
Outra forma de acesso é pelo Sistema de Informação para Proteção à Pessoa (SIPP), aplicativo lançado pelo DHPP em maio
Plim, plim! Dispara o alerta do Whatsapp. Na sala do Serviço de Inteligência do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), um agente checa a mensagem. É uma denúncia sobre o paradeiro de um bandido. A partir dali, a Polícia Civil parte para as investigações. Por dia, são muitas as mensagens. Algumas infundadas, outras certeiras. Fato é que, um dos aplicativos mais populares de troca de mensagens, o WhatsApp se transformou também em uma importante arma contra o crime na Bahia.
Desde maio, ele é usado pela Polícia Civil para obter informações da bandidagem. São imagens, relatos e mesmo um passo a passo de como chegar a uma boca de fumo. Até o dia 16 de dezembro, a polícia contabilizava 25 prisões por meio das mensagens encaminhadas ao número (71) 9956-2436. Durante as operações, sete suspeitos morreram ao resistir à prisão.
A ação da polícia é uma resposta aos criminosos que já incorporaram o WhatsApp no seu dia a dia. Eles usam mensagens de texto e gravações para mostrar o preparativo de assaltos e a escolha dos alvos, por exemplo. “O bandido pode não ter carteira de identidade, mas tem um smartphone com o WhatsApp”, diz o diretor do DHPP, o delegado Jorge Figueiredo.
O Disque Denúncia (3235-0000), primeira ferramenta do tipo, continua em uso. “O que fizemos foi otimizar a possibilidade de denunciar. O Disque Denúncia é da época do orelhão, quando as pessoas ligavam e descreviam as características do suspeito. Hoje, com mais rapidez, temos imagens e informações adicionais”, informa Figueiredo.
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Detalhes
Com o uso da tecnologia, a polícia conseguiu minimizar um problema nas investigações: como qualificar os criminosos, já que muitos não são conhecidos pelo nome. “Antes, chegava para a gente só o apelido. Sabíamos do bandido, mas não o conhecíamos fisicamente. Agora, nos passam dados completos. Ou seja, nome, apelido e foto”, relata.
Alguns bandidos presos no ano passado eram procurados desde 2013, como o traficante e homicida Henrique Geraldo Santos, o Splite, 22, preso em outubro, em Vilas do Atlântico. “Enviaram pelo WhatsApp foto, informações do local de atuação dele (Liberdade) e detalhes de como chegar ao esconderijo”, conta o delegado. Splite fugiu da Liberdade depois que a polícia intensificou as operações no bairro, na tentativa de prendê-lo. Em Vilas, o bandido estava em um imóvel alugado. A denúncia partiu de moradores da própria Liberdade. As informações foram compartilhadas por muitas pessoas e acabaram chegando até o DHPP.
E foram denúncias como essa que também ajudaram a polícia a encontrar três dos seis criminosos envolvidos na chacina de Marechal Rondon, ocorrida em maio. Denilson dos Santos Ribeiro, o DK, Carlos Eduardo Sena, o Índio, e Evandro de Oliveira Ramos, foram capturados em setembro. Eles e os comparsas – detidos em outra ocasião – tinham prisões decretadas pela 2ª Vara do Tribunal do Júri.
A chacina foi uma represália à captura de três integrantes da quadrilha de Índio, mandante da matança, presos durante operação das polícias Civil e Militar, em maio, na localidade. Um dos criminosos perseguidos, apelidado de Gordo, invadiu o terreiro de candomblé, onde foi localizado pelos policiais. As cinco vítimas da chacina, Maria da Paixão Pereira, 65, seus filhos Jadaíra Pereira dos Santos, 28, e Jackson Pereira dos Santos, 27, além de Antônio Cláudio dos Santos, 39, e Ana Rita Santana Santos, 29, foram baleadas e queimadas no terreiro onde a família de Maria também residia.
Sigilo
Policiais do Serviço de Inteligência do DHPP monitoram o canal diariamente e adotam práticas para garantir o sigilo das fontes. “Os nomes das pessoas que denunciam são mantidos em sigilo. Os informes são repassados como relatórios, uma garantia a mais para a preservação do anonimato”, explica Figueiredo.
Outra forma de acesso é pelo Sistema de Informação para Proteção à Pessoa (SIPP), aplicativo lançado pelo DHPP em maio para a população ajudar a identificar criminosos e encontrar pessoas desaparecidas. Basta acessar app.vc/dhpp_ba. Ele é gratuito e está disponível para os sistemas Android e IOS.
Planejamento de crimes e pânico
É comum no bate-papo entre policiais se ouvir que, quando a polícia descobre um tipo de crime, a bandidagem já arquitetou uma forma mais ousada de agir. “Desde quando o aplicativo surgiu, sabemos de ações criminosas orquestradas em grupos no WhatsApp. Assaltos, sequestros, partilha de roubos, são algumas das situações por exemplo, que chegaram até nós”, afirma um sargento da 13ª Companhia Independente da PM (Pituba), que pediu para não ser identificado.
Na Lajinha, localidade do bairro da Engomadeira, os smartphones são usados como ferramentas para avisar e alertar a respeito de operações policiais. “Meninos usam o aplicativo para avisar a chegada da polícia”, conta um agente do DHPP. O policial disse ainda que é através do aplicativo que as quadrilhas encontraram uma fórmula para espalhar o terror na população. A situação acontece sempre quando um integrante do bando é morto pelo grupo rival ou pela polícia. “Foi o aconteceu em fevereiro, em Cosme de Farias, quando Titanic morreu em confronto com a PM”, recorda o agente.
À época, Tiago Guimarães Pinto, o Titanic, o irmão dele, Jacson Guimarães Pinto, e Diogo dos Santos morreram em Camaçari ao reagir a uma abordagem. Outras oito pessoas foram presas. No dia seguinte, mensagens de que havia um toque de recolher determinado pelo bando de Titanic foram compartilhadas no Whatsapp, criando um clima de tensão no bairro.
Facebook
Na fan page, a maioria das fotos tem como pano de fundo um banner da Polícia Civil. As poses são quase sempre as mesmas e acompanhadas de um texto informando quem é o acusado e como ele foi capturado. Criada no início deste ano, a página no Facebook da 16ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin/Jacobina) é outro exemplo de como a tecnologia pode ajudar a combater a criminalidade.
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Facebook da 16ª Coorpin, em Jacobina, onde três delegados são responsáveis por administrar a página |
“A página foi criada com a intenção de aproximar mais as pessoas e estimular as denúncias. Já fizemos algumas prisões, graças a esse recurso. Mesmo sem grande divulgação, já recebemos muitas denúncias de violência doméstica e tráfico de entorpecentes”, explicou o delegado Fábio Santos Silva, coordenador da 16ª Coorpin, que abrange 19 municípios.
Ele não revelou, no entanto, o número de prisões realizadas. Por conta do sucesso na interação, a página agora conta também com um número para denúncias no Whatsapp: (74) 9971-0372. No Facebook, a página é administrada por três delegados. “A gente tem o maior cuidado para não expor o denunciante.
Por mais que se curta a página, não tem como saber quem denunciou, porque é mensagem privada”, acrescenta o delegado. Ele ressaltou que a fan page tem dado mais credibilidade às denúncias. “Em casos em que a denúncia resulta em prisão, mandamos imediatamente um agradecimento. Cria um sentimento de satisfação da pessoa. A gente ‘recruta’ essa pessoa para trabalhar ao nosso lado”, comenta.
Em casos em que a informação não procede, a polícia também entra em contato com o denunciante. Somente os delegados fazem isso, já que são os únicos que sabem sobre a origem das mensagens. Caso haja uma insistência na informação errada, a pessoa é bloqueada.
Municípios devem assumir iluminação pública em 2015; impostos podem aumentar
A partir desta quarta-feira (31), os prefeitos de todos os municípios brasileiros assumiram os ativos de iluminação pública, que estavam sob gestão das distribuidoras de energia.
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a medida busca atender à Constituição Federal, que determina que a iluminação pública seja de responsabilidade municipal. Os ativos de iluminação pública incluem luminárias, lâmpadas, relés e reatores. Os postes de luz continuarão sendo administrados pelas distribuidoras de energia.
O prazo chegou a ser prorrogado três vezes, pois as prefeituras alegaram dificuldades para cumprir a determinação e se responsabilizar pela implantação, expansão, instalações, manutenção e consumo de energia.
Para custear o serviço, os municípios poderão instituir a Contribuição de Iluminação Pública (CIP), que, por sua vez, pode ser arrecadada por meio da fatura de energia elétrica. Outra opção dos municípios é arrecadar recursos pelo Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).




























