:: ‘Destaques’
EQUIPAMENTO DE TIRO ESPORTIVO VIRA METRALHADORA NAS MÃOS DE BANDIDOS
Acessório fabricado principalmente nos EUA é contrabandeado ao Brasil.
Investigadores afirmam que policiais já foram mortos esse tipo de kit.
Um equipamento criado para tiro esportivo dá mais estabilidade ao atirador. Bandidos brasileiros usam o acessório em pistolas de verdade. E fabricam artesanalmente uma outra peça, que faz com que a arma dispare rajadas em vez de uma bala de cada vez.
O “kit” transforma a pistola numa submetralhadora. Além de aumentar o poder de fogo dos bandidos, a nova arma é mais barata do que um fuzil. O Fantástico mostrou como os acessórios funcionam e foi ao Paraguai confirmar a facilidade de compra e contrabando do equipamento. Assista a reportagem no vídeo acima.
POLÍCIA FRUSTRA ASSALTO A BANCO, LIBERTA REFÉNS E NOVE BANDIDOS TOMBAM EM TROCA DE TIROS

Operação envolvendo a CPAC/ RONDESP N/ 7 BPM/ GRAER / CIPM CASA NOVA, enfim a Policia Militar da Bahia, consegue em confrontos, retirar nove marginais de circulação, depois que os mesmos tentaram assaltar o Banco do Brasil de Santo Sé-BA.
A perseguição começou logo após ação da polícia ter abortado o assalto e ter saído em perseguição aos bandidos. Encurralados, os ladrões trocaram tiros com os policiais e fizeram algumas pessoas reféns. O comando geral da Policia da Bahia, encaminhou reforço inclusive via aérea através do GRAER. Reunidas as forças, a Polícia saiu em busca dos bandidos e os encurralou na região. 
Nessas 48 horas foi implacável a perseguição policial aos ladrões. Hoje a tarde no confronto direto os policiais conseguiram salvar os reféns e os nove bandidos foram mortos.

A coordenadoria do instituto de medicina legal, informa que dois veículos rabecão, seguiram em direção à cidade de Sento – Sé onde foram buscar os corpos de 09 ( nove ) elementos assassinados neste sábado(17) por envolvimento na tentativa de assalto ao banco do Brasil daquela cidade.
Fonte: Blog do Venícius

SETE PROGRAMAS SOCIAIS DO GOVERNO SOFREM CORTES

Programa Farmácia Popular é um dos afetados pelas medidas de ajuste fiscal: R$ 578 milhões a menos
Apesar da promessa de que a área social seria poupada, programas nas áreas de saúde, educação e agricultura familiar como Pronatec, Farmácia Popular e Aquisição de Alimentos sofreram redução de investimentos.
Sete programas sociais do governo federal sofreram cortes em decorrência da crise econômica e das medidas de ajuste fiscal. Apesar da promessa de que a área social seria poupada, programas nas áreas de saúde, educação e agricultura familiar como Pronatec, Farmácia Popular e Aquisição de Alimentos sofreram redução de investimentos, como mostra levantamento feito pelo jornal O Globo.
Apenas para o Pronatec e para o programa de Aquisição de Alimentos os gastos previstos no orçamento de 2016 caíram R$ 2,487 bilhões em relação à previsão de despesas deste ano. Já o orçamento da Farmácia Popular terá R$ 578 milhões a menos em subsídios que garantem descontos em farmácias e drogarias da rede privada no próximo ano.
Em fevereiro deste ano o Minha Casa Melhor teve suas contratações suspensas, e não há previsão de retomada. Alguns programas já vinham sofrendo cortes, como o Água para Todos, que em 2014 teve um orçamento de R$ 800 milhões e em 2015 caiu para R$ 250 milhões, uma redução de R$ 550 milhões. Em 2016 o governo pretende gastar R$ 268 milhões com o programa.
Delator diz que recursos do petrolão irrigaram campanhas de Jaques Wagner
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou à Polícia Federal que o novo ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, teve campanha eleitoral ao governo da Bahia beneficiada com o esquema de desvios de dinheiro na estatal. O delator da Operação Lava-Jato afirmou que eleições para o governo estadual e para as prefeituras foram abastecidas com “a remessa de recursos da companhia para o Estado da Bahia, a fim de financiar o Partido dos Trabalhadores”. Ele não menciona o ano das campanhas — o ministro venceu as disputas de 2006 e 2010.
O delator sustenta que os recursos foram viabilizados pela Gerência Executiva de Comunicação, subordinada ao então presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, ex-secretário de Planejamento do governo de Wagner (2007-2014). Apesar de dizer que sua convicção está baseada em “boatos internos” da petroleira, Paulo Roberto declarou que uma auditoria poderia confirmar a acusação. “O declarante acredita que, se forem auditados os contratos da Gerência Executiva no Estado da Bahia, serão encontradas irregularidades”, disse Paulo Roberto ao delegado Josélio Azevedo Sousa, em depoimento de 22 de julho.
A assessoria do ministro desqualificou as afirmações do delator. “Trata-se de tentativa requentada de envolver o ministro Jaques Wagner na questão”, afirmou a assessoria do ministro ao Correio. “Tais tentativas foram sempre baseadas em ilações ou depoimentos que não apresentam qualquer evidência ou conexão com a realidade.” Ao menos até o momento, o ministro é mencionado na Lava-Jato, mas não foi arrolado como investigado em inquéritos na operação. Procurada desde 18 de setembro para comentar o caso, a petroleira não esclareceu se fez auditorias na Gerência Executiva de Comunicação. “A Petrobras não teve acesso aos depoimentos”, disse a empresa em nota.
Gabrielli não retornou os pedidos de esclarecimentos feitos por meio de ex-assessores, mas ele já negou participação em esquemas de corrupção. Wagner assumiu o cargo de chefe da Casa Civil do governo de Dilma Rousseff, em substituição a Aloízio Mercadante, que voltou para a Educação. Desde a deflagração da Operação Lava-Jato é o quarto titular ou ex-ocupante da pasta citado como beneficiário do esquema, embora nenhuma referência diga respeito à atuação na Casa Civil. José Dirceu, preso e acusado criminalmente, Antônio Palocci e Gleisi Hoffman, investigados, são os outros. Mercadante é alvo de um inquérito de caixa dois no Supremo Tribunal Federal derivado da Lava-Jato. Todos negam as acusações.
Agências
Herzem Gusmão responsabiliza governo estadual pela onda de violência na Bahia
Os dados sobre os índices de violência nos 27 estados brasileiros, divulgados pela Secretaria Nacional da Segurança Pública, jogam um balde de água fria na propaganda do governo baiano. Quase todos os meses, a cúpula da Secretaria da Segurança Pública costuma se reunir para apresentar estatísticas sobre a criminalidade na Bahia. E, invariavelmente, os números apontam para uma queda da violência no estado, apesar de toda a onda de insegurança que a gente vê no dia a dia, não apenas nas grandes cidades, mas também nos pequenos e médios municípios.
Agora, confrontados com as informações de um órgão oficial, os números revelados pelo governo estadual não passam de miragem ou de propaganda enganosa. No ano passado, a Bahia foi o estado que apresentou o maior número absoluto de homicídios no país. Foram 5.450 assassinatos, o que dá uma taxa de 36 homicídios para cada 100 mil habitantes. Pior ainda: a Bahia respondeu por 11,63% (mais do que qualquer estado) de todos os assassinatos registrados no ano passado no Brasil. Isto simplesmente é estatística de país que está em guerra.
Apenas como comparação, São Paulo, o maior estado do país, com 41,2 milhões de habitantes, registrou no ano passado 4.294 homicídios (9,8 assassinatos por 100 mil habitantes). Outros estados importantes, como Rio de Janeiro e Minas Gerais, também tiveram menos homicídios, de acordo com a Secretaria Nacional de Segurança Pública. No Rio, foram 4.610 assassinatos (28 homicídios/100 mil) e, em Minas, 3.958 (19,1/100 mil).
E qual a desculpa do governo quando os dados oficiais insistem em desmentir a ficção de sua propaganda? O governador Rui Costa e os dirigentes da Secretaria da Segurança Pública dizem que a metodologia da pesquisa está errada. Essa resposta é simplesmente inacreditável, um atentado à inteligência dos baianos. Quem mora na Bahia, em qualquer uma das 417 cidades, sabe muito bem que o estado perdeu o controle sobre a segurança pública. As pessoas de bem estão trancafiadas em suas casas e os bandidos, soltos.
9 COISAS QUE VOCÊ NUNCA SOUBE QUE SEU CORPO FAZ QUANDO DORME

Você supostamente deveria obter no mínimo oito horas de sono revigorante por noite, mas o que realmente está acontecendo com seu corpo durante esse tempo? Sabia que ele acorda muito mais do que você imagina, realizando várias funções? A revistaCosmopolitan resolveu dar uma espiada no que acontece dentro da fábrica noturna que é o seu corpo e, compartilha 9 atividades que você nem imaginava realizar enquanto dorme.
O que acontece no corpo quando dormimos?
1. Quando você fica sonolenta e com o pensamento mais lento. Toda vez. De acordo com especialistas do sono, o grau de retardamento é relativo ao quão sonolenta você está. Por isso, quanto mais lenta, mais cansado está seu corpo.
2. A sua temperatura corporal vai cair. Quando estamos ativos durante o dia, nós queimamos mais calorias, portanto, diminuir a temperatura é uma maneira de reduzir a taxa de queima e economizar calorias. O sono é um mecanismo de sobrevivência.
3. Você faz uma limpeza completa de toxinas. Isso permite que o corpo e cérebro rejuvenesçam. Em pessoas que não dormem bem, a filtragem de toxinas não é tão eficaz, por isso os especialistas dizem que poderia ajudar a explicar por que as pessoas que são privadas de sono ficam desequilibradas.
4. Você esquece informações inúteis. “Carregamos toda essa informação durante todo o dia, que é, felizmente, esquecida à noite”, diz o especialista do sono na UCLA School of Medicine Christopher Colwell. “Se você se lembrasse de tudo, poderia encher seu cérebro, portanto, um processo de separação ocorre durante o sono.”
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Na noite desta segunda-feira (19) por volta de 23:30hs, um jovem de que trafegava pela rua Belizário Ferraz no bairro Camacã, foi alvejado por disparos de arma de fogo e deu entrada no HCR.



Em tempos de crise, assessor de Márcio Paiva ostenta dinheiro em gabinete do prefeito “Bilika” e seu padrinho, o prefeito Márcio Paiva
Se a manobra do governo federal em Brasília para minimizar a avalanche que pode terminar com um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) tem surtido efeito, na Bahia, entre os eleitores, a medida também teve seus reflexos. Em um estudo feito pelo instituto Paraná Pesquisas, 68% dos baianos são favoráveis ao impedimento da presidente, 0,3% a menos do que foi registrado em julho.
Gracyanne Barbosa





