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A Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza, na manhã desta terça-feira 12, uma operação para prender suspeitos pelo assassinato da vereadora Marielle Francoe do motorista Anderson Gomes – crime que completa um ano no próximo dia 14. Duas pessoas foram detidas: o policial militar reformado Ronnie Lessa, que teria efetuado os disparos, e o ex-policial Élcio Vieira de Queiroz, que estaria dirigindo o carro do atirador.
Élcio Queiroz foi expulso da Polícia Militar, mas não há detalhes sobre as causas.
Policiais estão nas ruas desde antes das 5h, cumprindo dois mandados de prisão e 32 de busca e apreensão. A ação foi batizada de Operação Lume, em referência a uma praça no centro do Rio de Janeiro, conhecida como Buraco do Lume, onde Marielle desenvolvia um projeto chamado Lume Feminista.
No local, ela também costumava se reunir com outros defensores dos direitos humanos e integrantes do seu partido, o PSOL. “Além de significar qualquer tipo de luz ou claridade, a palavra lume compõe a expressão ‘trazer a lume’, que significa trazer ao conhecimento público, vir à luz”, informa nota do Ministério Público.
Segundo o Ministério Público, os dois foram denunciados depois de análises de diversas provas. O MP considera que o crime foi planejado nos três meses que antecederam os assassinatos. :: LEIA MAIS »

















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Dois homens foram detidos: o PM reformado Ronnie Lessa, que teria efetuado disparos, e o ex-policial Élcio Queiroz, acusado de dirigir o carro do atirador
A professora Élida Márcia de Oliveira, de 32 anos, que foi morta a tiros em Juazeiro, no último mês de fevereiro, foi vítima de execução, e os principais suspeitos de serem os mandantes do crime são a ex do companheiro dela e o pai da mulher. Nesta segunda-feira (11), a delegada Lígia Nunes, que investiga o caso, informou que o crime foi cometido porque a suspeita, identificada como Edvânia Pereira de Morais, não aceitava o fim do relacionamento com Lázaro Pinheiro.





