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:: 12/jul/2015 . 13:12

NOTA DE FALECIMENTO: MORRE BENEDITO JORGE DOS SANTOS

FALECIMENTO

Benedito Jorge dos Santos – O corpo de “Tio Benê” como era carinhosamente conhecido, está sendo velado na Cerimonial Pax Perfeição de onde sairá o cortejo fúnebre neste domingo (12) às 16:30 no cemitério Parque da Eternidade.

Tio Benê, vinha sofrendo com problemas de saúde á aproximadamente 15 dias, não conseguiu resistir e veio a falecer, ontem por volta de 19 horas no HCR/Fundação José Silveira

Benedito deixa Filhos: Cesar Souza Santos, Nicélia Souza Santos, Danilo Souza Santos – Esposa D. Dulce.

“Disse-lhe Jesus: EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.”

Descanse em Paz, Tio Benê!

Cura total da Guillain-Barré ocorre cerca de 10 meses após primeiros sintomas, diz especialista

Segundo dados divulgados na última sexta-feira (17) pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), a Síndrome de Guillain-Barré já possui 49 casos confirmados no estado, 47 destes casos com histórico anterior de Dengue, Zika ou Chikungunya. Ao contrário das outras três enfermidades, a Guillain-Barré possui um período muito maior até a cura total. De acordo com o professor do departamento de Neurologia da Universidade de Campinas (Unicamp) e membro da Associação Brasileira de Neurologia (ABN), Marcondes Cavalcante França Júnior, especialista no estudo sobre a Guillain-Barré, o período médio de recuperação chega a cerca de dez meses após o surgimento dos primeiros sintomas. “Depois dos primeiros sintomas, temos uma fase de progressão da doença, quando ela chega as piores limitações possíveis. Depois temos uma fase, onde o quadro fica estável, é a fase de platô, que dura de 4 a 6 semanas. Depois, entra na fase de recuperação dos sintomas. É uma fase longa, que pode levar de 4 a 12 semanas”, explica. O neurologista também afirma que a letalidade da Guillain-Barré é baixa e que os casos nos quais o óbito pode acontecer são raros e específicos. “A taxa de óbito gira entre 2 e 5%, O mais comum dos óbitos é com pacientes que precisam usar respiração mecânica, precisam ir para UTI e, nesse processo, desenvolvem infecções hospitalares. Este é o principal risco. A segunda motivação mais comum é quando ela atinge a enervação de órgãos como o coração”, afirma o especialista. Além da raridade em óbitos, a enfermidade dificilmente deixa sequelas, de acordo com França Júnior. “80% dos pacientes que tem a Guillain-Barré tem recuperação completa. 20% tem algum tipo de sequela. Esse grau de sequela é muito variável. Na maioria das vezes, são relativamente leves. Em 5 a 8%, as sequelas podem ser mais graves, ao ponto de comprometer a movimentação das pessoas”, revela. O especialista também alerta que, apesar das dificuldades causadas pela doença, ela é tratável e sua velocidade de sua reversibilidade está altamente ligada à rapidez com que ela é diagnosticada. “O mais importante é deixar claro que uma vez tendo sintomas que podem sugerir a doença, procurar o mais rápido possível o médico para iniciar o tratamento. Quanto mais rápido iniciar o tratamento, melhor”, aconselha.

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Casos de Guillain-Barré podem estar relacionados à incidência da Zika no estado. Foto: Fapesb

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