:: 14/jan/2014 . 8:09
Telexfree nega responsabilidade sobre cadastramentos a partir do Brasil
Advogado da empresa, suspeita de ser pirâmide financeira, afirma que também não tem controle sobre pagamentos; segundo divulgadores, é possível receber no País

A Telexfree não ter como impedir que pessoas entrem para o negócio a partir do Brasil, onde as atividades estão suspensas por decisão judicial. A empresa também nega responsabilidade sobre eventuais pagamentos feitos pela empresa aos divulgadores no País.
“Eu não tenho como saber se o seu cadastramento é feito por você aqui ou por você que mora nos Estados Unidos”, afirma Andé Andrade, que representa a Telexfree Internacional, empresa com sede em Boston, no estado americano de Massachusetts.
Acusada de ser uma pirâmide financeira, a Telexfree teve o seu braço brasileiro – a capixaba Ympactus Comercial – bloqueado por uma decisão judicial em 18 de junho de 2013. A medida impede novos cadastros e congela todas as contas da empresa e dos sócios administradores, Carlos Wanzeler e Carlos Costa.
Por determinação da juíza Thaís Khalil, da 2ª Vara Cível de Rio Branco (AC), o site em portuguêswww.telexfree.com, por onde são feito os registros, informa que o ingresso de novas pessoas na “rede Telexfree” estão proibidos. Mas basta mudar para as versões em inglês ou em espanhol para concluir o cadastramento, como o iG mostrou.
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Em um ano de mandato, 107 prefeitos brasileiros já foram cassados

Um levantamento realizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) aponta para um dado importante ao eleitor. A pesquisa mostra que, um ano após a posse dos prefeitos eleitos em 2012, 125 (2,2%) deles não estão mais no comando do Executivo municipal. A maior parte deles, 107, teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral, número que representa 85,6% dos afastamentos.
Segundo os dados da CNM, as demais causas de afastamento dos prefeitos eleitos são morte (12), motivo de saúde (2), renúncia (3), além de um que deixou o cargo por motivo não identificado no estudo. Os estados que tiveram mais trocas nas prefeituras foram São Paulo (21), Minas Gerais e Rio Grande do Sul (13, cada um) e Mato Grosso (dez).
Na avaliação da confederação, o número de trocas dos eleitos em 2012 se manteve praticamente igual em relação a levantamento feito em 2011, período em que 128 prefeitos deixaram os cargos.






















