Já dizem até que ele é o novo Messias. Outros, menos exagerados, acham que é um santo. E a canonização do desembargador Raimundo Nonato Alencar, do Tribunal de Justiça do Piauí, já está sendo iniciada, desde que ele suspendeu a determinação expedida pelo juiz Luiz de Moura Correia, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina.
No WhatsApp, embora a conexão ainda vá e volte, dependendo da companhia telefônica, as comemorações parecem de reveillón. Muita felicidade, abraços e beijos virtuais e uma multiplicação de emojis felizes. Dizem até que Raimundo Nonato ganhará um emoji só dele.
Por determinação de ordem Judicial, o Aplicativo Whatsapp foi bloqueado e infelizmente deixou muita gente sem saber o que fazer.
O detalhe é que, a decisão judicial, é direcionada a operadoras de telefonia celular, como: OI, TIM, VIVO e CLARO onde os usuários fazem uso dos dados móveis.
A única situação que a Justiça não se atentou, foi o uso da internet WI-FI. Os usuários logo perceberam que poderia usar o sistema e logo se conectaram ao Whatsapp.
Um homem invadiu o salão de beleza da sua ex-namorada, na Praça da Bandeira, na área central de Jequié, na manhã desta quarta-feira (16). O suspeito chegou a cortar o cabelo com um dos profissionais e logo depois, se dirigiu a sala de depilação que era utilizada no estabelecimento pela sua ex-companheira, para oferecer o serviço de depilação a clientes do “Belezaville”.
De acordo com o Blog Marcos Frahm, o homem fechou a porta e funcionários ouviram a jovem pedir socorro, quando ouviram vários disparos deflagrados contra a moça. Depois de assassinar a mulher, o homem atirou contra a própria cabeça. Os dois morreram no local. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal por uma equipe da Polícia Técnica de Jequié. :: LEIA MAIS »
O caso da mineira que traiu o marido com seu melhor amigo deveria ser só mais um adultério a ser tratado entre quatro paredes, no mais íntimo da vida conjugal do casal, mas acabou viralizando na internet quando o marido traído filmou a cena e espalhou o vídeo nas redes sociais.
Na filmagem, ele – que flagrou a esposa saindo do motel com seu melhor amigo – agride a esposa enquanto um outro amigo filma a cena e incita a briga.
O que choca na situação não é a desnecessária publicidade de uma questão íntima: isso transformou-se em uma praxe mais natural do que deveria na internet. As pessoas deturpam a finalidade das redes sociais quando expõem-se desnecessariamente nas mais esdrúxulas situações.
O que me deixou realmente estupefata na mais nova bizarrice das redes sociais é a naturalidade com que um homem, em pleno século XXI – quando as discussões sobre violência contra a mulher estão a todo o vapor – publiciza uma agressão física na rede sem nenhum tipo de represália.
O enfoque da viralização do vídeo não é a agressão pública – física e verbal – sofrida pela mulher, exposta e agredida em plena rede – mas a condenação moral pela traição – que, embora reprovável, não diz respeito a ninguém mais além dos envolvidos. A agressão, ao contrário, é recebida como natural, uma reação justa e proporcional ao adultério.
As pessoas estão tão preocupadas em julgar a vida íntima alheia que não se dão conta do quão absurdo é agredir uma mulher e levar isso a público sem medo das conseqüências.
Acaso um homem fosse flagrado saindo de um motel com a melhor amiga de sua esposa, este seria apenas mais um dia comum na internet. A indignação, caso houvesse, certamente se concentraria na amiga que “deu em cima de um homem comprometido”, ou na esposa omissa que foi traída porque “não dá conta de segurar um homem” – jamais na figura do pobre homem adúltero. Afinal, a carne é fraca e os ‘instintos masculinos’ justificam a traição.
Mas quando uma mulher é flagrada traindo seu marido, a moralidade seletiva impera de tal forma que até mesmo a violência física escancarada nas redes sociais é ignorada diante do ‘absurdo’ do adultério.
As pessoas respeitam a vida íntima do outro quando ouvem um vizinho agredindo sua esposa (não vou chamar a polícia, eles que se resolvam!), quando assistem a um relacionamento abusivo (só ela pode se livrar do marido opressor!) – mas quando presenciam o ‘erro’ de uma mulher, esquecem-se da sagrada intimidade conjugal e julgam-na nas redes sociais.
Este é o retrato da hipocrisia moderna: a vida sexual do outro indigna, a violência não. O que esperamos de uma sociedade tão moralista é que empenhe toda esta retidão para meter a colher nos relacionamentos agressivos e opressores, mas a moralidade do patriarcado só se aplica à mulher.
Não estamos aqui para determinar se traição é ou não reprovável – por mais natural que seja escancarar a própria vida na internet, não podemos nos quedar diante desta realidade: a vida sexual do outro não nos diz respeito. A violência, sim.
Aparentemente, o motivo do bloqueio do WhatsApp do Brasil é uma investigação criminal em São Bernardo do Campo que não teve cooperação do serviço de mensagens. As informações estão em um documento obtido pelo Gizmodo Brasil. Nele consta como origem o seguinte: Grupo de Combate às Facções Criminosas (GCF). Parece coisa bem séria.
O documento diz aquilo que tanto a Folha quanto uma nota do Tribunal de Justiça de São Paulo disseram: a partir das 0h do dia seguinte ao recebimento da ordem (ou seja, amanhã), o aplicativo deve ser bloqueado por um período de 48 horas, retornando, portanto, na madrugada de sexta-feira para sábado.
A ordem determina que as operadoras bloqueiem acesso a domínios e subdomínios do WhatsApp e também façam tudo o que “for necessário para a suspensão do tráfego de informações, coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registro de dados pessoais ou de comunicações entre usuários da rede”.
O estranho do documento obtido pelo Gizmodo Brasil, que foi enviado às operadoras, é que não dá para saber, de fato, o teor do crime que levou a esse processo. Segundo Paulo Rená, chefe de pesquisa do Instituto Beta para internet e democracia, que também analisou o documento, isso pode significar muita coisa: pornografia infantil, tráfico de drogas ou mesmo alguma denúncia sobre corrupção.
Oficialmente, as operadoras dizem que vão acatar a decisão judicial, apesar de dizerem ser contra — aliás, muitas delas oferecem planos de WhatsApp ilimitado. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) disse à Folhaque não foi notificada da decisão, mas acha que a medida é prejudicial aos usuários e desproporcional por prejudicar milhões de consumidores.
Em nota, o TJ-SP disse que a decisão foi tomada após o WhatsApp não atender uma determinação judicial de julho. A empresa voltou a ser notificada em agosto, e seguiu sem atender ao pedido da Justiça – o que resultou, portanto, na ordem de bloqueio.
Bloqueio é válido a partir da 0h de quinta-feira (17) em todo o Brasil.
Sindicato de Vivo, Claro, Tim e Oi confirma determinação judicial.
As principais operadoras de telefonia móvel do Brasil foram intimadas pela Justiça nesta quarta-feira (16) a bloquear o aplicativo de mensagens WhatsApp em todo o território nacional por 48 horas. O bloqueio vale a partir da 0h de quinta-feira (17).
O recebimento da determinação judicial foi confirmado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal, o SindiTelebrasil, que representa as operadoras Vivo, Claro, Tim, Oi, Sercomtel e Algar.
O Tribunal de Justiça de São Paulo afirma que a decisão partiu da 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo e corre em segredo de justiça em uma ação criminal. Segundo o TJ-SP, o WhatsApp não atendeu a uma determinação judicial de 23 de julho de 2015. A empresa foi notificada mais uma vez em 7 de agosto, com uma multa fixada em caso de não cumprimento.
O WhatsApp não atendeu à determinação novamente, de acordo com o TJ-SP. Por isso, “o Ministério Público requereu o bloqueio dos serviços pelo prazo de 48 horas, com base na lei do Marco Civil da internet”.
Eduardo Levy, presidente do SindiTeleBrasil, diz que as operadoras são obrigadas a atender a determinação e que não é do interesse delas bloquear o WhatsApp no país. “Temos interesse em regras que sejam mais leves para o setor”, disse Levy ao G1.
Histórico
Essa não é a primeira tentativa de bloquear o WhatsApp no país. Em fevereiro, um juiz de Teresina (PI) determinou que as operadoras suspendessem temporariamente o acesso ao app de mensagens.
O motivo seria uma recusa do WhatsApp em fornecer informações para uma investigação policial que vinha desde 2013.
A modelo Gracyanne Barbosa foi convidada do ‘Superpop’ (RedeTV!) e fez uma revelação curiosa. Segundo ela, o marido, o cantor Belo, chegou a passar um período sem querer treinar. Para tentar incentivar o músico, Gracyanne fez uma sugestão um tanto quanto curiosa.
“Nesse dia (que os dois posaram para foto na academia), eu o levei obrigado, fiz uma chantagem. Ele estava parado e eu disse que, se não voltasse a treinar, à noite não iria rolar nada. Aí ele voltou a treinar (risos)! O Belo não estava indo à academia, mas ficava reclamando que estava barrigudo”, entregou ela, confessando que já usou a tática outras vezes.
O governo do Estado encaminhou, e a Assembleia Legislativa da Bahia aprovou, o Projeto de Lei (PL) 21.655/2015 que visa reduzir em 80% o valor das multas lavradas contra donos de vans, ônibus, micro-ônibus e similares.
O PL enviado pelo governo, sugeria que as multas lavradas até 31 de julho de 2015 teriam reduzido o valor em 80%, todavia através de articulação do deputado estadual Herzem Gusmão (PMDB), a bancada de oposição, apresentou uma emenda para que a redução beneficiasse também aqueles que fossem multados até 31 de dezembro de 2015.
Segundo Herzem, “a Assembleia Legislativa aprovou, de maneira histórica, o projeto que vai beneficiar os vanzeiros que realizam o transporte alternativo na Bahia, principalmente os da região sudoeste que vinham sofrendo com o que denominavam de perseguição”.
Ainda de acordo com o peemedebista, “o governo, ao assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao Ministério Público, vai licitar 270 linhas para toda a Bahia. Em janeiro, junto com diversos deputados, vamos realizar um ato em Conquista para tratar do tema com os futuros prestadores do serviço de transporte rodoviário intermunicipal”.
Ainda neste mês, a Prefeitura de Ilhéus deve lançar edital de concurso público para 849 vagas permanentes no quadro funcional. A promessa foi feita pelo secretário de Administração, Ricardo Machado, em entrevista.
Os aprovados vão entrar no lugar de funcionários contratados temporariamente e daqueles que não possuem estabilidade (admitidos entre os anos de 1983 e 1988). Os cargos já foram criados na estrutura administrativa, a partir de projeto de lei aprovado pela Câmara de Vereadores, na última terça-feira (8).
São postos em diversas áreas, como para engenheiro, médico, professor, assistente administrativo, procurador, entre outros. A princípio, serão cerca de 400 vagas para posse imediata e o restante para cadastro reserva.
Segundo o secretário Machado, até junho do próximo ano, quando a legislação eleitoral permite a posse de aprovados em concurso, deverão ser convocados os 849 aprovados.