:: 1/jul/2016 . 8:41
Suspeita usa WhatsApp para avisar que matou o ex-namorado. “Perdi a cabeça”, disse
Crime aconteceu em Itanhaém, no litoral de São Paulo, na última terça-feira. Ocorrência foi registrada e é investigada no 3º Distrito Policial do município.
A mulher suspeita de matar um homem com quem mantinha um relacionamento amoroso confessou o crime à família da vítima logo após o homicídio, que aconteceu em Itanhaém, no litoral de São Paulo, na última terça-feira (28).
Segundo a Polícia Civil, Vancleves da Silva Lima, de 40 anos, foi até a casa de Joelina Nascimento Lima, de 42 anos, para terminar o relacionamento entre os dois.
No entanto, na manhã desta quarta-feira (29), Vancleves não voltou para casa e sua família entrou em contato com a Polícia Militar. Chegando na residência da suspeita, na Rua José Manoel Lorenzo Leiro, no bairro Nova Itanhaém, os policiais encontraram o corpo da vítima. Nas mensagens enviadas por meio do aplicativo de celular WhatsApp, e que foram obtidas com exclusividade, a suspeita conta para um sobrinho de Vancleves que matou o rapaz.
“Discutimos e nos agredimos. Tínhamos bebido. Sempre tinha uma faca ao lado da cama, no caso de alguém tentar entrar em casa. Perdi a cabeça. Chamei a polícia, mas ela não tinha chegado. Então, saí sem rumo”, escreveu Joelina. O parente da vítima ainda tenta acalmar a suspeita, perguntando onde ela estava e afirmando que ajudaria ela a ir até uma delegacia. “Olha, tudo vai se resolver. Não precisa se preocupar tanto. Tenha fé”, disse. O caso foi registrado no 3º Distrito Policial de Itanhaém e o delegado Jaime Marcelo da Fonte Nogueira investiga o caso. Apesar de ter falado, via WhatsApp, que iria se entregar, Joelina fugiu e, até o momento, não foi encontrada pela polícia. (TV Tribuna)
















O deputado federal Jean Wyllys foi destaque na sessão da Câmara de Vereadores de Feira de Santana na última segunda-feira (27) por conta de um projeto de lei que não existe. Seis dos 21 integrantes da Casa se posicionaram contra o parlamentar por conta de uma suposta matéria que pediria a retirada de trechos homofóbicos da Bíblia. “Esse cidadão, o senhor Jean Wyllys, primeiro disse que a Bíblia era um lixo. Agora, coloca um projeto de lei para retirar da Bíblia os textos que considera homofóbicos. Certamente, se isso acontecer, vão pagar caro, não pela mão do homem, mas pela mão do próprio Deus”, reclamou Edvaldo Lima (PP). O presidente da Câmara de Feira de Santana, Justiniano França (DEM), corroborou com as críticas e classificou a ideia como “natimorta”. “Não tem Congresso que aprove, porque não foi o Congresso que estabeleceu a Bíblia”, disse o democrata. Alberto Nery (PT), Isaías de Diogo (PSC), Eli Ribeiro (PRB) e Marcos Lima (PRP) também fizeram pronunciamentos contra Jean. Por outro lado, Pablo Roberto (PHS) e David Neto (DEM) se colocaram contra os discursos dos colegas e voltaram suas críticas aos representantes das igrejas. “Um número significativo de colegas vereadores insiste ainda em fazer deste parlatório um púlpito de suas igrejas, e isso a sociedade feirense não suporta, não tolera mais”, pontuou Roberto, enquanto Neto levantou suspeitas sobre seus colegas: “Aqui mesmo deve ter alguém dentro do armário, ou que já saiu e já voltou para o armário”. Em sua página no Facebook, Jean zombou das críticas ao projeto não existente: “Eu, como baiano, morro de vergonha desses patetas!”, publicou.
A Polícia Federal deflagrou mais uma etapa da Operação Lava Jato na manhã desta sexta-feira (1º). A empresa JBS Friboi e o doleiro Lúcio Bolonha Funaro, ligado ao presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), são alguns dos alvos da operação. 





