:: ‘Polícia’
O CRIME QUE ABALOU ITARANTIM: Acusado de matar Lucas locou carro antes do crime e pretendia ir para Salvador
O personal trainer Lucas Nascimento é natural de Itarantim

Felipe Victor Barros, de 27 anos. Este é o nome do principal suspeito de matar, friamente, na noite de sexta-feira (19), o personal trainer Lucas Nascimento. A vítima foi executada com cinco tiros, quando fazia um lanche na Top Hambuguer, próximo ao famoso Acarajé da Bae. Felipe foi reconhecido por testemunhas, que afirmam ter visto o acusado com as mesmas roupas usadas no momento do crime. Teve pessoas, inclusive, que o viram correndo pelas ruas, logo após o assassinato, que chocou a população do bairro de Fátima, onde Lucas morava.
Contrato de locação
Numa coletiva à imprensa, no final da manhã deste sábado (20), os delegados Evy Paternostro e Marlos Macedo, coordenador da 6 Coorpin e titular da Delegacia de Homicidios, respectivamente, garantiram que agora é só uma questão de horas para prender o suspeito. Os delegados não têm dúvida: o crime foi passional. Com base no relato de testemunhas e investigações que progrediram rapidamente, a polícia descobriu que Lucas vinha sendo ameaçado de morte por Felipe.

A mais recente ameaça aconteceu um dia antes do personal ter sido morto. E por esse motivo uma queixa foi prestada contra o acusado, que é ex da namorada vítima. Felipe, que continuava foragido até o fechamento dessa matéria, tem um histórico nada exemplar. De acordo com pessoas que o conhecem, ele é considerado um homem possessivo e extremamente agressivo. Já teria espancado a ex-mulher e a ex-namorada.
Os casos de agressão o acompanham desde a infância. Ex-colegas relataram que o rapaz certa vez esfaqueou um colega na sala de aula, quando criança. Dr. Marlos ressaltou na entrevista que o acusado locou um carro no dia 17 e renovou o contrato de locação um dia antes do homicídio. Isso pode significar que Felipe já vinha planejando o crime, uma vez que o veículo ainda não foi devolvido à locadora. Uma das suspeitas é de que ele esteja tentando fugir para Salvador, Fato que o próprio suspeito teria informado aos pais. O carro que Felipe locou foi um Gol de placa NZW 7023. Lucas treinava todos os dias na Academia Brothers, na rua Saturnino Soares. Ele tornou-se a sétima vítima da violência no mês de setembro, que lamentavelmente tem imperado em Itabuna. O município já beira aos 100 assassinatos.
Fonte: Verdinho Itabuna
Ilhéus: bandidos assaltam e levam policial como refém
Mais uma demonstração que a bandidagem não respeita nem mesmo as autoridades policiais. Na semana passada uma delegada teve o carro tomado de assalto no bairro da Sapetinga, em Ilhéus.
Neste sábado (20), na mesma cidade, um agente da polícia técnica (DPT) foi sequestrado nas proximidades do Supermercado Itão, sendo levado em seu próprio carro e obrigado a fazer saques em sua conta bancária. Segundo informações policiais, o agente foi solto atrás da Coelba, nas proximidades do Hospital Regional Luiz Viana Filho. Policiais da Civil e da Policia Militar estão realizando excursões para achar os bandidos. Até o momento ninguém foi preso.
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Mercado é assaltado ao lado do Batalhão da PM

Personal trainer é assassinado a tiros no início da noite desta sexta feira (19)

O personal trainer, Lucas Souza Dias, 25 anos, foi assassinado a tiros no início da noite desta sexta feira (19), no bairro de Fátima. O homicídio aconteceu na rua de Mutuns, no interior da lanchonete Top Hamburger, em frente ao Acarajé da Bae.
No local, as informações são de que Lucas havia acabado de sair do treinamento na Academia Brothers, na rua Saturnino Soares, e estava lanchando. Segundo amigos da vítima, ele havia registrado uma queixa, ontem (18), no Complexo Policial contra o ex de sua namorada e este havia lhe ameaçado de morte.
De acordo com com o delegado Marlos Macedo, titular da DH (Delegacia de Homicídios), em 2014 já foram registrados 99 assassinatos, com esse, em setembro, o sétimo.
Atenção: Imagens Fortíssimas :: LEIA MAIS »
Adolescente é morta a tiros por não devolver roupa emprestada da amiga
Adolescente de 15 anos foi morta na noite da última terça-feira (16), em Colombo, na região metropolitana de Curitiba. Segundo informações da Polícia Civil, Elidiane do Bonfim Noema foi assassinada porque não devolveu uma roupa que pegou emprestada de uma amiga.
O caso aconteceu na rua Santarém, no bairro Santa Terezinha, perto da meia-noite, depois que ela recebeu uma ligação no celular.Ela não falou para ninguém quem era no telefone e saiu de casa; a jovem foi atingida por três disparos no meio da rua.
A polícia continua os trabalhos para localizar os suspeitos de terem cometido o crime. A adolescente tinha uma vida bastante intensa nas redes sociais. Com 4.680 amigos e mais de mil seguidores, ela postava muitas selfies e fotos em festas e com amigos.Ela gostava de enfatizar que não se preocupava em agradar os outros. A garota já havia discutido na internet com pessoas que a criticavam pela exposição.
PM mata camelô com tiro e é preso em São Paulo; assista
A confusão começou quando três PMs da operação voltada a coibir o comércio irregular abordaram um ambulante
Um policial militar, integrante da Operação Delegada, foi preso na noite desta quinta-feira, 18, após matar o camelô Carlos Augusto Muniz Braga, de 30 anos, durante tumulto, às 17h15 desta quinta, na Lapa, zona oeste da capital paulista. A operação é um convênio entre PM e Prefeitura, em que o policial trabalha no horário de folga na fiscalização de camelôs.
A confusão começou quando três PMs da operação voltada a coibir o comércio irregular abordaram o ambulante Isaías de Carvalho Brito, de 27 anos, que vendia DVDs piratas ilegalmente na Rua 12 de Outubro. Segundo versão divulgada inicialmente pela Polícia Militar, após ser abordado, Brito se negou a entregar a mercadoria e recebeu voz de prisão. Nesse momento, de acordo com a versão da polícia, um grupo de cerca de 30 pessoas, entre eles Braga, saiu em defesa do colega e iniciou uma briga com os três PMs. Um dos policiais teria tido parte do colete arrancado e outro agente da polícia foi encurralado pelos ambulantes dentro de uma loja e jogado no chão. Na confusão, dizia a polícia, foi dado um disparo acidental, que atingiu a boca de Braga.
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Policial reage e atira em camelô (Foto: Reprodução) |
Horas depois do fato, porém, veículos de comunicação tiveram acesso a vídeos feitos por pessoas que estavam no local, no momento da confusão, e registraram o que ocorreu. Imagens obtidas pela reportagem mostram Brito sendo abordado pelos três PMs e tendo as mercadorias apreendidas. Eles conversam até que um policial dá um tapa no ambulante, que tenta reagir e é dominado e agredido por outro policial, o mesmo que, mais tarde, daria o tiro.
Policiais e o ambulante caem no chão, mas Brito é rapidamente dominado e imobilizado por dois PMs. O terceiro, autor do tiro, fica em pé e saca a arma e o spray de pimenta e começa a apontá-los para pessoas que se aproximam. Um grupo de ambulantes, entre eles Braga, começa a pedir que a PM solte Brito, alegando que “ele é trabalhador”. Braga é o que mais argumenta. O policial em pé fica mais de dois minutos com a arma em punho.
Ao contrário da versão oficial, não há nenhum policial sendo agredido ou encurralado. Durante o bate-boca, Braga tenta retirar da mão do PM o spray de pimenta e é baleado no rosto pelo policial que estava em pé, conforme mostra outro vídeo, divulgado pelo Jornal da Record. Braga foi levado ao Hospital das Clínicas, em Cerqueira César, zona oeste de São Paulo, onde morreu. Uma das testemunhas do crime, a irmã de Braga, que não se identificou, disse que o irmão só estava tentando ajudar colegas envolvidos na briga. “Ele só foi socorrer o amigo que estava no chão quando o policial atirou na boca dele”, contou ela, desesperada e aos prantos.
Prisão
Após a divulgação dos vídeos, a Secretaria da Segurança Pública informou que o policial autor do disparo, que não teve o nome revelado, foi preso e encaminhado para o Presídio Militar Romão Gomes. Ele seria autuado em flagrante por homicídio doloso (com intenção de matar) na noite desta quinta.
A pasta também divulgou nota em que informou que o caso já estava sendo apurado tanto pela Corregedoria da PM quanto pela Polícia Civil e as imagens estavam sendo analisadas. Disse ainda que “não compactua com desvios de conduta de policiais”. Após a execução, houve confronto entre a PM e ambulantes. Brito foi preso por desacato e outras cinco pessoas acabaram detidas por dano.
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Homens são baleados em troca de tiros durante assalto
Detran afirma que vai continuar com as ‘Blitze do IPVA’
No mínimo um jogo de empurra deixa o cidadão que tem veículo na Bahia sem saber o que fazer. Na última terça-feira, uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Bahia (OAB-BA), impossibilitou o governo do Estado a fazer as apelidadas blitze do IPVA, onde o governo apreendia os veículos em situação irregular.
Hoje, em contato com o Aratu Online, o Departamento de Trânsito da Bahia (DETRAN-BA), informou que, enquanto a intimação não chegar ao órgão, as blitze continuarão normalmente. Não é o mesmo que diz a Procuradoria Geral do Estado, em nota, esse órgão afirma que os veículos não serão apreendidos e apenas os servidores da SEFAZ estarão acompanhando as blitz para o contribuinte que quiser efetuar o pagamento naquele momento possa assim fazer.
Veja a nota:
Os servidores fazendários acompanham as operações realizadas pela supracitada Autarquia para, justamente, proporcionar ao cidadão a oportunidade de quitar imediatamente os tributos e, por conseguinte, tornar-se apto ao licenciamento do veículo, sem o qual não pode circular, não por conta de dívida tributária, mas sim por força do disposto no Código Brasileiro de Trânsito. Tanto é assim, que os veículos isentos de IPVA não podem transitar sem licenciamento.
Por conseguinte, a PGE informa que a SEFAZ continuará a participar das operações realizadas pelo DETRAN, para maior comodidade dos contribuintes que desejarem quitar seus débitos tributários, uma vez que não acredita que na aludida decisão haja ordem em sentido diverso. Caso exista, adotará as medidas cabíveis para reversão da mesma, uma vez que entende inexistir respaldo legal para tanto.


























