:: fev/2016
‘Erramos, mas acertamos muito mais’, diz Lula em programa do PT
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou em propaganda do PT que foi divulgada nesta terça-feira (23) admitindo erros do partido, mas afirmando que os acertos foram maiores. O vídeo começa questionando o “ódio” ao PT, especialmente em um momento de crise.
“Somos o país que mais resolveu as desigualdades. Quem diz isso é a ONU. É isso no fundo que incomoda essa gente (…) É verdade que erramos, mas acertamos muito mais. E podemos acertar muito mais ainda”, afirma Lula, na propaganda partidária, sem entrar em detalhes sobre quais seriam os erros citados.
Suspeitas específicas e investigações da Operação Lava Jato não são citados no vídeo, que tem 10 minutos de duração. A crise é apontada como uma coisa momentânea e as conquistas do PT são destacadas. Lula é defendido. Os apresentadores dizem que o ex-presidente é alvo de “ataques”.
“Agora atacam e caluniam o presidente Lula. Desrespeitam todas as regras. Tentam manchar sua história. Preconceituosos que não querem aceitar suas ideias e suas origens. As privações, a privacidade invadida. Tudo isso passa. Lula, você permanece sendo a voz de um país forte (…) Você tem respeito, amor e morada definitiva”, diz a propaganda partidária.
A presidente Dilma Rousseff não aparece na propaganda – segundo o presidente do PT, Rui Falcão, ela foi convidada, mas preferiu não participar.
A crise deve ser vencida com “união”, diz a propaganda. “Não é hora de defender bandeiras que nos separam. Hora é de reunir forças para fortalecer o Brasil. Por que tanto ódio e intolerância contra um partido nesse momento, em que se precisa de união?”, diz o locutor.
Populares aparecem lembrando outros momentos que o Brasil enfrentou crise econômica e que este momento ruim atual seria uma fase. “É trabalhar. Vamos trabalhar”, dizem.
Assista:
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TRT condena empresa por controlar ida de funcionários ao banheiro
O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, em Brasília, condenou uma empresa de call center a pagar R$ 15 mil a uma funcionária por controlar o tempo e a quantidade de vezes que ela ia ao banheiro durante o expediente. De acordo com a ação, o prazo para que ela retornasse ao trabalho era de cinco minutos. Cabe recurso à decisão.
O controle era feito por um sistema de informática, que enviava uma mensagem para o supervisor e registrava o nome da pessoa que havia acionado a pausa para usar o banheiro. Nesse momento, iniciava a contagem do tempo. Caso o funcionário ultrapassasse cinco minutos no local, o computador emitia um sinal de alerta e enviava automaticamente uma advertência ao empregado.
Ainda segundo a ação, ao receber essa informação, o supervisor ia atrás do trabalhador no banheiro para exigir seu retorno ao trabalho, para em seguida, dar advertências verbal e formal, suspensão e, em alguns casos, até mesmo demissão por justa causa. Em defesa, a empresa alegou que o controle ocorria por motivos operações e “de forma razoável, há que [ela] empreende atividade contínua de atendimento telefônico”.
A funcionária, que trabalha em uma unidade de Palmas (TO), contou ainda que uma das metas impostas aos grupos de trabalho era a de não ultrapassar a pausa de banheiro de cinco minutos, para que todos pudessem ser premiados com folgas aos sábados. Caso uma pessoa do grupo fosse penalizada, todos demais trabalhadores perdiam o benefício, o que fazia com que um empregado pressionasse o outro no cumprimento do tempo de pausa.
O relator do caso, o desembargador José Leone Cordeiro Leite, identificou como inadequada a conduta da empresa em supervisionar o tempo e as idas ao banheiro dos empregados. No entendimento dele, ficou evidente o tratamento indigno e desrespeitoso, que ultrapassou os limites do poder diretivo do empregador e acarretou ofensa à honra, à intimidade e à dignidade do trabalhador.
Brasil é o 5º país do mundo mais perigoso para jornalistas
O Brasil teve, em 2015, um “ano cruel” para a liberdade de imprensa, avalia a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert). A entidade divulgou um relatório que mostra o País como o quinto mais arriscado do mundo para jornalistas, somando 116 registros de violações como assassinatos, agressões, ameaças e ofensas. Com oito mortes comprovadamente associadas ao exercício da profissão jornalística – um jornalista, quatro radialistas e três blogueiros -, o Brasil perde apenas para Síria, Iraque, México e França. Está “ganhando” inclusive de países que estão em guerra, como Iêmen e Sudão do Sul. Trata-se do pior desempenho em 23 anos. As violações ocorreram principalmente no Nordeste, com profissionais de imprensa que cobriam, em geral, política e escândalos de corrupção. Os agressores são, em primeiro lugar, os alvos da apuração jornalística, seguidos por manifestantes e policiais – algo que preocupa a Abert. “Os policiais têm como obrigação garantir a segurança do profissional enquanto ele exerce seu trabalho. Quem tem como princípio levantar informações para prestar serviço à sociedade não deveria ser alvo”, afirma o presidente da entidade, Daniel Slaviero. O número de jornalistas mortos tem aumentado de quatro anos para cá, passando de cinco em 2012/2013 para oito em 2015. “Estão tratando câmeras, máquinas fotográficas e celulares como armas, o que é inadmissível”, apontou Slaviero. “Não é que jornalistas estejam acima de qualquer cidadão, mas sempre que repórteres, fotógrafos e cinegrafistas são impedidos de trabalhar, quem mais perde é a sociedade brasileira”, completou.
‘Não sou uma Brastemp, mas não sou burro’, diz Delcídio, negando ameaça a senadores
Não tem delação Doze quilos mais magro e empenhado em salvar seu mandato, Delcídio do Amaral (PT-MS) falou pela primeira vez após os 87 dias de prisão. Ele refuta, com veemência, a informação de que ameaça entregar colegas caso seja cassado. “Posso não ser uma Brastemp, mas não sou burro nem louco de botar o Senado contra mim”, diz ele. O senador também nega colaboração com a Lava Jato: “Não há delação premiada alguma. Minha defesa é boa. Será feita nos tribunais superiores”.
Eles sabem Segundo o petista, seus pares no Senado o conhecem bem. “Eles sabem que eu jamais faria isso”, completou. Ele promete dar explicações sobre o seu caso assim que apresentar sua defesa ao Conselho de Ética.
Preso, não Delcídio ainda avalia com advogados o melhor momento de voltar ao trabalho e afirma não estar em prisão domiciliar. “Estou em recolhimento noturno, uma medida cautelar. Prisão é cumprimento de pena e eu não fui condenado.”
Lei proíbe mulheres solteiras de usarem telefone celular
Uma cidade indiana chamada Suraj decidiu proibir que mulheres solteiras usem o telefone celular. “Os dirigentes da comunidade estimam que, assim como no caso do álcool, o uso de celulares pelas mulheres solteiras constitui um dano à sociedade”, afirmou à agência France Presse Devshi Vankar, o chefe da aldeia.
Para Vankar, o uso de celular distrai as mulheres e as afasta dos estudos e das tarefas domésticas. Como penalidade para quem descumprir a proibição, o conselho da aldeia determinou uma multa de R$ 135. Moradores ganharão um bônus em dinheiro para denunciar infratoras.
FUNCIONÁRIO DE EMPRESA DE ÔNIBUS DENUNCIA SUPOSTO ASSALTO E ACABA PRESO COM PARTE DO DINHEIRO…
Após o registro de roubo qualificado de um malote contendo a quantia de R$ 12.000,00 (doze mil reais) da empresa de ônibus intermunicipal Rota Transportes e Cidade Sol, o SI (Serviço de Investigação) da DT – Delegacia Territorial de Itapetinga investigou o fato, elucidando o crime, comprovando que o gerente José Reis Neto Ribeiro, se apropriou da referida quantia, bem como noticiou falsamente o crime para acobertar seu desfalque.
A equipe do delegado titular Roberto Júnior ainda conseguiu recuperar a quantia de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), parte do valor subtraído, uma vez que o restante foi utilizado pelo autor.
José Reis Neto, recebeu voz de prisão e foi conduzido para a DT de Itapetinga, onde foi lavrado o APF (Auto de Prisão em Flagrante) por infração ao art. 168, parágrafo primeiro, inciso III c/c art. 340, ambos do CP.
Art. 168 – Apropriar-se de coisa alheia móvel, de que tem a posse ou a detenção: Pena – reclusão, de um a quatro anos, e multa. Art. 340 – Provocar a ação de autoridade, comunicando-lhe a ocorrência de crime ou de contravenção que sabe não se ter verificado: Pena – detenção, de um a seis meses, ou multa. Auto-acusação falsa.
Dr. Roberto Júnior – delegado titular de Itapetinga que estava na DT, responsável pelo plantão da Unidade Policial, não mediu esforços e mobilizou a equipe do S.I da COORPIN para conseguir efetuar a prisão de José Reis Neto Ribeiro, em flagrante.
Fonte: Itapetinga na Mídia!






















Faleceu na madrugada da última sexta, 19/02/16, no HGVC – Hospital Geral de Vitória da Conquista a moradora do Distrito de Bandeira do Colônia – pertencente ao município de Itapetinga, a jovem Luana Almeida dos Santos, 19 anos.
Queremos começar essa mensagem de feliz aniversário agradecendo pela sua dedicação a todos nós dessa igreja. Ao mesmo tempo agradecer a Deus por ter o colocado no nosso caminho, nas nossas vidas. É uma benção infinita e agradecemos de todo coração e com toda humildade.






























