:: 20/mar/2019 . 17:57
Lava Jato: PF e MPF cumprem mandados de prisão contra doleiros
Agentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal cumprem quatro mandados de prisão em São Paulo contra doleiros e outros de busca e apreensão em uma nova fase da “Operação Câmbio, Desligo”, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro. Investigadores miram um esquema de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e corrupção, chefiado pelo ex-governador Sérgio Cabral.
Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas da 7ª Vara Federal Criminal do Rio. De acordo com a investigação, os principais alvos foram identificados dentro do esquema de Sérgio Cabral, a partir das delações premiadas Vinicius Clarer (Juca), e Cláudio Fernando Barboza, o Tony.
“Nesse momento, o MPF pretende a extensão dessa operação [Câmbio, desligo] a fim de verificar as transações realizadas por outros doleiros identificados no sistema dos colaboradores (ST e Bankdrop), quais sejam: NISSIM CHREIM, codinome “Miojo” e SERGIO GUARACIABA MARTINS REINAS, codinomes “ROMA” e “MISTER”, afirma a denúncia do MPF.
Instagram cria rede para ajudar pessoas com ansiedade e depressão
Um estudo realizado pela Royal Society for Public Health, uma instituição de saúde pública do Reino Unido, mostrou que as redes sociais podem ser mais viciantes do que o álcool e o cigarro e o Instagram foi apontado como a que mais prejudica a mente dos jovens.
Após isso, o aplicativo criou uma rede de apoio para auxiliar pessoas que tenham alguma doença que afeta a mente. Caso o internauta pesquise na aba “explorar” pelas hashtags #ansiedade ou #depressão será encaminhado para uma tela que traz um alerta. O usuário também terá a opção de falar com um amigo, com um voluntário da linha de apoio ou receber dicas e apoio.
“Publicações com as palavras ou tags que você está procurando muitas vezes incentivam um comportamento que pode fazer mal a uma pessoa ou até levá-la à morte. Se você está passando por uma situação difícil, gostaríamos de ajudar”, diz.
RK
Sandro Regis propõe instalação de detectores de metais nas escolas públicas da Bahia
A violência no Brasil voltou a ser tema na tribuna do plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) na tarde desta terça-feira (19). O deputado Sandro Regis (DEM) apresentou a seus pares uma proposta de projeto de lei que dispõe sobre a obrigatoriedade da instalação de detectores de metais nas escolas públicas do Estado. Por gerar gastos ao estado, o projeto do deputado pode ser declarado inconstitucional antes mesmo de chegar ao plenário.
O parlamentar ratificou a necessidade do projeto dada a crescente onda de violência que assola não somente a Bahia, mas o país como um todo. “Não podemos deixar que essa nova geração que está chegando, seja a geração do medo”, discursou o Líder do DEM. “É preciso que o poder protetivo do Estado, garanta as nossas crianças e jovens que estudam nas diversas instituições de ensino, a tranquilidade e as efetivas garantias constitucionais”, reiterou.
RK
‘VAMOS CONSOLIDAR AVANÇOS NO COMBATE À CORRUPÇÃO’, DIZ MORO
Há cerca de 70 dias em Brasília, agora como ministro, o ex-juiz federal Sérgio Moro enfrenta certa resistência à aceitação do seu projeto anticrime e vê entre parlamentares o surgimento da ideia para o fim da unificação das áreas de Justiça e Segurança Pública. Apesar disso, o ex-titular dos processos da maior operação de combate à corrupção do País afirmou ao Estado ter feito a escolha certa ao aceitar o convite do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Seu argumento é de que somente em Brasília é possível consolidar a onda de combate à corrupção iniciada pela Lava Jato por meio de políticas públicas. Na semana em que o País assistiu à tragédia na escola Raul Brasil, em Suzano (SP), o ministro disse também que eventos como esse aumentam a ansiedade e o desejo de acertar em políticas para a solução do problema da segurança pública. Questionado sobre críticas que recebe, principalmente nas redes sociais, Moro afirmou que todos os órgãos da pasta têm independência para atuar. Defendeu ainda a indicação dos integrantes do Conselho de Controle da Atividade Financeira (Coaf), que, segundo ele, nunca será utilizado para perseguir adversários políticos do governo. Leia a entrevista completa no Estadão.
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