No último sábado (09) foi realizada mais um Feira de Artesanato no Município de Itapetinga-Ba. O evento foi realizado na praça Dairy Walley e foi um Sucesso, onde vários admiradores de arte e também curiosos, visitaram a feira, pois as peças expostas eram muito bem trabalhadas e enchiam os olhos.
Promovido pela Casa da Cultura e Artesanato, o evento vem ganhado força e já se torna tradicional no município de Itapetinga, onde diga-se de passagens, existem vários artistas e algumas obras já foram até para o Exterior.
Para quem entende pouco de arte, fica até difícil imaginar como um homem/mulher, pode imaginar, criar e executar a confecção produtos tão lindos, acabamento fino e com materiais que talvez não seriam mais aproveitados.
O artesanato é a arte e as obras dos artesãos. Um artesão, por outro lado, é a pessoa que realiza trabalhos manuais, sem recorrer a máquinas nem a processos automatizados. Não existem, por conseguinte, duas peças de artesanato exatamente iguais.
Exemplos: “Quando fomos ao Norte, comprei várias peças típicas de artesanato”, “A minha tia ofereceu-me artesanato do Peru para decorar o meu apartamento”, “A maior parte da população local vive do artesanato”.
Posto isto, o artesanato pode definir-se em oposição às produções industriais ou em série. O trabalho dos artesãos implica a implementação de diversas técnicas manuais.
O artesanato faz parte da cultura tradicional dos povos, já que as suas origens remontam à época pré-industrial. Há milhares de anos atrás, já existiam peças de artesanato elaboradas com diversos materiais.
O artesanato pode ter uma finalidade estética (por exemplo, um quadro decorativo), ritual (uma máscara) ou funcional (um vaso para pôr água). A sua elaboração combina o design com a arte.
Hoje em dia, as peças de artesanato devem competir com os produtos industriais que, muitas das vezes, procuram imitar o aspecto daquelas. A principal vantagem dos produtos industriais é o seu baixo custo pelo facto de serem fabricados em série.
A comercialização das peças de artesanato costuma realizar-se de maneira directa (entre o artesão e o comprador) ou através de pequenos mercados ou de feiras. Ao desenvolver cada peça à mão, é difícil conseguir o nível de produção necessário para chegar às grandes lojas ou a cadeias de supermercados.