Embora já tenha arcado com aumento extra na conta de luz de R$ 3,9 bilhões só de janeiro a abril com as bandeiras tarifárias, o consumidor deve acabar pagando por mais um rombo neste ano.
Segundo dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), o sistema de bandeiras tarifárias, que eleva mensalmente as contas (veja quadro nesta página), não foi suficiente para cobrir os gastos extras das distribuidoras com o uso das térmicas e com a compra extra de energia.
De janeiro a abril, as despesas somaram R$ 5,5 bilhões. A diferença, de R$ 1,6 bilhão, vem sendo absorvida pelo caixa das distribuidoras.
Segundo a Folha apurou, as elétricas foram à Aneel demonstrar preocupação com o cenário, uma vez que elas estimam só poder suportar descasamentos de até R$ 1 bilhão sem comprometer as atividades ou os investimentos.
Projeções feitas pelo setor, porém, apontam que a conta pendente é ainda maior: um deficit superior a R$ 4 bilhões.
Nesse cálculo, além do descasamento das bandeiras, as distribuidoras consideram quase R$ 2,5 bilhões em aberto com despesas em 2014.
O valor foi gasto com a compra adicional de energia contratada em leilão e com o pagamento das tarifas de transmissão que sofreram ajuste, ambos ainda não restituídos ao caixa das empresas.
Joaquim Levy tem recebido pouca atenção da presidente. Recentemente, um funcionário notou que nem os incontáveis e-mails diários ela anda respondendo.
Nas reuniões internas de governo, o ministro da Fazenda passou a ser constantemente questionado pelos colegas e pela própria chefe. A discordância aumentou à medida que a crise econômica acelerou a queda na popularidade de Dilma Rousseff.
Auxiliares definem o “climão”. Há apenas seis meses no cargo, Levy foi parar na “geladeira”. Trata-se de um destino comum para quem convive com a presidente. Quando ela se aborrece com algo, manda o assessor para a “Sibéria”, como se brinca no Planalto, até que sua paciência seja restabelecida.
Ministros explicam que tem sido difícil para ela renegar as suas próprias convicções para devolver, com um ajuste fiscal que fatalmente condenaria em tempos normais, a estabilidade econômica. A situação política, dizem, acentua essa ansiedade.
Na noite deste domingo (05) por volta de 20:10hs, mais um jovem foi assassinado em Itapetinga, cidade localizada no Sudoeste Baiano.
Washington da Silva Freire foi morto por vários disparos de arma de fogo nas Casas Populares, próximo ao residencial Moacir Moura.
Washington estava preso no presídio de Jequié e saiu no induto de 2 de Julho (Independência da Bahia) e veio a Itapetinga. As polícias Militar e Civil fazem incursões no sentido de identificar e prender o autor ou atores do crime.
Na tarde deste domingo (05) a equipe de Futsal do Boca Junior, Jogou muito bem e conquistou a Taça Estado da Bahia de Futsal, que foi disputada na cidade de Iguaí.
Grandes equipes de Futsal participaram da Taça, mais para a final só havia apenas duas vagas. O Boca Junior foi o primeiro a garantir o acesso para final e depois Nova Canaã garantiu a última.
Em uma partida bastante movimenta e equilibrada, a equipe do Boca Junior mais experiente e comandada por Robert Van Basten que foi o artilheiro da competição, conseguiu abrir o placar e permaneceu na frente durante toda tempo. O Boca Junior venceu a equipe de Nova Canaã pelo placar de 5 a 3 e sagrou-se campeão da Taça Estado da Bahia de Futsal.
Morreu na manhã deste sábado (4) durante confronto com policiais militares, um dos principais suspeitos de veículos no bairro da Fazenda Grande do Retiro, identificado apenas como Peterson. O tiroteio foi registrado por câmeras de segurança, que mostram o momento exato em que policiais e bandidos se encontram.
Nas imagens é possível ver quatro homens armados invadirem uma residência e após deixarem o local encontrarem com policiais Militares da 9ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), guarnição sob o comando do Sargento Félix, quando foi iniciado o confronto.
O cantor Latino flagrou a sua mulher, Rayanne Morais, na cama com um ex-jogador. De acordo com a coluna de Léo Dias, ela teria simulado um sequestro relâmpago de duas horas, mas Latino teria descoberto tudo. Desde então, eles estariam separados.
Procurado pela publicação, Latino disse estar “sem chão”. Já Rayanne, reafirmou, através de mensagens de texto para a coluna que “não é o tipo de mulher que casa para se separar”: “O meu casamento foi feito sob a bênção de Deus e é Ele que rege a minha vida”.
Depois de ler o que o tal ‘amigo’ do casal contou, Rayanne perdeu a compostura: “Tô p… com essa história! Tô p… com essa vaca que está fazendo este inferno, vou dar um cacete nessa pessoa. Isso é uma ‘fofocaiada’ danada.
Não estamos separados nem vamos nos separar”, disse. Sobre a declaração de Latino, que disse “estar sem chão”, Rayanne explicou: “Por que ele disse isso? Porque homem é fraco, mas eu sou forte, muito mais forte do que ele imagina. Agora eu vou com essa história até o final”.
A equipe de Futsal do Boca Junior está na final da Taça Estado da Bahia de Futsal. O Boca disputou duas partidas duríssimas, na primeira empatou em 3 x 3 com a equipe de Ibicoara e venceu a equipe Nova União (Iguaí) por 5 x 3. O evento está sendo realizado na cidade de Iguaí e conta com grande equipes de Futsal.
Se destacaram muito no empate e na vitória, os atletas do Boca: Robert Van Basten e o Goleiro Dudu.
O Boca Junior enfrentará na Grande Final da Taça Estado da Bahia, o fortíssimo Time de Nova Canaã ás 16:00hs deste domingo (05).
O filho do apresentador Alvaro Garnero, conhecido como Alvarinho, que aparece num vídeo beijando o pescoço de Ronaldo e sendo chamado pelo Fenômeno de “namorado”, fez uma publicação no Instagram para falar sobre o assunto. Ele afirma que os dois têm uma relação de tio e sobrinho.
“Gente quanto absurdo! Muita maldade! Realmente Inacreditável! Tio e sobrinho ! ‘Aos Beijos e Abraços’ parece até tema de novela!! Hahahaha… Quem diria? A verdade é que Ronaldo é um tio pra mim, praticamente me viu nascer e me pegou no colo. O Fenômeno é um dos melhores amigos do meu pai e do meu tio, Mário Bernardo, e parte da família. Enfim, pra quem não sabe, é bom saber. Beijo grande”, escreveu o jovem de 18 anos.
O apresentador também se manifestou sobre o fato: “odeio a palavra inveja! Mas querer colocar e meu filho e meu irmão há 20 anos Ronaldo numa polêmica e muita maldade! Vamos analisar essa imprensa onde tudo vale e resta nos provar o contrário! Brasil está mudando para melhor e assim vamos acreditar! O que fizeram com meu filho não vou perdoar jamais”.
Em brincadeira com amigo, o ex-jogador ganha mordidas e beijocas. Ah, esses rapazes
Embora tenha abandonado o futebol definitivamente em 2011, Ronaldo Fenômeno não se livrou das marcações cerradas. Em vídeo recente, o atacante, talvez alcoolizado, manda um recado para certa amiga chamada Pietra. A mensagem é atrapalhada pelas constantes intervenções de Alvarinho (filho do empresário Álvaro Garnero), que ele apresenta como seu “novo namorado”. Ronaldo é assediado com beijos, mordiscadas na orelha e no pescoço e bafinhos no cangote. Até que o atacante se irrita e fala: “Para, Alvarinho”. Ah, esses rapazes.
Uma tempestade perfeita, formada pelo ajuste fiscal, a alta dos juros, a Operação Lava Jato e a redefinição da modelagem das concessões no setor de infraestrutura lançaram o setor de construção civil numa crise sem precedentes. Levantamento realizado pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção (Sinicon), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostra que o setor respondeu por metade dos desligamentos registrados no País nos últimos 13 meses.
De maio de 2014 a maio de 2015, houve uma redução de 593.375 empregos com carteira assinada, considerando todos os setores. Desses, 334.735, ou 56,4%, estão na construção. E, mais especificamente, 174.655 desligamentos, ou 29,4%, ocorreram na chamada construção pesada, onde estão as obras de infraestrutura, como usinas hidrelétricas, rodovias e ferrovias. Um executivo do setor explica que grandes volumes de demissões não são incomuns, pois elas seguem o ciclo de realização das obras.
Uma vez concluídas, os trabalhadores são desligados, e essa é uma rotina comum ao setor. O usual, porém, é que eles se transfiram para outros empreendimentos que estão começando. É fácil encontrar, nas frentes de grandes construções, pessoas que estão há mais de uma década passando de uma obra para a outra. A diferença é que, agora, o setor vive uma paradeira e esse ciclo corre sério risco de ser interrompido. É o que mostrou, por exemplo, reportagem publicada pelo Estado no último domingo, ao revelar que os 40 mil funcionários que hoje estão ligados às obras da usina Belo Monte, no Pará, não têm outra grande hidrelétrica em construção para se reempregarem.