O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin retirou hoje (10) o sigilo de sua decisão que determinou a prisão temporária dos empresários do grupo J&F Joesley Batista e Ricardo Saud. Para Fachin, a prisão temporária é necessária porque são múltiplos os indícios, confessados pelos próprios empresários, de que integram organização voltada à prática sistemática de delitos contra a administração pública e de lavagem de dinheiro. Fachin é o relator da Operação Lava Jato no STF.
A decisão determina também a suspensão cautelar da eficácia dos benefícios de delação premiada acordados entre a Procuradoria-Geral da República (PGR) e os colaboradores.
Fachin não determinou a prisão do ex-procurador da República Marcello Miller, dizendo que não há elemento indiciário com a consistência necessária para a decretação da prisão temporária por organização criminosa, “ainda que sejam consistentes os indícios de que pode ter praticado o delito de exploração de prestígio e até mesmo de obstrução às investigações”. Segundo o ministro, não se mostraram presentes os elementos de estabilidade e permanência que configuram o crime de associação criminosa.
Fachin determinou que o cumprimento dos mandados deve ocorrer com a “máxima discrição e com a menor ostensividade”, evitando o uso de algemas, pois não se trata de pessoas perigosas. “Deverá a autoridade policial responsável pelo cumprimento das medidas tomar as cautelas apropriadas, especialmente para preservar a imagem dos presos, evitando qualquer exposição pública”, diz a decisão.
A autorização da prisão de Joesley e Saud foi feita a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, depois que ele concluiu que os colaboradores esconderam do Ministério Público fatos criminosos que deveriam ter sido contados nos depoimentos, o que representa a quebra do acordo de delação premiada. Os empresários estão em São Paulo e podem ir à Brasília para se apresentar à Polícia Federal entre hoje (10) e amanhã (11).
O que motiviou o pedido de prisão de Marcelo Miller foi a suspeita da PGR de que o ex-procurador da República atuou como “agente duplo” durante o processo de delação. Miller ainda estava na procuradoria no período das negociações e deixou o cargo para atuar em um escritório de advocacia em favor da J&F.
Não é fácil ser professor no Brasil. A profissão é marcada por baixos salários, jornadas desgastantes e um sem-número de limitações trazidas pelos baixos investimentos em educação. Mas esses profissionais tão importantes podem ganhar uma razão para sorrir: carro com desconto para professores. Será discutida no Senado uma sugestão legislativa que prevê um desconto de 30% na aquisição de carros novos por essa categoria.
A sugestão tramita sob o número 40/2017 sob relatoria do senador Cidinho Santos (PR-MT). Ela está em votação no portal e-Cidadania, onde já recebeu mais de 20 mil assinaturas. Com isso, foi capacitada para votação no Senado, primeiro passo para que seja convertida em projeto de lei. Caso não seja arquivada, as etapas seguintes serão a aprovação em várias comissões, a votação em plenário e a sanção presidencial, para que vire lei.
A cidadã que enviou a sugestão, Valdira Vieira, deu duas justificavas para o desconto. A primeira é que muitos professores precisam percorrer longos trajetos de suas casas até os locais em que lecionam. A segunda é que os baixos salários muitas vezes os impedem de comprar carros para vencer essas distâncias.
O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, e o advogado Pierpaolo Bottini, que defende Joesley Batista, tiveram um encontro fora da agenda num boteco de Brasília, neste sábado. Os dois foram flagrados pelo site “O Antagonista”.
Uma fonte da publicação diz que ambos conversaram por mais de 20 minutos. Para não chamar atenção, escolheram uma mesa de canto, ao lado de uma pilha de caixas de cerveja. Janot não tirou os óculos escuros.
Bottini confirmou o encontro fora da agenda, mas disse que foi “casual”. “Na minha última ida a Brasília, este fim de semana, cruzei casualmente com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, num local público e frequentado da capital. Por uma questão de gentileza, nos cumprimentamos e trocamos algumas palavras, de forma cordial. Não tratamos de qualquer questão outra ou afeita a temas jurídicos. Foi uma demonstração de que as diferenças no campo judicial não devem extrapolar para a ausência de cordialidade no plano das relações pessoais”, declarou, em nota.
Grave acidente registrado nesta tarde de Sábado (09/09), por volta das 14H:00 em uma estrada vindo de Salvador a destino de Itororó.
De acordo algumas informações acolhidas, o Itororoense Roseil Jorge Lobo Franco de 71 anos mais conhecido como Rui Lobo, passou mau ao volante e sofreu um grave acidente em uma estrada vindo de Salvador á destino de Itororó. Senhor Rui estava em um carro (Pajero Sport) Placa polícial (JHP-0436), perdendo o controle do veículo acabou capotando várias vezes.
Segundo informações de amigos próximo, Rui Lobo teve um grande corte na cabeça, socorristas esteve no local do acidente para prestar os primeiros socorros e em seguida foi encaminhado em imediato para o Hospital de Itabuna-Ba. Rui foi medicado e atendido e o seu estado de saúde é estavel passa bem. //Blog do Kel :: Continue Lendo »
A jovem foi encontrada pendurada, com uma corda amarrada no pescoço. Familiares só a encontraram poucas horas após o suicídio.
Uma jovem, identificada como Patrícia Silva, de 24 anos, tirou a própria vida depois de descobrir a traição do namorado. O fato aconteceu no município de Novo Repartimento, no bairro Parque Via Tucurí, no Pará. A mulher teria descoberto que seu companheiro a estaria traindo com sua melhor amiga e não soube lidar com a situação. Separada, ela tinha um filho pequeno que mora com o pai.
De acordo com testemunhas ela chegou a conversar com o homem que assumiu a relação extraconjugal, e queria se separar da mesma. A família descobriu que as motivações para o suicídio seriam esses ao ler uma carta deixada por ela, que estava ao lado do corpo. A jovem foi encontrada vestindo roupas de pijama e com uma corda amarrada no pescoço. Quando os parentes chegaram, somente algumas horas depois, a menina já não tinha sinais de vida.
No texto emocionado ela pede desculpas aos familiares, mas disse que não suportava o fato de que o namorado a havia traído com quem considerava ser sua melhor amiga.
Há duas semanas, um homem de 47 anos, membro de uma gangue nigeriana, foi preso enquanto preparava uma sopa com os restos mortais de Samuel Okpara, um pastor da região.
O canibal foi identificado como Roland Peter e, de acordo com um policial local, estava preparando uma sopa com o intestino e o fígado da vítima. A intenção era servir um jantar para os demais colegas de sua gangue, com o intuito de comemorar a morte do líder religioso.
De acordo com Zaki Ahmed, policial, em entrevista ao The Sun, eles “sequestraram, decapitaram a vítima, para depois usar partes de seu corpo em uma receita tradicional da Nigéria”, contou.
Além da acusação de assassinato, Peter também mantinha armas utilizadas pela gangue em sua casa e deve ter ainda mais problemas com a justiça nigeriana.
Era amor, garantiam. Empresário rico, ele a conheceu em Horn, na Áustria. Casaram-se em pouco tempo. Três semanas depois da cerimônia, ele sofreu um acidente de carro. O milionário acabou ficando na rua da amargura, após ser abandonado no leito de hospital, em estado grave. Com a senha do banco dele e alguns cartões de crédito, Lucie roubou milhares de euros e desapareceu. Até parece ficção, mas aconteceu com o austríaco Klaus Schweikert, que tinha 58 anos quando se casou com Lucie, de 27.
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A história do casal começou meses antes do acidente de carro. O primeiro encontro aconteceu depois do empresário voltar da Alemanha em uma longa viagem de trabalho.
Estava separado da primeira mulher, sozinho e deprimido. O amigo, então, sugeriu que ele conhecesse alguém numa balada. “Quando vi Lucie, eu me apaixonei instantaneamente”, conta o empresário.
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Ele a convidou para um jantar romântico, regado a muito champanhe, Passaram horas conversando e, no fim, Schweikert ficou apaixonadíssimo, “Senti que tinha encontrado minha outra metade. Achei que ela tivesse sentido o mesmo”, lembra.
Os dois se encontraram outras vezes, até que ela foi pedida em casamento. E não hesitou em dizer o tão esperado “sim”.
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Familiares alertaram que ele nem conhecia Lucie direito, e que ela teria trabalhado como acompanhante. Ele não ligou para isso. “Dizia que ela era uma mulher amorosa e autêntica”, contou um parente próximo ao Daily Mail .
Os pombinhos se casaram em uma cerimônia digna de um conto de fadas. Mas, apenas três semanas depois, Schweikert foi parar no hospital após sofrer um acidente de carro.
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O assunto virou tema nos principais jornais europeus. No início, Lucie ia vê-lo no hospital todos os dias. Mas não demorou muito para as visitas começassem a diminuir drasticamente.
Até que não apareceu mais. Além disso, raspou quase todo o dinheiro do marido no banco e sumiu do mapa.
Schweikert, desde então, perdeu a maior parte de seus investimentos e, de acordo com um amigo, a situação está longe de ser revertida. “Ele tem muito dinheiro, mas a mulher levou muita grana”, atesta um amigo próximo.
Lucie, pelo que se soube, está rica, ostentando luxo com outro namorado num país não revelado.
Caso foi remetido para a Justiça Federal do DF. Decisão contraria Janot, que queria que o processo permanecesse no Supremo
O ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin decidiu encaminhar a denúncia contra os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseffe o ex-ministro Aloizio Mercadante por obstrução às investigações da Operação Lava Jato para a primeira instância. Relator do inquérito, Fachin contrariou o pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que queria o processamento da denúncia no Supremo. O caso foi remetido para a Justiça Federal do Distrito Federal.
Em março de 2016, um pouco antes do impeachment, Dilma nomeou Lula como ministro-chefe da Casa Civil. A Procuradoria-Geral da República viu nessa atitude uma tentativa do governo de barrar o avanço da Lava Jato sobre o petista, que era alvo em diversas frentes de investigação na Operação. A posse como ministro garantiria a ele a prerrogativa de foro no STF. No entanto, ele terminou não se concretizando por causa de uma liminar baixada pelo ministro Gilmar Mendes.
Uma segunda linha de investigação que consta na denúncia é sobre a troca de informações sigilosas sobre as investigações entre Dilma e a empresária Mônica Moura, mulher do marqueteiro João Santana, por meio de “contas de correio eletrônico clandestinas”, entre 2015 e 2016.
Em relação a Aloizio Mercadante, a PGR acusa o ex-ministro petista de ter dado apoio político, jurídico e financeiro ao então senador Delcídio do Amaral (MS), no final de 2015, a fim de evitar que ele celebrasse acordo de colaboração premiada.
A acusação formal de Janot por obstrução de justiça foi feita na última quarta-feira, um dia depois de o procurador-geral da República ter denunciado Lula, Dilma e outras seis pessoas por formar uma organização criminosa enquanto o PT governava o país — esse processo tramita no STF por ter entre os denunciados a senadora Gleisi Hoffmann, atual presidente do PT.
Janot entendeu que há conexão entre os fatos das duas denúncias e o envio à primeira instância da última traria um “prejuízo processual relevante”. Mas Fachin não acatou ao pedido, pois nenhum dos denunciados tem foro no Supremo.
Ministro do STF também teria autorizado prisão de Ricardo Saud, diretor da J&F, e o ex-procurador da República Marcelo Miller; Polícia Federal disse que detenções podem ocorrer neste domingo, 10
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu atender ao pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e mandou prender o empresário Joesley Batista, dono do grupo J&F, segundo o site O Antagonista.
Fachin também teria atendido aos pedidos de Janot para prender Ricardo Saud, diretor da J&F, e o ex-procurador da República Marcelo Miller. Fontes da Polícia Federal informaram à esta reportagem que, em tese, não há nada que impeça que as prisões sejam realizadas neste domingo, 10.
Os pedidos de prisão foram motivados pela descoberta de que os executivos da J&F omitiram informações sobre supostos crimes ao negociar sua delação premiada.
Gravação entregue na semana passada à Justiça pela própria defesa da J&F mostra Saud e Joesley conversando sobre uma suposta interferência de Miller para ajudar nas tratativas de delação premiada, o que seria ilegal. O ex-procurador ainda fazia parte do Ministério Público quando começou a conversar com os executivos, no final de fevereiro. Ele pediu exoneração da instituição no mesmo mês, mas a deixou de fato apenas em abril.
Joesley Batista prestou depoimento na última quinta-feira, por cerca de três horas, na sede da Procuradoria-Geral da República, para explicar o conteúdo da gravação. No depoimento, disse que não recebeu orientação do ex-procurador Miller para gravar o presidente Michel Temer.
Queremos no dia que lhe pertence, lhe dizer que a vida só vale a pena ser vivida quando somos lembrados pelo que somos, pelo que representamos na vida das pessoas que nos cercam, e hoje nós nos lembramos de você.
Afinal você sabe conquistar o bem querer de todos que convivem com você, e aniversário é uma comemoração que não pode e nem deve passar em branco; devemos pedir a Deus toda paz, serenidade e tranquilidade, para viver cada instante com alegria e vigor.
Desejamos a você tantas e tantas coisas boas, que expressar através de simples palavras fica até difícil, mas o que importa hoje é que é o seu dia e devemos agradecer ao Pai Celeste pela sua vida, pelas suas conquistas e pelas vitórias, que tenho certeza que ainda irá conseguir!
Sorria e acredite que chegará ao final de sua caminhada com a certeza do dever cumprido.
Feliz aniversário e muitas felicidade, Neusa Fernandes!