Profissional da saúde aplica vacina CoronaVac contra a Covid-19 no Rio de Janeiro, em foto de 4 de maio. — Foto: ADRIANO ISHIBASHI/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou nesta quarta-feira (26) que não é necessário que as pessoas recebam uma eventual terceira dose da vacina CoronaVac contra a Covid-19. O imunizante é aplicado atualmente no esquema de duas doses.

Um estudo realizado por pesquisadores brasileiros aponta que a vacina CoronaVac foi 42% efetiva “no cenário de mundo real” contra a Covid-19, considerando apenas pessoas vacinadas com mais de 70 anos. O estudo foi publicado em uma plataforma de pré-prints, ou seja, uma versão prévia que ainda não passou pela revisão de outros cientistas nem foi chancelada por uma revista especializada.

Segundo Dimas Covas, a CoronaVac tem alta eficiência, inclusive para a população idosa.

“Todos os estudos que o Butantan tem feito, e são muitos, aqui no Brasil, na cidade de São Paulo, no município de Serrana, no estado do Ceará e também no Chile, mostram que essa vacina tem uma alta eficiência. Ou seja, ela é capaz de proteger contra os sintomas da doença, contra as internações e contra os óbitos. Em todas as faixas etárias acima dos 18 anos, inclusive nos idosos”, disse. ( G1 )

RK