:: ‘Bahia’
Travesti quer tomar lugar de Musa do Bahia

Em Eunápolis, oposição critica governo do Estado
“A Bahia está sem comando, não tem um governo que cuide dos baianos. Temos a maior taxa de homicídios juvenis e o estado é o quinto mais violento do país. Mais de 34 mil pessoas morreram no estado nos últimos sete anos por conta da violência, enquanto no Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco os índices estão diminuindo. Mães estão dando à luz nas ruas e em corredores de hospitais. Não podemos nos conformar com essa situação”. Com esse discurso o pré-candidato ao governo do Estado, Paulo Souto (DEM), desembarcou em Eunápolis, extremo sul baiano, neste domingo, juntamente com o pré-candidato ao Senado, Geddel Vieira Lima (PMDB).
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Geddel seguiu a mesma linha e não perdeu a oportunidade de estocar o governo. “O atual governo da Bahia já começa a procurar prefeitos para assinar convênios de R$ 300 mil, mas que essa conta vai ficar pendurada no Tribunal de Contas e que mesmo assim eles vão perder a eleição. Venham com a gente, o que está aí já deu, o PT teve sua chance e fez muito pouco. É hora de despertar a fé e a esperança”, sugeriu.
A chapa viajou acompanhada dos deputados federais Lúcio Vieira Lima (PMDB), Jutahy Magalhães Jr. (PSDB) e Fabio Souto (DEM), do estadual Bruno Reis (DEM), além do presidente estadual do Democratas, José Carlos Aleluia, e do pré-candidato João Gualberto (PSDB). O grupo encontrou com as lideranças políticas locais, como o ex-prefeito de Eunápolis, Paulo Dapé, e os pré-candidatos Odorico Júnior e Jânio Natal.
Três pessoas morrem eletrocutadas
Foto: Itapebi Acontece
Acidente entre ônibus da Águia Branca mata motorista na BR-101

Um grave acidente envolvendo um ônibus da empresa Águia Branca e um carro Vectra terminou em morte na madrugada deste sábado (10), na BR-101, nas proximidades do município de Sapeaçu. Gleizer Santana Nascimento, de 23 anos, morreu no local. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista foi arremessado para fora do veículo.

De acordo com o site Voz da Bahia, os outros passageiros sofreram ferimentos leves e encaminhados ao Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus. O estado de saúde das vítimas não foi divulgado. O corpo de Gleizer foi removido para o DPT (Departamento de Polícia Técnica) de Santo Antônio de Jesus para necropsia.
Wagner afirma que a segurança foi seu ponto fraco: “não tive êxito”
O governador da Bahia, Jaques Wagner, revelou em conversa com a revista Época qual foi o ponto fraco do governo dele: “Queria ter avançado mais justamente na segurança. Tentei fazer um planejamento no meu primeiro mandato, mas não tive êxito. Só consegui implantar o planejamento, o Pacto pela Vida, no segundo governo. Começamos a avançar, mas ainda não chegou a hora de colher os frutos que espero. É uma batalha difícil. O crack e a cocaína estão na raiz de 75% dos homicídios na Bahia”, diz o petista.
Questionado se o aumento na taxa de homicídios na Bahia foi causado por uma falha nos trabalhos da Polícia Federal, o governador disse: “Falta planejamento para o maior controle de fronteira. Não é um problema estadual. É um problema nacional. Se a gente não limitar a entrada de droga no país, os governadores ficarão enxugando gelo. Precisa ser um trabalho combinado entre a presidenta e os governadores. Ela sabe disso. O Brasil não produz um grama de cocaína. Vem tudo de fora”, argumenta.
Ainda na conversa Wagner revelou que vai gerir a campanha da presidente Dilma Rousseff. “Coordenarei a campanha dela na Bahia. Vou me dispor a viajar para Brasília para ajudar na coordenação central. Agora, essa conversa de coordenador do Nordeste não existe. Cada Estado da região terá seu coordenador específico”,conta.
Ao final da conversa, o governador foi questionado se sentia constrangido por ter o secretário de Planejamento, José Sérgio Gabrielli, como um dos personagens principais da CPI da Petrobras : “não. A chance de o Gabrielli ter culpa no cartório é zero. Ele disse que quer ficar no meu governo até o fim”.
“Sempre fui espontânea e sem máscara”, diz Ivete Sangalo

A musa do axé, Ivete Sangalo, fez um balanço da sua carreira em entrevista a revista Época. Segundo a cantora, foi fácil atravessar estes anos, porque ela nunca fez a personagem dela mesma. “Sempre fui Ivete, espontânea e sem máscara. Não tenho know-how nessa onda aí”,revelou.
Na oportunidade, Ivete também comentou sobre componentes políticos na Copa do Mundo, e também falou sobre os protestos. “Não temo os protestos. Há duas coisas: torcer para que o Brasil ganhe a Copa do Mundo não tem a ver com as distorções em torno do objetivo da festa. É uma festa do esporte. As situações em torno da festa, a gente não tem como dimensionar. Não sou capaz de fazer profecia. Tivemos um estopim dos protestos que parece não ter sido tão significativo”, conta.
E continua: “há problemas maiores que a passagem do ônibus. Foi o momento em que a população entendeu que queria falar. Vamos esperar para ver. A oportunidade de o país sediar uma Copa do Mundo é importante para a geração de emprego, de notoriedade e para a história do esporte da gente. Há muitas questões a analisar até a Copa do Mundo e depois dela”, conta.
Questionada se a música popular brasileira se degradou nos últimos anos, a artista foi direta: “o que pode ser verdade para você, em mim não faz cosquinhas. Não podemos determinar o que é música boa ou ruim. Não gosto de rótulos. Limitar a música é perda de tempo”.
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Transferência de votos de Neto é maior que a de Lula
Foto: Blog do Diga Diga
Do Política Livre
Dados de uma pesquisa em poder do DEM têm feito a alegria da chapa encabeçada pelo candidato a governador Paulo Souto. Eles apontam que nas próximas eleições, em Salvador, o prefeito ACM Neto (DEM) terá maior capacidade de transferência de votos que o ex-presidente Lula (PT), que já foi considerado um cabo eleitoral imbatível na capital baiana. A sondagem não pesquisou se o fenômeno de transferência de Neto se repete no interior. Mas o alvoroço que a presença do prefeito de Salvador causa em eventos fora da capital baiana é tão grande, com tanta gente cercando o democrata, que seus correligionários acham que não será necessário medir sua performance com relação ao item em pesquisas de intenção de voto.
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Grão-mestre da Grande loja Maçônica do Estado da Bahia (Gleb), Jair Técio























