Homem é assassinado na porta de casa
Na tarde desta segunda-feira (22), um homem foi assassinado na porta de casa, no bairro Patagônia. De acordo com o Blog do Leo Santos, Alisson Nunes Souza, de 28 anos, estava em frente à sua residência, quando dois homens chegaram em uma bicicleta e começaram efetuar vários disparos contra a vítima.
O rapaz ainda tentou correr, mas acabou caindo cerca de 50 metros depois. No local, a Policia Militar encontrou várias capsulas de pistola cal 9mm. Até o momento, não há informações sobre a motivação do crime e quem teria cometido o assassinato, mas acredita-se que a morte tenha relação com o tráfico de drogas.
Essa é a 12ª morte violenta registrada em Vitória da Conquista no mês de agosto.
UESB reabre inscrições para Casamento Coletivo
Até a próxima sexta-feira (26), estarão abertas as inscrições da 3ª edição do Casamento Coletivo, promovido pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). A ação, desenvolvida pelo Programa Direito, Justiça e Cidadania e o Centro de Extensão Comunitária da Universidade, por meio do projeto Laço de Família, busca oficializar a união de casais que vivem de forma estável.
As vagas são direcionadas, preferencialmente, para casais do meio rural do município de Vitória da Conquista, e que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Os interessados devem se inscrever no Centro de Extensão da Universidade, que fica localizado na Praça Gerson Sales, nº 61, bairro Alto Maron.
As vagas são limitadas em 80 casais, que celebrarão o casamento no fim do mês de novembro, no Teatro Glauber Rocha, localizado no campus da Uesb em Vitória da Conquista.
Rui Costa é recebido sob vaias em Vitória da Conquista
A visita do governador Rui Costa à Vitória da Conquista foi marcada por protesto e confusão. Professores e servidores universitários, além de moradores do bairro Conveima aproveitaram a presença do chefe do executivo Estadual para fazer cobrança.
Com cartazes, apitos e palavras de ordem, os professores e servidores pediam o pagamento do reajuste linear aos quase 270 mil servidores estaduais e criticavam a política de retirada de direitos do funcionalismo público. Já os moradores do bairro Conveima reforçaram suas demandas por asfaltamento na localidade.
No entanto, o protesto foi barrado por um enorme cercado, que deixou o público bem distante das autoridades políticas. Mas Rui Costa não conseguiu evitar a grande vaia vinda do outro lado do bloqueio, durante sua decida do carro oficial.
Alguns professores que conseguiram furar o bloqueio tentaram chamar a atenção do governador para suas demandas. Um deles berrava que “o governador está acabando com as Universidades” e que ele “se faz de surdo e cego” para as demandas da Educação. Os protestos e não se calaram também durante o discurso de Rui, que a todo instante era interrompido por gritos de “mentiroso” e “falso”.
Texto e foto: Mateus Novais
Aprovado projeto que garante cumprimento da lei do piso nacional do magistério público


























O congelamento dos juros básicos da economia não tem chegado ao consumidor final. Enquanto a taxa Selic está em 14,25% ao ano desde julho do ano passado, os juros para os tomadores de crédito não pararam de subir no período. As taxas foram encarecidas pela inadimplência, que impulsionou o spread bancário – diferença entre as taxas que os bancos pagam para captar recursos e as que cobram dos consumidores. De acordo com a Agência Brasil, somente num intervalo de 12 meses, o spread médio subiu 9,2 pontos percentuais. Em junho, segundo os dados mais recentes divulgados pelo Banco Central (BC), o spread atingiu 39,7% ao ano. Esse é o nível mais alto registrado desde que a autoridade monetária mudou a metodologia de apuração das taxas de juros do sistema de crédito, em 2011. Se for considerado apenas o crédito para as pessoas físicas, a diferença entre os juros de captação e aplicação correspondeu a 58,5% ao ano, alta de 13,4 pontos percentuais entre junho de 2015 e junho deste ano. Em relação aos empréstimos para as empresas, o spread atingiu 18,2% ao ano, alta de 3,2 pontos percentuais na mesma comparação. Apesar de os bancos estarem gastando menos para captar recursos em relação ao início do ano, o consumidor ainda não sentiu a diferença. Depois de atingir o recorde de 15,2% ao ano em janeiro, a taxa média de captação para o crédito com recursos livres caiu para 9,9% ao ano em junho. Mesmo assim, as taxas finais médias para os consumidores não pararam de subir e totalizaram 52,2% ao ano em junho, também no maior nível desde o início da nova série histórica do Banco Central.





