Uma cidade indiana chamada Suraj decidiu proibir que mulheres solteiras usem o telefone celular. “Os dirigentes da comunidade estimam que, assim como no caso do álcool, o uso de celulares pelas mulheres solteiras constitui um dano à sociedade”, afirmou à agência France Presse Devshi Vankar, o chefe da aldeia.
Para Vankar, o uso de celular distrai as mulheres e as afasta dos estudos e das tarefas domésticas. Como penalidade para quem descumprir a proibição, o conselho da aldeia determinou uma multa de R$ 135. Moradores ganharão um bônus em dinheiro para denunciar infratoras.
Após o registro de roubo qualificado de um malote contendo a quantia de R$ 12.000,00 (doze mil reais) da empresa de ônibus intermunicipal Rota Transportes e Cidade Sol, o SI (Serviço de Investigação) da DT – Delegacia Territorial de Itapetinga investigou o fato, elucidando o crime, comprovando que o gerente José Reis Neto Ribeiro, se apropriou da referida quantia, bem como noticiou falsamente o crime para acobertar seu desfalque.
A equipe do delegado titular Roberto Júnior ainda conseguiu recuperar a quantia de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), parte do valor subtraído, uma vez que o restante foi utilizado pelo autor.
José Reis Neto, recebeu voz de prisão e foi conduzido para a DT de Itapetinga, onde foi lavrado o APF (Auto de Prisão em Flagrante) por infração ao art. 168, parágrafo primeiro, inciso III c/c art. 340, ambos do CP.
Art. 168 – Apropriar-se de coisa alheia móvel, de que tem a posse ou a detenção: Pena – reclusão, de um a quatro anos, e multa. Art. 340 – Provocar a ação de autoridade, comunicando-lhe a ocorrência de crime ou de contravenção que sabe não se ter verificado: Pena – detenção, de um a seis meses, ou multa. Auto-acusação falsa.
Dr. Roberto Júnior – delegado titular de Itapetinga que estava na DT, responsável pelo plantão da Unidade Policial, não mediu esforços e mobilizou a equipe do S.I da COORPIN para conseguir efetuar a prisão de José Reis Neto Ribeiro, em flagrante.
Faleceu na madrugada da última sexta, 19/02/16, no HGVC – Hospital Geral de Vitória da Conquista a moradora do Distrito de Bandeira do Colônia – pertencente ao município de Itapetinga, a jovem Luana Almeida dos Santos, 19 anos.
Luana sofreu um AVC e foi encaminhada para a UTI da unidade hospitalar, porém, não resistiu e veio a óbito. A primeira notícia é que Luana teria tentado cometer um suicídio, ateando fogo em seu próprio corpo e por isso estava internada desde o último sábado, 13.
O CASO…
Segundo os familiares Luana estava em casa por volta das 23:30hs, acompanhada do seu esposo e dos seus 3 filhos quando despejou um frasco inteiro de acetona em seu corpo e ateou fogo. O fato aconteceu na cozinha da casa enquanto o marido assistia televisão na sala.
Desesperado, o esposo de Luana tentou apagar o fogo e acionou o SAMU local, que após realizarem os primeiros socorros encaminharam a vitima para o Hospital de Base de Vitória da Conquista.
Após avaliação médica a família de Luana soube que a jovem teve grande parte do seu corpo queimado e por isso o estado dela era considerado gravíssimo. A princípio Luana seria transferida para a capital do Estado, mas, o corpo clínico do Hospital de Base conseguiu um leito que se adeque às necessidades da jovem e neste momento ela passa por exames e procedimentos médicos.
Muito abalada a mãe de Luana afirmou que a jovem não apresentava sinais de depressão e que também não sabe afirmar o motivo da tentativa de suicídio cometido pela filha.
Colaboração: Blog Itororó Já / 21ª COORPIN…
MÃE DE LUANA PEDE INVESTIGAÇÃO DE SUA MORTE…
Na manhã desta segunda-feira, 22/02/16, a mãe de Luana, ainda muito abalado, chorando muito, acompanhada de outros familiares, esteve no Complexo Policial de Itapetinga (Delegacia Territorial) para comunicar oficialmente a morte de sua filha, fato que ocorreu na última sexta-feira, 19/02/16, em Vitória da Conquista, como também esteve no Cartório da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde solicitou que a Polícia Civil instaurasse Inquérito Policial para apurar as circunstâncias da morte de sua filha Luana Almeida, mãe de três filhos.
D. Luciene Almeida foi interrogada pelo escrivão de polícia Walmir Freitas, a qual alegou que não aceita o fato de sua filha ter tentado contra a própria vida, pois não era depressiva e não apresentava nenhum distúrbio mental, psicológico, que era uma boa mãe.
Existem outros detalhes no Interrogatório de D. Luciene Almeida que por enquanto, não podem ser divulgados para não atrapalhar as investigações. De imediato, Dr. Roberto Júnior baixou Portaria para instauração de Inquérito Policial que vai apurar o fato…