Fábio Jr ficou chateado após declaração de ex no Faustão

Cardiopatia de Genoino não é grave, aponta laudo médico

A junta médica do Hospital Universitário de Brasília, formada para avaliar o estado de saúde do deputado José Genoino (PT-SP), concluiu que ele é portador de cardiopatia “que não se caracteriza como grave”. O laudo foi entregue hoje (26) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa. Com a base no documento, Barbosa vai decidir se Genoino, condenado na Ação Penal 470, o chamado mensalão, vai permanecer em prisão domiciliar temporária ou voltará para o Presídio da Papuda.
Foram indicados os seguintes médicos para fazer a perícia: Luiz Fernando Junqueira Júnior, professor de cardiologia da Universidade de Brasília e presidente da junta; Cantídio Lima Vieira, cardiologista e especialista em perícia médica; Fernando Antibas Atik, especialista em cirurgia cardiovascular; Alexandre Visconti Brick, professor de cirurgia cardiovascular, e Hilda Maria Benevides da Silva de Arruda, médica cardiologista do hospital universitário.
No laudo de oito páginas enviado ao STF, a junta médica descreve os problemas de saúde de Genoino e afirma que não necessário tratamento domiciliar. Os médicos afirmam que ele deve receber acompanhamento médico periódico. De acordo com o laudo, Genoino está com “condição patológica tratada e resolvida.”
No documento, os peritos também afirmam que Genoino é portador de hipertensão “leve e moderada”, que é controlada por medicação. Os médicos recomendam dieta hipossódica, prática de atividade física, porém, concluem que não é imprescindível “permanência domiciliar fixa do paciente”.
Aumento da carga horária de policiais polemiza debate sobre a segurança pública
Dentre o caos da segurança pública vivido pelos baianos nos últimos dias, a Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), discutiu na manhã desta terça-feira (26), a possibilidade de aumentar a carga horária dos policiais militares da Bahia. A proposta, conhecida como “Bico Legal” causa divergências entre os deputados.
Já implementada em São Paulo, a proposta quer legalizar o trabalho executado por policiais militares fora do horário do trabalho. O governo do estado paga a hora extra para o oficial que trabalharia com todo o aparato policial do estado: armamento, viatura, fardamento, estrutura de tecnologia e de banco de dados.
Os deputados Álvaro Gomes (PCdoB), proponente da audiência, a pedido da prefeitura de Madre de Deus, e Rosemberg Pinto (PT), dividem a mesma opinião. Aumentar a carga de trabalho prejudica a saúde dos oficiais e vão de contra a política adotada pelos sindicatos. “Como ex-dirigente sindical sou absolutamente contra a instituir isso que prejudica, tanto o policial quanto a família dele. Fizemos um estudo para se chegar às horas ideais do trabalhador e de descanso dele e agora vamos descontruir tudo isso?”, argumentou o petista.
Entretanto, Capitão Tadeu (PSB) acredita que a proposta pode potencializar a atuação dos policiais em algumas áreas, a exemplo do policiamento de trânsito. “Eles podem trabalhar em outros pontos que temos deficiência, como no trânsito, atuando antes que os delinquentes pratiquem os delitos”. Porém, o parlamentar ainda pontuou a administração dos oficiais após o horário. “Temos que ter cuidado. Ele vai prestar serviço pela manhã para o governo e a tarde para a prefeitura? E se tivermos divergências políticas em alguns municípios?”.
O major Samuel Santana esteve na audiência e apontou os problemas existentes no projeto implementado em São Paulo. De acordo com ele, muitos oficiais já desistiram da função após serem direcionados a atividades diferentes da proposta inicial. “Hoje há um déficit de policiais cumprindo este papel lá. Então, se for implementado aqui precisamos identificar os erros de lá para não haver descontinuidade”.
Além da alteração na carga horária dos policiais, Rosemberg ainda reforçou a proposta decriação da Polícia Legislativa, que, segundo ele, ajudaria também na segurança pública do estado.
Vereador e Diretor do ITC salva Vítima de afogamento em Itapetinga.

No último domingo (24), o Vereador Tarugão que também é diretor do ITC (, estava no club tomando banho e batendo papo com os amigos.
Por volta de 14:40hs o mesmo estava na borda da piscina e algumas pessoas também, quando uma criança brincando com outra dentro piscina, se machucou e o salva-vidas Léo foi fazer o atendimento de primeiros socorros.
O rapaz estava próximo de duas mulheres, quando uma das delas percebeu que o rapaz tinha descido ao fundo da piscina e demorou de voltar.
Pairou uma dúvida no ar, onde uma mulher achava que ele desceu ao fundo da piscina consciente e ao perceber que o rapaz tinha passado mal, a outra mulher pediu socorro ao Tarugão que de imediato mergulhou até o fundo da piscina que tem 3,80 metros de profundidade, ao encontrar o rapaz o mesmo estava ajoelhado no fundo da piscina e inconsciente.
O Tarugão conseguiu abraçar o rapaz em posição segura para os dois e subiu para sair do fundo da piscina. Ao chegar a superfície o vereador manteve a cabeça do rapaz fora da água e o levou até a borda da piscina, quando foi ajudado pelas mulheres e conseguiram tirar o rapaz da água.
Ainda bem que o Tarugão sabia nadar, pois em momentos como esses não adianta só ter coragem, tem que saber o que tá fazendo pois quando uma pessoa está se afogando, ela se apavora e acaba grudando na outra pessoa e ai pode acontecer uma tragédia maior.
O Léo ( Salva-vidas ) chegou rapidamente e prestou os primeiros socorros. O rapaz começou a ter convulsões e foi controlado pelo Léo que após fazer todos o procedimentos o rapaz voltou a si.
O Rapaz Mora em Morro de São Paulo e toma remédios controlados.
Por Tito Rocha
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Seca em Conquista e região: queda na produção do café causa prejuízo de R$250 milhões na economia local
Nos últimos dois anos a cidade de Vitória da Conquista e praticamente toda a região Sudoeste estão sofrendo com a seca que se alastra. Um dos principais potenciais da economia é a produção de café.
Segundo o diretor de qualidade da Associação dos Produtores de Café da Bahia, o conquistense Carlos Novaes, a queda na produção do café deixou de injetar na economia local cerca de R$250 milhões.
“Antes o café era o principal vetor de economia para o Planalto de Conquista, hoje não é mais. Essa queda na produção reflete no comércio e até mesmo no mercado imobiliário. A expectativa é de que o período chuvoso retorne e possa melhorar a situação dos cafeicultores”.
Fonte: Blog do Rodrigo Ferraz

























