O Verador Tarugão se posicionou sobre a polêmica criada a nível nacional sobre o Piso Nacional dos Professores, definido pelo Governo Federal em R$ 4.420,55.

Tarugão que é Relator da Comissão de Educação da Câmara de Vereadores, sempre se posicionou em defesa dos professores e desta vez, não poderia ser diferente.

 “Ninguém nasce sabendo, não é mesmo? Precisamos de alguém que nos ensine o que é necessário para viver e atuar na sociedade, desde o início de nosso desenvolvimento. Além de nossos pais ou responsáveis, que nos ensinam desde criança como agir e se comportar, o professor nos transmite conhecimentos mais amplos sobre o mundo, sobre a sociedade e sobre a profissão que iremos seguir. A docência é uma das profissões mais importantes e que requerem maior responsabilidade, visto que todas as outras dependem do professor para sua formação e capacitação para atuarem”, disse o Edil.

Tarugão ainda ressaltou que, com as transformações sociais e o avanço da tecnologia, as formas de ensinar e aprender também se modificaram. Se antes a principal fonte de conhecimento era o professor, hoje os alunos têm acesso a uma grande quantidade de informações sozinhos. Sendo assim, o professor deixou de ser o detentor do saber e assumiu o papel de mediador do conhecimento, transmitindo os conteúdos, construindo significado relevante com o aluno e auxiliando no processo de aprendizagem. O papel de mediador permite dar espaço ao aluno para receber as informações, questioná-las e pensar por si só, e não receber passivamente o conteúdo, podendo participar de forma ativa da própria formação acadêmica.

Tarugão acredita que o município deve pagar o Piso Nacional dos Professores, pois Itapetinga avança se transformando em uma cidade cada vez mais educadora. Uma parceria entre profissionais da Educação, Secretaria de Educação e Prefeitura Municipal de Itapetinga.

O Edil ainda salientou que caso os Estados e Municípios, tenham dificuldades em pagar o Piso Nacional dos Professores, eles poderão recorrer ao Governo Federal, o qual pode se utilizar do ‘Furo do Teto de Gastos’ para fazer novos repasses e assim sanar uma possível falta de recursos.