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:: ‘Polícia’

Ladrão deixa bilhete pedindo desculpa e bênção

Um bandido deixou um bilhete com pedido de desculpas e de bênçãos na agenda de uma paisagista de 25 anos que teve o seu carro, um Toyota Corolla, roubado no último sábado (15), em Campinas. A agenda estava na bolsa da vítima que

Foto: Alenita Ramirez/AAN

Ladrão deixou bilhete pedindo desculpas e dizendo que o carro seria encontrado logo

Ladrão deixou bilhete pedindo desculpas e dizendo que o carro seria encontrado logo

também foi levada com o carro, mas achada por uma mulher que a devolveu no dia seguinte ao roubo.

No recado, o bandido disse que havia bisbilhotado a bolsa e percebido que a paisagista tinha documentos importantes, por isso deixaria o acessório com tudo dentro em um local seguro onde alguém lhe entregaria. “Quando vi o bilhete não acreditei”, disse a paisagista, que teve o carro encontrado abandonado na rua, no Jardim San Diego, na manhã de desta quarta-feira (19). “Ainda bem que achamos o carro porque o seguro estava atrasado”, comentou.
Martelo e revólver
A paisagista mora em Paulínia e foi roubada por um bandido armado de martelo e revólver quando esperava um primo perto do Terminal dos Amarais, no Jardim Santa Mônica. A vítima está grávida de quase quatro meses e estava na companhia do filho de 10 anos.
O bandido era acompanhado por uma picape Fiat Strada. Ele fugiu com o Corolla, uma máquina fotográfica e a bolsa. “Tinha cartão de pré-natal, certidão de nascimento do meu filho, ultrassom, cartões bancários, cheques”, elenceou a vítima.
Dinheiro e pen drive
A bolsa foi recuperada faltando um pen drive e R$ 380. A mulher que achou a bolsa disse para a vítima que o acessório estava em um ponto de ônibus no mesmo local do roubo. Ela teria encontrado o telefone da vítima na agenda e ligado na madrugada do domingo (16) avisando do achado. Um primo da paisagista foi no encontro para pegar a bolsa.

A paisagista disse que pagou uma recompensa porque ela ficou com medo e estranhou o fato da mulher fazer suspense em relação ao encontro da bolsa e também para devolução. Já o carro da vítima foi achado sem o estepe, com os pneus furados e todo revirado por uma grupo, que chamou a PM.

POLÍCIA FEDERAL JÁ ENCONTROU OITO TIPOS DE NOVAS DROGAS NO BRASIL ESTE ANO

entorpecentes

Um composto feito em laboratório com aparência de maconha, mas 100 vezes mais potente que a droga natural, tem entrado no Brasil de forma disfarçada para enganar a fiscalização. O material é um dos oito tipos de drogas que eram totalmente desconhecidas pelas autoridades brasileiras e foram identificadas pela Polícia Federal, em Brasília, este ano.

De acordo com o perito criminal federal, João Carlos Ambrósio, as substâncias analisadas são produzidas principalmente na China e sudeste asiático e são enviadas para a Europa, onde se produz o material que é colocado à venda, sobretudo na internet.

A polícia diz que os traficantes usam diversas substâncias que imitam a maconha e as misturam com ervas como açafrão e erva doce. O material é conhecido nas ruas e na internet por nomes como: ‘Hi5′, ‘incenso do mal’ e o mais comum, ‘spice’, pimenta em inglês.

Os efeitos da droga são parecidos com os da maconha e podem trazer danos à saúde. “Provocam relaxamento, euforia e podem estar associados também a alguns efeitos adversos, como o desenvolvimento de taquicardia, hipertensão e eventualmente manifestações paranoides e até psicóticas em algumas pessoas mais suscetíveis”, afirmou ao Fantástico o toxicologista Rafael Linden.

Segundo a Polícia Federal, o consumo de drogas sintéticas aumenta no país por causa da própria dinâmica do tráfico, já que se o controle aumenta, os responsáveis pelo comércio encontram outras formas de comercializar substâncias ilícitas e, entre elas, está a droga sintética.

Mundialmente, já foram identificadas mais de 600 variações do tipo de maconha sintetizada em laboratório.

Kátia Vargas: TJ julga recurso para que médica não seja levada à júri popular

Kátia Vargas: TJ julga recurso para que médica não seja levada à júri popular

A Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) analisa nesta quinta-feira (20), a partir das 14 h, o recurso apresentado pela defesa da médica Kátia Vargas, acusada de matar os irmãos Emanuel e Emanuelle Gomes, em outubro do ano passado, em Ondina. A relatora do recurso é a desembargadora substituta Joanice Maria Guimarães De Jesus. O recurso interposto tenta anular a decisão de levar o caso para julgamento pelo Tribunal do Júri. A expectativa do promotor de Justiça Davi Gallo é que a médica seja julgada até junho deste ano, caso os desembargadores mantenham a decisão de levar o caso para júri popular, e a defesa não apresente novos recursos. A família das vítimas deve fazer uma manifestação, a partir das 13h, em frente ao tribunal, para pedir que a decisão seja mantida.

Carandiru: Condenação de dez policiais soma 968 anos de prisão

Carandiru: Condenação de dez policiais soma 968 anos de prisão

Foto: Agência Estado
Dez policiais militares do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foram condenados a um total de 968 anos de prisão pela morte dos presos do quarto andar do Pavilhão 9 do Carandiru, em 2 de outubro de 1992.
A decisão foi proferida pelo juiz Rodrigo Tellini às 19h15 desta quarta-feira (19). Enquanto nove PMs tiveram cada um pena de 96 anos, um deles foi condenado a 104 anos de reclusão por maus antecedentes.
Inicialmente, a acusação era de que os policiais eram responsáveis pela morte de 10 dos 111 detentos mortos no massacre, mas, ao fim do julgamento, os jurados consideraram a culpa por oito homicídios, devido ao pedido de absolvição por duas mortes feito pelo Ministério Público na terça-feira (18).
Apesar da defesa de que os policiais não tinham alternativa a não ser entrar no terceiro andar – e não no quarto, como diz a acusação – atirando, a sentença foi baseada na tese de que os policiais do Gate agiram no quarto andar com abuso de violência.
“Não confundam estrito cumprimento do dever legal com agir arbitrariamente e de forma ilegal”, pediu o promotor Márcio Friggi aos jurados do caso.
O julgamento do massacre do Carandiru foi dividido com base nos andares do Pavilhão 9, onde ocorreram os crimes.
No ano passado, foram condenados 48 policiais da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), pelo 1º e 2º andar, que recorrem da decisão em liberdade. Com informações do jornal Folha de São Paulo.

Criança de dois anos fica ferida durante ação policial em Lauro de Freitas

Uma criança não identificada, de dois anos, ficou ferida na cabeça na noite desta quarta-feira (19), na localidade de Lagoa da Base na região da Vila Praiana em Lauro de Freitas.

Segundo moradores, a menina foi baleada de raspão na cabeça e a mãe no ombro durante uma troca de tiros entre policiais e bandidos. Ambas foram socorridas para o Hospital Menandro de Faria.

De acordo com informações não oficiais da polícia, a criança não foi ferida por arma de fogo e sim por uma queda que tomou ao ser esbarrada por um bandido em fuga. As informações ainda dão conta de que a criança e a mãe já receberam alta do hospital.

Moradores realizaram um protesto na Avenida Amarílio Thiago, via principal que liga o centro da cidade a praia de Ipitanga, por volta das 20h30 e o local foi desobstruído por volta das 22 horas.

Policiais flagrados em imagens arrastando corpo de mulher devem sair ilesos

Promotor é favorável à soltura dos três PMs que ‘socorreram’ Cláudia em favela de Madureira

ADRIANA CRUZ E VANIA CUNHA

Rio – Os três policiais militares flagrados em imagens arrastando a auxiliar de serviços gerais Cláudia Ferreira da Silva, de 38 anos, por ruas da Zona Norte, domingo, devem sair ilesos do episódio. Ela foi jogada no porta-malas da viatura, que abriu, e ficou presa pela roupa.

Ontem, o promotor Paulo Roberto Mello Cunha Júnior, do Ministério Público que atua junto à Auditoria de Justiça Militar, opinou favorável ao pedido de liberdade dos acusados feito pelos advogados. A juíza Ana Paula Figueiredo vai decidir sobre a expedição dos alvarás de soltura hoje. Ontem, os militares prestaram depoimento na 29ª DP (Madureira).

Alex Sandro (à frente) e Adir chegam para depor na 29ª DP, ontem à tarde

Foto:  João Laet / Agência O Dia

De acordo com o promotor, os PMs foram presos em flagrante com base no artigo 324 Código Penal Militar, que fala apenas do descumprimento de regras que prejudiquem à administração militar. “Nesse caso, a denúncia tem que ser feita no prazo de cinco dias. Mas só poderia opinar pela prisão, se fosse denunciá-los. No entanto, para isso seria necessário que o crime estivesse especificado”, explicou o promotor Paulo Roberto.

Ele sustenta que a investigação precisa identificar ainda se Cláudia estava viva no momento em que foi colocada na caçamba na viatura. “Se estava com sinais vitais, houve transgressão disciplinar pela maneira como foi colocada. Se ela estava morta, não há crime, mas eles podem responder por fraude processual por não ter preservado o local”.

O promotor enfatiza ainda que é preciso apurar também se Claudia estava viva quando foi arrastada pelas ruas. “Se ela apresentava sinais vitais, há o crime de lesão corporal. Mas, se estava morta, eles não cometeram nenhum crime”, afirma. Isso porque a lei não prevê lesão corporal contra cadáver.

Para Paulo Roberto, outra questão importante é apontar o responsável pelo disparo que atingiu a vítima. Segundo laudo do Instituto Médico-Legal, ela morreu por causa de um tiro que perfurou o pulmão e o coração.

Ontem, os policiais repetiram na 29ª DP o mesmo depoimento prestado na 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM). Alegaram que colocaram a mulher no porta-mala porque os moradores cercaram a viatura e precisavam prestar socorro o mais rápido possível.

Entenda a opinião do promotor 

No momento em que Cláudia foi colocada na caçamba, os policiais podem responder por transgressão disciplinar pela maneira como a vítima foi socorrida. Ou seja, a punição é apenas administrativa e imposta pela Polícia Militar. Mas não respondem a crime previsto em lei.

O governador Sérgio Cabral conversou por cerca de uma hora com os familiares de Cláudia Ferreira da Silva

Foto:  Severino Silva / Agência O Dia

Por arrastá-la por ruas da cidade, os policiais podem responder pelo crime de lesão corporal. No Código Penal Militar, o artigo 209 prevê pena de três meses a um ano, para lesão corporal leve, e de até oito anos para casos graves.

Para esclarecer se ela estava viva, o Ministério Público que atua junto à Auditoria de Justiça Militar, além de analisar o laudo cadavérico, deve ouvir o perito responsável.

Versão de advogado de PMs diverge da investigação

Segundo o advogado José Ricardo Brito, os PMs Rodrigo Medeiros Boaventura e Zaqueu de Jesus Bueno, que participavam da ação no Morro da Congonha, disseram que não tinha como os tiros dados por ele atingirem Cláudia, porque ela estava em uma curva e, da posição deles, não tinha visão da posição dela.

No entanto, investigadores disseram já saber, com base no ferimento, que a vítima foi baleada por tiro de fuzil 7.62. Eles ainda informaram ontem que, pelo ângulo onde os policiais militares estavam posicionados na operação, os militares poderiam ter atirado em Cláudia. Todas as armas dos PMs foram periciadas.

Às vésperas da reserva

A ação que matou Cláudia seria a última operação do subtenente Rodney Miguel Archanjo. Segundo o defensor dele, Jorge Carneiro, o militar pediria passagem para a reserva (aposentadoria) no dia seguinte. “Ele estava preparando um churrasco em comemoração”, disse Jorge.

Hoje, outros três militares que participaram da ação serão ouvidos na 29ª DP: o cabo Gustavo Meirelles, e os sargentos Ricardo Morgado e Paulo Henrique. Parentes da vítima prestarão depoimento.

Segundo a Polícia Civil, Rodney responde por três autos de resistência; Adir Serrano Machado, por 13; e Alex Sandro da Silva Alves não tem esse tipo de anotação. Outro morto na ação — registrado como auto de resistência — foi identificado como Willian dos Santos Possidônio, 16 anos.

Coronel ‘arma barraco’ na Vila Militar do Bonfim

Na última terça-feira (19), houve um ‘quebra-pau’ envolvendo autoridades da Polícia Militar na Diretoria de Ensino na Vila Militar do Bonfim, em Salvador.

De acordo com fontes do Bocão News, tudo começou depois que o coronel Mozard agrediu a capitã Soledade verbalmente com gritos. Contrariada, a mulher contou ao marido dela, o capitão Campos, o ocorrido e ele foi conversar com o coronel. Após uma discussão, o capitão Campos tentou dar um tapa no coronel, mas a mulher dele tentou impedir e acabou sendo agredida acidentalmente. Segundo testemunhas, essa não é a primeira vez que o coronel trata a capitã Soledade com gritos.

Diante do clima de tensão, o coronel deu voz de prisão ao capitão que foi encaminhado para a Corregedoria da Polícia Militar, na Pituba. A polícia investiga o caso.

Eunápolis: Jovem de 15 anos mantinha comércio de drogas, informa polícia.

Um adolescente de 15 anos mantinha um comércio de drogas no bairro Pequi. A descoberta foi feita na manhã desta quarta-feira   (19) pela Polícia Civil de Eunápolis.

Os investigadores passaram a monitorar um casebre em um terreno abandonado na Rua Santa Terezinha depois de denúncia anônima. De acordo com as informações, a movimentação de pessoas comprando drogas no local era intensa durante todo o dia.No local foram apreendidas 28 buchas de maconha – totalizando 18 gramas, além de um revólver calibre 38 e R$ 30 em espécie. A arma estava municiada e com a numeração suprimida. A polícia informou ainda que o jovem preparava a droga para venda na casa.
postado por: Kelves Azevedo

Ambientalista procurou deputados para fazer denúncias antes de ser assassinado

A morte do empresário e ambientalista Ivo Barreto do Couto Filho, conhecido como Ivo Bacana, assassinado a tiros disparados por armas de fogo, em frente à antiga casa de show Pelourinho de Nazaré, repercutiu, também, no meio político. O ex-deputado estadual Heraldo Rocha e o deputado estadual Leur Lomanto Júnior (PMDB), em contato com a redação do Bocão News, relataram que na manhã desta quarta-feira (19), a vítima foi na Assembleia Legislativa da Bahia, se encontrou com integrantes da Comissão de Meio Ambiente da Casa, para fazer uma série de denúncias contra a empresa Millenium e em relação à poluição das praias de Salvador.

Às 10h da manhã, Ivo Bacana começou a prestar depoimento para o colegiado da Assembleia Legislativa. A reunião com as denúncias aconteceu até às 11h. O ambientalista foi assassinado logo após sair da Casa, por volta das 14h.

“Fiquei perplexo. Recebi as denúncias de Ivo sobre a Milleniun e o levei para encontrar com representantes da comissão por volta das 10 horas. Deixei ele com Leur Lomanto (Júnior), atual presidente do colegiado. Ivo também havia feito  outra denúncia que abrange a orla de Salvador e Região Metropolitana da capital. Fiquei sabendo no final da tarde (da morte dele). Conheci ele através do Facebook antes do Carnaval e também já fui com ele ao Ministério Público de Camaçari”, declarou Heraldo Rocha.

O presidente da Comissão de Meio Ambiente também demonstrou surpresa com a morte de Ivo Bacana nesta quarta-feira (19). “Ele esteve hoje com a comissão, que é formada por Adolfo Viana, Marcelino Galo e também com o ex-deputado Heraldo Rocha. Ivo realmente procurou para denunciar a empresa Milleniun de crime ambiental. Ivo tem vídeos subaquáticos para comprovar as denúncias de poluição marinha. Hoje aprovamos a realização de uma audiência pública para discutir as denúncias, com convite aos técnicos do Inema, representantes do Ministério Público e da própria Milleniun”, relatou Leur Lomanto Júnior.

O peemedebista ainda contou que tentou contato com o secretário estadual de Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa, para apurar o crime, que aconteceu horas depois do ambientalista fazer as denúncias.

“Tentei entrar em contato com Maurício Teles Barbosa, pois chamou atenção ter acontecido (o assassinato) horas depois da reunião. Informei o deputado Marcelo Nilo para que haja mais força nas investigações”, contou Leur Lomanto Júnior.

Vídeo expõe revolta da favela com brutal assassinato de Claudia Ferreira por PMs

Os moradores do Morro da Congonha, zona norte do Rio, voltaram a protestar em repúdio ao assassinato da auxiliar de serviços gerais Claudia Silva Ferreira, de 38 anos. A trabalhadora foi morta por policiais militares que faziam uma operação na favela na manhã do último domingo. Cláudia foi colocada com vida em um camburão que foi flagrado momentos depois, com o porta-malas aberto e a trabalhadora sendo arrastada por ao menos 250 metros.
 
A equipe de Jornal A Nova Democracia foi à casa de Cláudia conversar com o seu marido, o operário Alexandre Fernandes da Silva. Ele contou como percebeu, antes da divulgação das imagens pelo jornal Extra, que sua esposa havia sido arrastada por policiais.

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